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Porque parte da minha viagem de Natal foi escutando Katy Perry.
I wish I knew then / What I know now. Eu gosto realmente, e muito, de Katy Perry! Na verdade, eu não consigo colocar um momento em minha vida no qual isso tenha começado, mas lembro-me de sempre gostar de suas músicas – e chorei no filme dela quando assisti no cinema. Katy é uma fofa, uma fofa irreparável. Aquela rosto lindo, aquela aura carismática, aquele sorriso… e aquelas roupas divertidas que tanto gostamos. E ela é, realmente, um máximo! Várias de suas músicas são absurdamente divertidas, com letras bacanas como Last Friday Night e Hot’n’cold. Algumas ousadas como Peacock e I Kissed a Girl. E eternas fofuras como Teenage Dream, que é uma de minhas músicas favoritas. Mas outras sérias mexem conosco…
Firework.
The One That Got Away.
Wide awake.
Então embora ela tenha aquelas músicas tão divertidas, e outras tão bonitas que eu realmente amo, Wide Awake sempre foi uma música que me chamou muito a atenção. Acho que é muito pela sua melodia, e pelo sentimento na voz de Katy Perry enquanto canta – que transmite a emoção e a melancolia da letra mesmo para aqueles que não entendem a língua inglesa. A entendendo, a música fica ainda mais impactante, porque a letra é realmente muito bonita. E incrivelmente triste. Mas ao mesmo tempo é um hino de superação. Porque mostra toda a devastação de uma tristeza profunda, a sensação de estar caindo, mas essa necessidade de se assegurar de que está “acordada”, e de que nasceu de novo. E de que temos que continuar, não importa o que tenha acontecido. É uma música e uma mensagem muito bonitas!

I wish I knew then / What I know now
Wouldn’t dive in / Wouldn’t bow down
Gravity hurts / You made it so sweet
Till I woke up on / On the concrete


De modo geral, eu achei uns Drip Cakes muito bons. Falhas aqui e ali, naturalmente, mas bem bons! Arthur teve uma dificuldade na hora de fazer o efeito de “derramado”, e acabou que foi mecânico ao invés de orgânico, por isso não ficou tão legal. Mas eu gostei das cores, gostei de como ficou alegre e divertido. Gustavo, por sua vez, lidou com a dificuldade do bolo não crescer improvisando com marshmallows para conseguir os 10cm, e a improvisação é uma necessidade do confeiteiro, então teve um pontinho. Mas a consistência ficou mole e o “drip” foi até o fim. Sua decoração traz chocolate, pirulitos, bis, gomas… ficou alegre. Bella quis enfeitar e fez um negócio embaixo que derreteu e acabou que ficou horrível… não fosse isso, até que teria ficado bom, mas que bom que ela mesma se sabota!
O da Sarah não ficou muito bom não. O ponto do dripping estava ruim, mas não fica entre os piores tampouco. Noah tem uma ideia incrível. Não é a melhor execução possível, mas o lance do “Arco-Íris” foi bem criativo e eu GOSTEI. Ela estava super tensa, e o sorriso dela quando a Becca diz que o bolo está super saboroso <3 O da Duda, muito bonito, segue o modelo dos jurados na temporada passada: com um “sorvete”, como se ele tivesse derretido em cima do bolo. Uma boa ideia, bem executada, boas cores, sorvete proporcional… ficou bem legal, mas o ponto da ganache não estava ideal. O da Naná meio que derreteu, e era para ter ficado bem melhor, estava bem melhor enquanto a víamos fazer… fiquei triste. Ela já estava com carinha de choro, mas asseguram a ela que “ela fez uma boa prova”.
E o Thales, O MENINO MAIS FOFO DESSE PROGRAMA. Ele não entrega o melhor drip cake da prova, mas ele entrega uma prova competente e cuidadosa. Com confeitos coloridos, suspiros e pirulitos, nas palavras dos jurados, o bolo está “alegre” e “muito bem feitinho”. Não é o Pandoca, nem o melhor trabalho do Thales, mas é um trabalho muito bom, com boa escolha de cores, decoração alegre… quando a Becca elogia o gosto e diz que tá ótimo, e que “comeria aquela fatia inteira”, o sorrisinho dele é impagável. QUE CRIANÇA MAIS FOFA. E quando o Fasano o elogia também! <3 “Ele disse ‘Seu bolo está inefável’, eu nem sei o que é isso”.

PROVA TÉCNICA: “UM ABACAXI ESCULPIDO COM DECORAÇÃO DE SUSPIROS”

EITA.
As carinhas das crianças quando Carol e os jurados falam qual é a prova é impagável, mas até que não é o fim do mundo quando eles mostram e explicam do que se trata. Um abacaxi feito com isopor comestível (nem sabia que existia!), e suspiros ao redor, para formar a casca. O isopor nem será experimentado pelos jurados, apenas os suspiros e a avaliação será feita por eles ao lado do visual da decoração. 1h30min de prova.
O primeiro grande desespero das crianças é em relação aos suspiros: 130 SUSPIROS! “É muito suspiro, véio!”, diz a Naná. Mas o mais fofo foi o Thales dizendo que acha que “130 é um exagero” HAHA E como basicamente tudo o que o Thales faz ou diz eu acho LINDO, foi tão bonitinho ele fazendo os suspiros e a Carol do lado dele, perguntando se ele vai colorir ou se vai fazer branquinho, e ele diz: “Eu vou colorir, não é pra colorir?” QUE FOFURA. Mas enquanto ele faz os suspiros, meu primeiro pensamento era: “O que voc~e está fazendo, meu filho?”, porque eles pareciam meio desproporcionais… felizmente eles não ficaram assim no resultado final, ufa! Detalhe também para o Thales paradinho comendo pipoca e olhando para a Carol quando ela anuncia que só tem mais 30min de prova…
<3
Os suspiros foram mesmo um problema. Eu ri deles contando, eu sofri com suspiros queimados, como aqueles 70 do Arthur, mas não vou negar que eu ri quando foram os da Bella que queimaram. Ela não se diz tão boazona? O “Que cheiro é esse?”da Carol foi HILÁRIO. As crianças ainda sofreram HORRORES pra modelar o isopor comestível, o que me deu até agonia, e vou pegar no pé da Bella mesmo, porque ela é chata: percebam como ela se enfia na bancada dos outros só para atrapalhar. O abacaxi da Naná estava ficando ótimo, e ela estava ali só para colocar defeito. E enquanto Naná ajudava o Arthur, com toda a bondade de seu coração (foi muito fofo!), a Bella estava ali do lado para atormentar, atrapalhar e sabotar… e rir dos outros. Aquilo era inveja! A Naná ajudou até o Gustavo! Ah, falando em Gustavo, ele se aproveitando da Sarah e ainda a chamando de “Dudinha” eu achei sacanagem. Fiquei com raiva.
Comentários finais:
“Eu tô feliz mais ou menos, porque despedaçou. Mas eu vou conseguir”, by Duda.
“Final de feira o abacaxi não fica muito bonito”, by Noah.


Vamos lá, comentários. Começando por NANÁ, e eu achei o abacaxi bem bonitinho. E quando a Becca fala das “várias formadas” para os suspiros, eu meio que comecei a rir (de nervoso). ACHO QUE TODO MUNDO FEZ MAIS DE UMA FORMADA. A Carol comentou isso. Fasano dá bronca pela temperatura do forno e o que dizia a receita… embora fizesse sentido, eu achei grosseira sua forma de dar bronca. O do THALES, tudo o que eu pensava era: “Cadê a cor, meu filho?” Faltou um pouco mais de corante, mas ele sempre tem detalhes a serem elogiados, e eu gosto disso, de como o Thales é cuidadoso com os detalhes. Por exemplo, ele passou glacê e fez todo um acabamento em volta do isopor antes de colocar os suspiros… UHULL. Noah fez um abacaxi de cores BEM FORTES, o oposto do de Thales, e eu achei bonito. Talvez estivesse com muito gosto de corante, though.
ARTHUR recebeu um elogio de que era “o mais bonitinho até agora”, embora eu tenha discordado bastante, mas eu não foi seguir nisso… basicamente tava uma bola e não um abacaxi, a cor tava apagada e as folhas da coroa estavam feias. GUSTAVO apresenta um cheio de falhas e espaços abertos. O de SARAH foi recebido com um comentário de que “parecia um abacaxi que caiu do caminhão”, e dava para ver que estava bem QUEIMADO. O da DUDA, infelizmente, não estava bonito. Pequeno, cor estranha, sem acabamento interno e passou do tempo de forno. Eu ri dos comentários a respeito do da BELLA: “Isso aqui é uma abacaxi?” “Não, né?” Ainda disseram que parecia vir do deserto, parecia um cacto sem água. A consistência do suspiro ainda ficou super mole e, como eles disseram, ela “perdeu tempo fazendo coisas no prato”. Elogiariam se o abacaxi estivesse todo bonitinho, mas não era o caso.
CLASSIFICAÇÃO: em 8º Lugar, infelizmente, a Duda. A carinha dela foi de partir o coração, porque ela estava sempre tão perto de ser Mestre Confeiteiro, e essa semana ERA DELA, e então ela passa longe assim… imediatamente ela começa a chorar e eu fiquei com muito dó. Em 7º Lugar, a Sarah, novamente numa posição bem baixa. Em 6º, a Bella. Em 5º, o Gustavo. Em 4º a Noah e em 3º a Naná, e a felicidade dela por essa classificação é uma coisa fofa, aplaudindo e rindo. E quando ficou entre o Thales e o Arthur, eu sabia que o Arthur acabaria ficando em primeiro lugar, MAS EU JÁ ESTAVA TÃO FELIZ. Novamente o nosso menino Thales nos primeiros lugares. QUE ORGULHO! O sorrisinho dele, fofo e feliz. Em 2º Lugar, portanto, o Thales, e em 1º o Arthur.

MESTRE CONFEITEIRO e ELIMINAÇÃO


O avental azul de MESTRE CONFEITEIRO era para ser da Duda, e infelizmente deu problema, eu fiquei muito triste. Segundo os jurados, o avental nessa semana fica para dois competidores muito competentes, e não posso deixar de pensar que é o Thales e o Arthur, e eles não iam repetir o Thales. Então os jurados chamam os seis nomes: Naná, Thales, Arthur, Gustavo, Bella e Noah. Sarah e Duda já são automaticamente salvas, e a felicidade e alívio de Duda voltando à bancada. Ufa! Mestre Confeiteiro, como esperávamos, vai para ARTHUR, e eu acho que, de modo geral, ELE MERECEU.
O Thales colocando o avental nele? FOFO.
Por fim, a eliminação, E EU NÃO PODIA ESTAR MAIS FELIZ. Não seria justa a eliminação nem de Noah, nem de Naná, e quando Fasano diz que “o nome das duas pessoas que ficam começa com a letra N”, eu demorei um pouquinho para processar a informação, e então quase morri de felicidade. As duas crianças mais chatinhas que ainda estavam na competição são eliminadas JUNTAS. Tchau, Gustavo. Tchau, Bella. Não vou sentir saudade de nenhum dos dois!

Para mais postagens de Junior Bake Off Brasil, .









Em O Diário da Princesa, Mia, uma típica adolescente de Nova York, descobre de uma hora para outra que é a única herdeira do trono de Genovia e sua vida vira de cabeça para baixo. Agora, ela recebe outra notícia bombástica: sua mãe está grávida de seu professor de álgebra. Ainda em choque com a novidade, Mia nem imagina o que a espera pelos próximos dias…

Querendo ver Rocky Horror no Village, desesperadamente.
Acho que o segundo livro d’O Diário da Princesa é ainda mais envolvente do que o primeiro… agora que nós já estamos por dentro de tudo o que está acontecendo e conhecemos esses personagens, parece ainda mais interessante ler suas histórias, e sofrer com eles. Continuo admirando a maneira como Meg Cabot escreve, e como ao fazê-lo, ela consegue nos aproximar dos personagens. Parece que somos confidentes de Mia Thermopolis, seus melhores amigos. E nós amamos as mesmas pessoas que ela ama, pela maneira verdadeira como ela fala deles em seu diário… é uma proposta interessantíssima que nos deixa muito envolvidos!
O segundo livro da série, A Princesa Sob os Refletores, traz algumas histórias: inicialmente eu estava achando bem simples e direto, mas vamos lá. Temos aquele início com uma doença falsa para que ela não possa ir à entrevista do TwentyFour/Seven, que acaba acontecendo, e parte do livro é sobre as conseqüências disso. Também temos a novidade de que a mãe de Mia agora está grávida do Sr. Gianini, então eles estão para se casar – fora toda a história de que Grandmère quer preparar um super casamento real para ela! E, por fim, um dos sonhos de Mia está prestes a se realizar quando ela ganha um admirador secreto chamado JoCrox, que começa a mandar mensagens românticas para ela.
Como ela queria que fosse Michael Moscovitz.
Vamos à entrevista. Eu fiquei muito contente com a maneira como isso tudo aconteceu, e mesmo que Mia Thermopolis tenha ficado terrivelmente envergonhada com o que disse ao TwentyFour/Seven (e convenhamos que não foi uma ótima entrevista mesmo), tivemos boas repercussões. Como a reação de Tina Hakim Baba ao telefone, que foi uma das coisas mais fofas de todo o livro! E aquela entrevista “verdadeira” promovida por Lily no Lily Tells It Like It Is. O casamento da mãe gerou cenas excelentes como listas e todos os cuidados de Mia com ela (“Não tome a água do México!”), fora o desespero de Mia com o casamento organizado por Grandmère, que ela sabe que a mãe não vai gostar, de jeito nenhum.
Assim como seu antecessor, o livro está cheio de referências bacanas que me deixaram bem animado. Além do convencional, como as comparações de seu pai ao Capitão Picard em Jornada nas Estrelas: A Nova Geração, tivemos um pouquinho de Josie e as Gatinhas (isso vem diretamente do admirador secreto!), SOS Malibu e Dirty Dancing – em mais de uma cena! Também tivemos aquele comentário sobre como as alunas na escola não podem usar as pontas da camisa amarradas como a Britney Spears e “Eu sou o rei do mundo!” Fora a possibilidade de um encontro com Michael Moscovitz (não que ela se dê conta que é esse tipo de coisa acontecendo), na noite de Halloween, à meia-noite, no Village, para assistirem ao Rocky Horror.
Sério, eu quero ir. Alguém me leva!
Fora isso, e eu também deixei essa parte para outro parágrafo, TIVEMOS O MÁGICO DE OZ. Bem, talvez no blog vocês ainda não saibam o quanto eu sou fascinado pela história, e as pessoas ao meu redor não param de escutar sobre O Mágico de Oz e Wicked desde que eu escolhi isso como tema do meu TCC. Todo mundo que me conhece não pode ver nada do tema que já me mostra. Enfim. Mia Thermopolis prova o vestido para o suposto casamento da mãe, e se sente maravilhosa, se sente princesa pela primeira vez. Trata-se do vestido mais lindo que ela já viu na vida, exatamente como o da Glinda, a Bruxa Boa, talevz com menos brilho. E eu só posso imaginar o quanto ele deve ter ficado estonteante mesmo.
E, ainda, a seguinte descrição de um jogo criado por Michael Moscovitz:
“[…] um jogo de computador que ele inventou chamado Decapite o Backstreet Boy. Nele a gente precisa atirar facas e machados, coisas assim, nos componentes da banda Backstreet Boys. A pessoa que cortar a cabeça do maior número de Backstreet Boys passa para o nível seguinte, em que decapita os caras do 98 Degrees, depois do N’Sync, etc. O jogador que conseguir cortar mais cabeças pode gravar suas iniciais a ponta de faca no peito nu do Ricky Martin” (p. 194)
Cruel, eu sei. Mas eu ri. Talvez também por gostar tanto de Michael Moscovitz. O próximo livro se chama “A Princesa Apaixonada”, e eu sinto que muito disso terá relação com Kenny de Biologia, mas eu não posso deixar de esperar por mais Michael Moscovitz… os dois têm tanta química, e suas cenas são sempre tão lindas. E como Mia não nota o quanto Michael se importa com ela, o quanto gosta dela? Acho que todos nós somos assim na adolescência… eu achei todos os momentos dos dois apaixonantes (como o “tá legal, o Michael” duas vezes na mesma página, quando falando sobre querer que um garoto a chame de sua garota e coisas assim), e mesmo o final, quando ela descobre que o JoCrox é o Kenny (de Biologia), ela diz que ele não é tão ruim, mas ele não é o Michael Moscovitz.
Compreensível, huh?
Adorei o final do livro, muito mais do que eu gostei do final do primeiro. Sei lá, o primeiro acabou naquele clássico de um baile… o segundo acabou em uma versão trashde Rocky Horror no Village, à meia-noite, no Dia das Bruxas, com todos fantasiados, gritando respostas às falas dos personagens e jogando coisas na tela… é tão mais minha cara! Meu sonho, na verdade. E eu adoro como os sinais são tão eficazes e irrefutáveis! Como, ao ter o ombro envolvido pelo braço de Kenny, Mia percebe a reação de Michael, e eu fico triste por ele. Ou (e isso é uma das coisas que eu mais adoro!) como a Lily sabe tudo o que está acontecendo. Como olha para Kenny, depois para Mia, depois de volta para Kenny e por fim para Michael. E então levanta-se e tira todos dali. Mia termina o livro sonhando em ver o Michael sem camisa na manhã seguinte, já que vai dormir na casa da Lily.
E quem pode culpá-la?
Mas acho que um destaque maravilhoso está na maneira como Grandmère foi vencida nesse livro! Todo o casamento que ela organizava não deu em nada, como Helen e o Sr. Gianini fugiram para se casarem sozinhos em outro lugar. Ela foi vencida de maneira bela. Quanto aos pais de Helen, eu acho que eu esperava mais… as partes da Mãezinha e do Paizinho não foram assim tão interessantes, mas eles trouxeram com eles um dos maiores destaques do livro: HANK.
Ah, como eu adorei o personagem de Hank, toda sua transformação e como eu ri. Hank é um primo de Mia, super caipira, mas absolutamente bonito… então meio que irresistível às mulheres. E ele acaba desaparecendo (DUAS VEZES!) com Lily Moscovitz, e é hilária a maneira como Mia escreve! “Estou me sentindo culpada. Hank aparentemente é atraente demais para ficar solto por aí no meio dessa galera. Devia ter reconhecido isso. Devia ter reconhecido que a atração por um garoto do campo sem cultura mas absolutamente lindo seria mais forte do que a atração por um gênio musical sem tanto charme, vindo da Rússia” (p. 174) / “Imagino se ela vai achar que vale a pena ficar sentada na lanchonete por uma hora depois da aula com os outros delinqüentes juvenis para ter os momentos fugazes de volúpia adolescente que está tendo com o Hank” (p. 174). E as alternativas de lugares onde os dois possam estar juntos! “5. Transando como dois animais no cio no quarto dele no SoHo Grand. AI, MEU DEUS!” (p. 175). As expressões de Mia, parece que consigo escutar seu desespero, e seu discurso irônico guiado pela incredulidade! Aquele tom… é excelente.
Sim, NOVA REFERÊNCIA. Ele chega todo diferente, transformado por Lily, modelo contratado pela Ford Models como a nova cara das cuecas Calvin Klein (só eu que não consigo ver isso e não pensar em De Volta Para o Futuro?), e agora Hank está super parecido com Keany Reeves em The Matrix.
Vale lembrar que era um filme bem recente na época de escrita do livro.
Esperando mais de Michael Moscovitz no próximo livro! E, para finalizar, embora eu já tenha trazido algumas passagens do livro durante o texto, eu ainda quero deixar esse parágrafo, porque é algo que eu realmente adorei. Como eu disse, eu adoro aquela proposta do The Rocky Horror Picture Show no Village, à meia-noite no Halloween, e a maneira como Mia fala sobre a experiência. E agora nem tem nada a ver com ela presa entre Michael e Kenny, nem a revelação de quem era JoCrox, apenas sobre o livro mesmo, e um pouquinho de referência a um filme de que eu realmente gosto:
“O Rocky Horror, mesmo quando a gente mal pode esperar que ele acabe [para falar com Michael], é muito engraçado. Todos agem como lunáticos. As pessoas jogavam pão na tela, e abriam guarda-chuvas quando chovia no filme, e se requebravam. Realmente é um dos melhores filmes de todos os tempos. Quase destrona o Dirty Dancing como meu preferido, mas só que ele não tem o Patrick Swayze” (p. 242).

Para mais postagens de O Diário da Princesa, .









“Tell me, doctor, where are we going this time?”
Assistir a De Volta Para o Futuro, pela milionésima vez, só faz o meu encanto por esse filme maravilhoso aumentar… e eu tive recordações que eu nunca tive antes: enquanto assistia, lembrei-me de quando meu pai, muitos e muitos anos atrás, comprou o DVD de presente para mim, e eu era apenas uma criança ainda! Ele tinha viajado para Curitiba, viu o DVD à venda, e achou que eu devia ter… mas como uma criança, eu ainda nem tinha uma coleção de filmes nem nada assim. Será que posso dizer que meu pai foi o incentivador disso tudo? Bem, um dos grandes com certeza ele foi! Ele me presenteou com De Volta Para o Futuro, e desde então eu pude ver e rever o filme quantas vezes eu quisesse, quando eu quisesse…
Para Outubro de 2015 (oh, data importante!), eu sentei e vi novamente.
Os créditos iniciais de De Volta Para o Futuro são apresentados enquanto uma infinidade de relógios – uma coleção pessoal de Doc Emmett Brown, todos atrasados em exatamente 25 minutos – são mostrados pela câmera. Temos uma miniatura do próprio Doc pendurado em um relógio, temos a matéria no jornal sobre o roubo de plutônio – com o skate de Marty McFly encontrando tal caixa escondida na casa do Doc –, a comida do cachorro, o amplificador sendo ligado, e todo um mistério para mostrar o rosto de Michael J. Fox pela primeira vez. E toda vez que ele aparece, naqueles óculos a la Marty, é uma emoção incrível, um gostinho de nostalgia inigualável.
The Power of Love is a curious thing
Back to the Future conta a história de como um adolescente conseguiu voltar no tempo e conhecer seus pais bem na época em que eles se conheceriam e se apaixonariam. Mesmo que o diretor da escola o chame de relaxado, e afirme que nenhum McFly nunca fez nada de importante na história de Hill Valley, Marty sabe exatamente o que dizer: “Yeah, well, history is gonna change”. BTTF nos mostra, com incrível bom humor, que as pessoas nem sempre são o que dizem – que nossos pais não foram, necessariamente, os modelos que eles dizem ter sido, para que nós sejamos “como eles” –, e que nós podemos ser incrivelmente parecidos com os nossos pais, mesmo quando queremos, a todo custo, negar isso. Mas também podemos mudar a história.
Você já percebeu como, no primeiro filme, a viagem no tempo é mera coadjuvante?
Quando Marty McFly chega no passado – em uma das melhores sequências do filme, porque eu me arrepio inteiro e sinto uma onda de felicidade ao escutar “Mr. Sandman”enquanto Marty conhece a Hill Valley de 1955 –, ele acidentalmente interfere no primeiro encontro de Lorraine Baines e George McFly, seus pais. “If grandpa hadn’t hit him, none of you would have been born”. Quando Marty percebe que o pai está prestes a ser atropelado, ele instintivamente o empurra para fora da rua, salvando-a, mas sem se dar conta de que aquele “acidente” é que faria sua mãe se apaixonar por George… e agora, sua mãe está apaixonada por ninguém menos do que ele mesmo! Desse modo, na semana que Marty McFly tem no passado até o raio que o mandará de volta para 1985, ele precisa fazer com que Lorraine e George se apaixonem.
Simples assim.
Nesse ínterim, temos uma grande sequência de cenas memoráveis e maravilhosas… eu sou particularmente apaixonado pelo momento da lanchonete, quando Marty McFly reproduz os exatos mesmos trejeitos de George – e vemos que não apenas a maneira de falar dos dois está próxima, “Jesus, I’m starting to sound like my old man” – e a chegada de um Biff jovem o faz se dar conta de que o cara ali é seu pai. “Hey, dad! George! Hey, you in the bike!”. Também adoro, acho que como todo fã de De Volta Para o Futuro, a “Mom, is that you?” clássica, em 1955, com Marty McFly de cueca roxa sendo insistentemente chamado de Calvin Klein por uma Lorraine apaixonada e atirada, completamente diferente daquilo que ela pregava de volta em 1985.
Temos o Doc Brown apresentando o DeLorean, com “If my calculations are correct, when this baby hits 88m/h, you’re gonna see some serius shit”, temos a primeira viagem no tempo com o Einstein, com “The appropriate question is when the hell are they?” e o entendimento de Marty com "Wait, Doc… are you telling me you built a time machine… out of a DeLorean?” A saída de Marty do Two Pines Mall e chegada na fazenda do Velho Peabody, que cultivava pinheiros e achou que ele era um extra-terrestre… o atropelamento do pinheiro que mudará o nome do shopping para Lone Pine Mall. As piadas constantes com “This is heavy”, uma vez que Doc não consegue entender por que as coisas são tão pesadas no futuro. Temos o aparelho de televisão, novidade em 1955: “Oh, honey, he’s teasing, no one has two television sets”. Tio Joey e as barras.
O “See you all later. Much later”
“1,21 JIGAWATTS?”
Eu juro que eu tentei fazer uma postagem mais curta dessa vez, até porque eu já escrevi tanto e tanto e tanto sobre De Volta Para o Futuro no blog, mas nunca parece demais. Eu sempre tenho o que dizer! Como aquela clássica sequência do skate, na qual Marty é perseguido pelas ruas de Hill Valley e se torna o responsável pela criação do skate – como mais tarde se tornará o responsável pela criação do rock’n’roll, com “Johnny B. Goode”, já que Chuck Berry recebeu um telefonema! A carta emotiva que Marty McFly deixa para o Doc Brown, e a sua expressão impagável quando sua mãe o beija no carro… o melhor soco de todos os tempos, que é quando George assume o controle da própria vida! O pedido para pegarem leve quando o filho deles colocar fogo no tapete, aos 8 anos de idade… a sequência final do retorno… o relógio, o carro, a cabeçada no volante, o raio, os 10 minutos, a não-morte do Doc…
Emoção define, emoção define. Já falei o quanto eu AMO esse filme?
Para finalizar, era apenas uma piada, mas eles deixam o caminho preparado para uma sequência, em uma das mais divertidas cenas do filme: “Roads? Where we’re going we don’t need roads!”
<3

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“I have no words. I guess... I'm overwhelmed by you”
Tudo bem que o TÍTULO do episódio fala de “gravata-borboleta” e o episódio não teve NENHUMA referência ao Eleventh Doctor (o que só prova, novamente, a ideia de que os escritores de “The Big Bang Theory”mal sabem o que é “Doctor Who”, embora queiram que a gente acredite que Sheldon é fã da série!), mas ainda assim… O EPISÓDIO MAIS LINDO DE “THE BIG BANG THEORY”. Ele é um episódio maravilhoso para complementar o episódio passado, em que George Jr. é trazido de volta e é, basicamente, o mesmo desde a sua infância. Uma pena que Missy, embora apareça nesse episódio, tenha uma participação tão pequena, mas eu acho que, com a força atual de “Young Sheldon”, ambos os personagens podem ter mais participação na próxima temporada… até porque o Sheldon está SEMPRE amadurecendo, e a cena dele com a mãe nesse episódio…
De arrepiar.
O episódio é CHEIO DE MOMENTOS, e mal dá para acreditar que esteve tudo contido em apenas 20 minutos, embora eu teria adorado ter visto um Season Finale duplo, com 40 minutos inteiros para acompanhar todos os detalhes do casamento, cujas associações se referem a “Vingadores: Guerra Infinita” e, depois, “O Senhor dos Anéis” (com direito a Amy comparando a mãe a Balrog!). Teve até uma conversa, no dia anterior, sobre como nada no mundo faria Sheldon não se casar com ela, nem ele mesmo vindo do futuro querendo impedir isso de acontecer, embora por um motivo que envolva um paradoxo e a destruição do mundo. Mas a Amy SABE DISSO SEM ELE PRECISAR DIZER. E eu acho que é isso tudo o que torna os dois tão fofos. Eles estão absolutamente românticos, à sua própria e verdadeira maneira. “I love you so damn much!”
<3
Quando Amy fala do “the demon of shadow and flame”, referindo-se à sua mãe, e não a Balrog, parece uma piada bacana, talvez um pouquinho maldosa… mas só até vermos Penny ir buscá-la no aeroporto: PORQUE NOSSA! Mulherzinha insuportável. Enquanto isso, Raj é quem vai buscar Mary e Missy, que está grávida (!), e tudo parece funcionar tão bem. Adorei a Amy toda empolgada com o sotaque de George Jr., adorei o Sheldon apresentando Missy a Amy (“Amy, this is my sister. If I ever need a kidney, this is where you get it”), e essa “reunião” dos irmãos que conhecemos tão bem em “Young Sheldon”. Quando Penny chega com os pais de Amy, ela está totalmente EXAUSTA, tadinha, e o “Oh my God!” dela entrando à frente é hilário, embora deprimente… assim como a taça de vinho dela, e o Leonard parado atrás, preparado para continuar enchendo!
Uma das cenas MAIS LINDAS é aquela de Sheldon e Mary:

“Oh, Shelly. I wish your dad could see you now”
“Me, too. I miss him”
“He would be so proud of you. I know that I am”
“Thank you. I mean, for everything. My whole life”

Essas palavras mostram um amadurecimento ENORME de Sheldon Cooper…
E isso me emociona!
Uma das MAIORES SURPRESAS do casamento é o Howard encontrando um cachorro perdido e ligando para o dono, que acaba sendo Mark Hamill. SIM, MARK HAMILL. NOSSO QUERIDO LUKE SKYWALKER ENTRANDO EM “THE BIG BANG THEORY”! Até eu fiquei sem ar ao vê-lo, acho que teria feito como o Howard, fechando a porta n acara dele para gritar antes de finger que “estava tudo bem”. Como o cachorro era importante demais para Mark Hamill, ele quer retribuir a Howard e diz que “ele pode pedir o que quiser”: “Oh, you’re gonna regret that”. Assim, Howard consegue que Mark Hamill (!) celebre o casamento de Sheldon e Amy… E ISSO NÃO É PERFEITO? Quer dizer, ele fez isso PELO SHELDON, e foi muito fofo da parte dele… embora eu tenha ficado com dó do Wil Wheaton, que tinha se preparado tanto e ficou todo tristinho com isso.
E ele estava tão lidinho.
Como sempre, aliás.
O casamento, por sua vez, ATRASA. E não é culpa da noiva. Depois de Amy falar sobre a “assimetria da gravata”, e Sheldon aceitar a ideia a ponto de não deixar que a mãe arrume, ele percebe que isso tem muito a ver com a sua “string theory”, e que pode solucionar o problema todo: A SUPER ASSIMETRIA. Assim, ele fica lá, todo empolgado, fazendo anotações e cálculos no espelho da noiva, com um batom de Amy, e ela está ali do lado, igualmente animada, enquanto Howard manda Mark Hamill enrolar os convidados respondendo a perguntas de “Star Wars”. Mas o Stuart aparentemente sabia mais que ele, e isso pode lhe conseguir um par romântico, quem diria? Com Amy e Sheldon demorando para chegar, Leonard vai atrás dele, e acaba igualmente envolvido nos cálculos, porque é um avanço e tanto para a ciência… é bem a cara deles, não?
Mas Penny os chama de volta à realidade (depois de dar uma bronca PERFEITA na mãe da Amy!), e Sheldon larga tudo, dizendo que “eles têm uma vida inteira pela frente para fazer ciência juntos”. Agora, “VAMOS NOS CASAR!” A cerimônia foi extremamente bonita, muito mais emocionante do que eu esperava, porque eu percebo o quanto o Sheldon mudou ao longo desses 11 anos de série. O amor tão verdadeiro que ele carrega no olhar ao ver Amy entrar, linda, é comovente. Representa o quanto ele cresceu. E a cerimônia é linda, os votos da Amy são perfeitos, e todo mundo estava verdadeiramente emocionado. O mais legal, para mim, é como eles conseguem transmitir imensa emoção e todo esse amor de Amy e Sheldon, sem deixarem de ser eles mesmos. Não esperava um discurso tão belo e tão emotivo de Sheldon, mas ali estava:

“Amy... I usually know exactly what to say. But in this moment... I have no words. I guess... I'm overwhelmed by you. In a good way. Not in the elevator in the Haunted Mansion way. Even if I can't tell you now how I feel, I will spend my life showing you how much I love you”

O lado cômico, e ainda assim fofíssimo, fica por parte de Mark Hamill todo comovido com a cena, chorando quase a ponto de não conseguir celebrar o casamento, com o pobre do Wil Wheaton levantando-se e dizendo que estava ali, caso precisassem dele. Sério, foi uma maldade sem tamanho com o Wil Wheaton, tadinho, mas o casamento com Mark Hamill foi lindíssimo. Então, Amy e Sheldon estão CASADOS, oficialmente casados, e o episódio chega ao fim com direito a uma música de Barry, o que foi uma finalização perfeitamente hilária para um episódio que, mais do que hilário, foi absolutamente fofo e emocionante. Muito feliz com a temporada que “The Big Bang Theory” criou, espero que a próxima siga nos surpreendendo, mas isso deve acontecer, porque embora não fique claro nesse episódio, a confirmação vem logo em seguida, na finalização de “Young Sheldon”: AMY E SHELDON TERÃO UM FILHO!

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He will hold me in his arms / and he will baptize me.
Tudo o que podemos dizer ao deixar o teatro depois de The Book of Mormon é “Ma Ha Nei Bu, Eebowai” por essa noite incrível! Esse é um musical que estreou em 2011 (e parece pouco tempo em comparação a tantos musicais que estão na Broadway há tanto tempo!), mas já se tornou um clássico – e um dos favoritos. Tanto que é um dos ingressos mais caros e mais procurados. A animação dentro do teatro é contagiante! Dos atores e do público. Então você tem um tempo incrível. O musical consegue te divertir do começo ao fim – você dá risadas o tempo inteiro, com uma sátira inteligentíssima e quase profana, mas que apenas te faz se sentir bem. É muita diversão, o tempo todo, e uma quantidade imensa de referências e confusões que fazem até com que Darth Vader e Uhura dividam o mesmo palco... e o que eu aprendi? Que tenho que ser uma boa pessoa para não queimar no fogo de Mordor!
Como o nome sugere, The Book of Mormon fala sobre um grupo de missionários mórmons. Elder Price é um formando prodígio que sonha em ser mandado para Orlando em sua missão de dois anos. No entanto, ele acaba preso a Elder Cunningham, e ambos são mandados para Uganda. E as coisas na África não são nada como O Rei Leão (aquele filme usou muita licença poética!). Como falar sobre religião e batizar africanos que estão mais preocupados com seus problemas do dia-a-dia, como guerra, fome, pobreza e AIDS? Então, em algum momento, parece que é demais para o Elder Price, e ele abandona seu companheiro e seu setor. Justamente no momento em que Nabulungi, uma das africanas da vila, se convence e convence os demais de que eles querem ouvir o que aquele “garoto branco” tem a dizer? Como o Elder Cunningham pode substituir o Elder Price se ele nunca leu o Livro de Mórmon?
Afinal, é muito chato. [Segundo ele]
Uma grande sátira, uma gigantesca piada. The Book of Mormon é tão escrachado como você pode esperar que fosse vindo dos criadores de South Park. Então eles vão ter cenas aparentemente chocantes como Hasa Diga Eebowai, de mandar Deus se fuder (embora seja uma boa crítica, sobre a realidade deles e suas preocupações – e a referência ao Rei Leão aqui, com “Does it mean no worries for the rest of your lives?”), e outras constantes piadas sobre as crenças mórmons. Como o fato de ninguém nunca ter visto as placas de ouro (é engraçadíssimo como eles brincam com isso!), ou aquela história de “um mórmon simplesmente acredita”. E isso está explicitamente expresso em I Believe, uma marcante música de Elder Price no segundo ato, que é uma das coisas mais engraçadas! Como o Jardim do Éten no Missouri, e o planeta de Jesus. Também temos aquela coisa de que “mórmon ignora aquilo que eles não querem sentir”, com Turn It Off e o Spooky Mormon Hell Dream, que é uma impressionante cena muito bem produzida. Assim como todo o musical. Uma sátira inteligente.
Sou realmente apaixonado pelo Elder Cunningham, e acho que grande parte do sucesso de The Book of Mormon é por conta dele – muita responsabilidade recai sobre o ator a interpretá-lo. Christopher John O'Neill fez um trabalho tão fantástico! Ele era fofo, carismático... embora ele não tenha tido uma fala de “but mostly me” no segundo ato, e eu fiquei realmente esperando por isso. Mas tivemos a reprise de I Am Here For Youcom o Elder Price, um abraço fofo e carinhoso entre eles, e a perninha subindo. Mas acho que eu gosto tanto dele por esse seu lado nerd, e por todas as histórias que ele inventa por não ter, de fato, lido o Livro de Mórmon. Ele coloca hobbits no meio, a Enterprise, uma série de coisas nesse estilo... e é tão legal o que ele faz. Making Things Up Again é um ótimo momento para o personagem, mas na verdade... olha tudo o que o Elder Cunningham fez por aquelas pessoas. Eu entendo a bizarrice de toda a trama, e a enormidade do absurdo, mas também o aplaudo por seus bonitos ensinamentos, por ter feito as pessoas ali mais felizes, e por ter mesmo feito um ótimo trabalho. Ensinado alguma coisa, melhorado a vida deles.
Não é à toa que temos vontade de ler o Livro de Arnold no fim do espetáculo!
Eu amo toda a companhia responsável por The Book of Mormon, amo as cenas, as músicas e as coreografias – temos momentos de todos os mórmons juntos que são ótimos. Também temos aqueles momentos dos africanos. Temos solos e duetos. Tudo é impressionante. Gosto muito, e sempre gostei, de Hello e Two by Two, porque não tem como não amar aquelas duas cenas. E a enormidade de Hasa Diga Eebowai. Mas temos momentos simples como I Am Here For You que são absolutamente lindos. Porque olha o quanto aquela música representa para a amizade de Elder Price e Elder Cunningham – e como a comparação da primeira vez em que ela é cantada e na reprise mostra o desenvolvimento da história. E Sal Tlay Ka Siti, que é um solo tão gostoso e tão bonito de Nabulungi?
Nikki Renée Daniels estava excelente!
Mas também temos outras cenas muito grandiosas. Como All-American Prophet, que é tão envolvente, e tão engraçada. Eu adoro a maneira como o ritmo muda para se trazer uma versão ridícula de Moroni e Joseph Smith dançando! Em paralelo a isso, temos a versão africana para essa cena, com Joseph Smith American Moses, que é uma das coisas mais esquisitas e mais engraçadas da fase da terra. COMO RIMOS COM AQUELA CENA! E o Turn It Off, que é um dos meus momentos favoritos no musical. Eu gosto muito dessa chegada dos meninos na África, e é o momento em que conhecemos os demais mórmons naquele setor. Toda a piada, toda a dança... está fantástica! E eu gosto muito da sessão intensa de sapateado, da rápida colocada daqueles coletes rosas brilhosos enquanto as luzes estão apagadas mas o sapateado não parou... claro que para o sucesso dessa cena, o Elder McKingley precisa ser ótimo, mas Grey Henson foi um excelente Elder McKingley. E eu amo esse personagem!
Deixei um parágrafo isolado específico para falar sobre MAN UP. Porque essa é minha cena favorita na peça, e acho que representa a grandiosidade de The Book of Mormon incrivelmente bem. É um momento de virada, é uma perfeita finalização para o primeiro ato, e o Elder Cunningham está deixando de ser um “seguidor” para ser um líder. Então eu gosto muito da graça da letra, e de toda a parte que ele canta sozinho... amo a versão mais rock'n'roll e desleixada do uniforme dos mórmons – adoro aquela coreografia, que considero intensa e sexy. Mas o que realmente confirma o momento como uma cena muito grande, é o restante do elenco. É um momento de reunião de todos os personagens, todos os momentos, músicas e tribos. Temos Elder Price cantando Orlando, temos Nabulungi cantando Sal Tlay Ka Siti, temos os outros mórmons entrando com Turn It Off, e os africanos no ritmo de Hasa Diga Eebowai. Todos aqueles cenários se juntando, todas aquelas vozes e canções se sobrepondo... é nesses momentos que eu não questiono o porquê de terem sido sete anos de produção!
Também amo Baptize Me. O ritmo, o momento de Cunningham e Nabulungi, e toda a dualidade da letra. Falando nesses dois... é sempre uma piada à parte a maneira como ele constantemente erra o nome dela. Mas o ápice foi com “worry about Nicki Minaj”. Eu não aguentei!

Esse elenco atual está maravilhoso. Fora os já mencionados, que desempenharam papéis incríveis, temos Gavin Creel como Elder Price; Daniel Breaker como Mafala Hatimbi; Lewis Cleale como a voz de Two by Two, pai de Price, Joseph Smith e presidente; Derrick Williams como o General Butt-Fucking Naked; e como guardas, Mormon, Jesus e o ensembleem geral, temos Stephen Christopher Anthony, Jimmy Bain, Jacob bem Widmar, Terren Wooten Clarke, Christian Delcroix, bem Estus, Charlie Franklin, Marja Harmon, Phyre Hawkins, Bre Jackson, Darius Nichols, John Eric Parker, Nick Spangler, Maia Nkenge Wilson, Tommar Wilson, Candice Marie Woods. E os swings: Graham Bowen, Delius Doherty, Camille Eanga-Selenge, Tyson Jennette, Trevor Leaderbrand, Matthew Marks e Christopher Price. Assistindo ao vivo, me pareceu que o envolvimento da platéia é bem maior, a vibração é mais intensa, mais palpável que nos outros shows até então. O sentimento conjunto de puro júbilo que pode ser sentido! Como os aplausos começam ao subir da cortina, ao Elder Price dar um passo à frente antes de falar qualquer coisa pela primeira vez... enfim, tudo muito intenso! E o musical está perfeito. Como sempre!

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I love you, baby!
Sabe como eu estou escrevendo esse texto? Com o CD de Jersey Boys tocando no notebook, revivendo cada um desses momentos, cada vez mais apaixonado. Jersey Boys é a história de Frankie Valli e o Four Seasons, uma banda de rock'n'roll dos anos 1960. O musical é absolutamente descontraído e gostoso de se assistir – temos o drama comum de um musical biográfico, embora ele não seja foco. É muito mais diversão beleza. Cenários lindos, figurinos incríveis, e essas músicas que são, certamente, a melhor parte do espetáculo. Adoro essas músicas, adoro a agilidade com que as coisas mudam de uma música para outra, e como mesmo assim cada uma é marcante! Amo as performances do Four Seasons juntos, aqueles passinhos tão anos 1960. Talvez um dos motivos de eu ter gostado tanto assim desse musical seja isso: o fato de eu amar tanto essa época, e esse tipo de roupa, de música, de dança... não tinha como não se apaixonar por Jersey Boys, tão perfeito como o é!
O musical é, então, narrado em estações.
Começamos com SPRING, que é narrado por Tommy DeVito. O musical começa com Ces Soirées-La, que é um cover do Four Seasons, gravado por um cantor de rap francês em 2000. E Tommy narra o começo daquilo tudo, exibindo a maneira como ele foi essencial para essa banda, porque foi ele quem idealizou tudo e quem juntou todo mundo. Afinal foi ele mesmo que tinha um trio, ele que chamou Frankie Valli para cantar com eles, e isso tudo... Tommy DeVito é um personagem de quem gostamos bastante, embora ele seja uma espécie de anti-herói. Porque mesmo tendo feito tudo o que fez, e sendo uma pessoa bacana aparentemente, ele também fez muita coisa errada, foi preso algumas vezes, devia uma infinidade de dinheiro a muitas pessoas... Tommy tem todo um ar de arrogância e superioridade que é controverso com suas falas divertidas, e com a maneira como cuida de Frankie e dos demais...
“Y is a bullshit letter. Is it a vowel? Is it a consonant?”
Eu gosto demais das músicas dessa primeira estação, e como elas são, na sua grande maioria, apenas pequenos trechos colocados juntos. Então temos momentos em que gostaríamos de escutar um pouquinho mais de Earth Angel, por exemplo (será que eu sou o único que escuta essa música e já pensa no Marty McFly, no Baile Encanto Submarino, tentando fazer sua mãe se apaixonar por seu pai?), mas é tão gostosa a maneira como uma música puxa a outra. Como pequenos trechos animados são de ritmos diferentes, e é tão gostoso escutar. E assistir. Ainda estamos conhecendo Frankie Valli, esperando pelo surgimento oficial do Four Seasons, e temos solos bem interessantes dele como I Can't Give You Anything But Love e My Mother's Eyes, embora ainda não sejam as melhores músicas da peça. E começam a procurar um quarto membro para a banda, enquanto ainda se chamam The Four Lovers, e têm idéias absurdas como aquela divertida I Go Ape.
“Você nunca viu filmes? Se você atira em alguém, tem que atirar nas testemunhas também. É uma regra básica!”
A segunda estação, SUMMER, é narrada por Bob Gaudio, e começa com (Who Wears) Short Shorts, que é uma divertida música contagiante que não sai de nossa cabeça por bastante tempo. É a prova de que Bob Gaudio é eficiente, e pode escrever um hit, pode ser de grande ajuda àquela banda. Bob Gaudio é meu personagem favorito, mesmo acima de Frankie Valli. Talvez tenha sido a interpretação de Quinn VanAntwerp, tão fofo e carismático, com um estilo meio geek todo certinho e inocente. Não tinha como não gostar dele, como até mesmo não se identificar um pouquinho. Então é quando entendemos que cada uma das estações será narrada por um personagem diferente, e adoramos a idéia! A personalidade de Bob Gaudio confere outro estilo ao musical, e eu gosto bastante dele, como já disse. E valorizo a sua contribuição – que me faz pensar que ele é, de fato, o mais importante sem o qual o The Four Seasons jamais teria existido. Ele trouxe ótimas músicas, ele motivou, ele colocou a banda no mapa, ele os guiou até o sucesso...
Claro que, desse modo, as melhores cenas ficaram para essa estação. Eu adorei as performances desses quatro juntos, aquela intensidade, aqueles deliciosos passinhos de dança. Tudo. Então eles partem da entrada de Bob Gaudio na banda, com Cry for Me, que é uma música LINDA e uma cena maravilhosa, até a formação oficial da banda. Sessões de backupcom An Angel Cried, I Still Care e Trance, que é uma cena rápida e divertida. Aquela cena do “sinal”, no qual eles decidem mudar o nome para The Four Seasons (o Tommy é ótimo nessa parte!), e os primeiros hits. Como Big Girls Don't Cry e Walk Like a Man. Que é uma das minhas favoritas. Também adoro aquelas performances para a TV. E os shows! Também December, 1963 (Oh What a Night), que você sai do teatro cantando!
E toda a emoção de My Eyes Adored You, que é linda!
O segundo ato, como é de costume, chega bem diferente do primeiro. Era mesmo de se esperar que outono e inverno fossem ser mais deprimentes, ou pelo menos mais calmos. Acabaram-se, praticamente, as performances de todos eles juntos, o tom é mais melancólico. Temos o FALLnarrado por Nick Massi, que Matt Bogart interpreta tão bem. Ele é divertido, fala umas coisas idiotas, e tem várias das melhores piadas. Como sua necessidade de começar seu próprio grupo. Amo essa voz que ele faz para as músicas, como ele é o tom diferente em momentos como Earth Angel. O seu momento desabafo sobre Tommy é engraçadíssimo! Enquanto a banda vai se desfazendo, temos, por exemplo, a cena de Stay, que começa com quatro microfones, e enquanto os eventos de desenrolam, diminuímos para três e por fim apenas dois, com Frankie Valli e Bob Gaudio sozinhos, interpretando a música... e quando a banda tenta se reerguer, continuar fazendo sucesso...
Entramos no WINTER, narrado por Frankie Valli. Esse personagem vem sendo interpretado por Joseph Leo Bwarie desde 2013 na Broadway, e antes disso em outras produções. Ele é o protagonista, oficialmente, e é carismático o suficiente para tal. Gosto de seus solos, de sua voz, e de tudo o que ele representa para o The Four Seasons... mas também acho que ele não seria muita coisa sem Bob Gaudio, que escreveu para ele músicas como C'mon Marianne e Can't Take My Eyes Off You, que é uma das melhores coisas desse musical. Eu achei super divertida a maneira como ninguém parecia confiar nessa música, como ninguém queria gravá-la... porque ela era “estranha” demais, e era muito lenta para ser uma coisa, muito agitada para ser outra. Mas Bob Gaudio garantiu que seria um hit. E por conta dele... é um dos momentos mais aplaudidos do musical. A interpretação de Frankie Valli para essa canção é ADMIRÁVEL. Aplaudimos e adoramos. Perfeito!
Jersey Boys termina de uma maneira excelente, daquelas de deixar saudade. Porque é o reencontro do Four Seasons, muitos anos depois, quando os membros originais da banda se juntaram para cantar mais uma vez juntos, após ganhar um importante prêmio. O Rock and Roll Hall of Fame, em 1990 reuniu a banda uma última vez. Parecíamos ter entrado “em uma máquina do tempo”. E na mesma ordem em que narraram os acontecimentos durante toda a história, cada personagem conta o que aconteceu com ele, e deixa o palco. Tudo tão bonito, tão emocionante, e nós tristes por estar acabando. Quando tudo chegou ao final, tivemos pelo menos mais um momento de performance dos quatro juntos com direito a dancinhas e tudo, temos uma interessante reprise de Oh What a Night no Curtain Call que é exatamente o que saímos cantando do teatro. E não só cantando, mas sentindo. Assistir a um musical não é apenas cantar e dançar; é sentir, e é viver. Eu gostaria de ver Jersey Boys novamente. Quem sabe um dia? Sei que se retornar para Nova York, eu vou querer fazer isso!










Jeff's Log, Stardate... 06 de Janeiro de 2015.

QUE DIA MARAVILHOSO! Melhor passeio em Nova York até agora!

Hoje eu decidi dormir mais. Porque eu estava cansado, porque o dia era longo, porque estava tão quentinho debaixo das cobertas que nem dava vontade de sair dali. O relógio despertou, eu desliguei e pensei: “Depois eu me viro”. Melhor coisa que eu fiz. Acordei tarde, descansado, mais feliz, e ainda aproveitei o meu melhor dia em Nova York. PORQUE FOI TUDO INCRÍVEL! Isso que o dia ainda não acabou, e são meras quatro horas da tarde enquanto escrevo esse texto... ainda tenho que descansar um pouquinho e ir ver The Book of Mormon à noite. Ai, ai, que dia maravilhoso esse de hoje, maravilhoso mesmo! As minhas melhores fotos, algumas das minhas melhores compras, e também os meus maiores gastos. Tudo o que eu não gastei nos dias anteriores eu compensei hoje!

Acordei, olhei pela janela... neve. Neve em todo lugar. As escadas de incêndio estavam brancas. As ruas estavam brancas. Os carros estavam todos brancos. E uma neve grossa continuava a cair insistentemente. O que eu fiz? Me entupi de blusa e desci. Porque eu precisa ver a neve de pertinho, senti-la, pisá-la... ser coberto por ela. Passei menos frio que ontem. Também pudera, blusas não faltaram hoje! Coloquei um moletom por baixo da calça jeans, além das duas meias, a blusa de lã sob o moletom grande, a jaqueta, o cachecol, o protetor de orelhas... E LUVAS! Resultado: foi incrivelmente gostoso andar lá fora. Andei com prazer, e não queria mais sair dali... enquanto os nova iorquinos provavelmente estavam entediados com tanta neve, eu estava turistando, tirando fotos dos prédios, do chão, de mim coberto de neve.

Eu merecia isso.

Já tinha mudado meus planos. E venho fazendo isso bastante desde que cheguei aqui. Meu planejamento feito em casa é um simples “guia”, para me dar idéias. Mas quando tinha previsão de tanta neve, eu disse a mim mesmo: “De jeito nenhum eu vou à Estátua da Liberdade assim!” Resolvi ir ao Madame Tussauds, mas quando saí do hotel... “Vamos fazer qualquer coisa, o que eu quiser. Andar e só”. E sim, foi isso que eu fiz. Andei na neve, e eu te digo: É MARAVILHOSO. Muito legal vê-la se acumulando nos seus ombros, na sua boina, no seu cachecol, protetor de orelhas... até quando ela cai no seu óculos você não se incomoda. A não ser quando ela chega ao seu nariz. Daí também ela já está ultrapassando limites! Não peguei o metrô na esquina. Continuei andando. Acabei cheio de neve, caminhei, vi lugares em cantos que não tinham sido pisados por ninguém, onde a neve estava mais fofa e gostosa; e cheguei a uma Starbucks. O que melhor do que um café?

Entre “grande” e “venti”, eu lembrei de Deixe a Neve Cair.

Depois, eu disse: “Vamos ao museu”. MELHOR MUSEU DE CERA DA MINHA VIDA! Okay, só estive em um na minha vida, em Foz do Iguaçu mesmo, e sei que a versão do Madame Tussaudsem Londres tem Harry, Ron e Hermione, mas ainda assim... QUE PASSEIO INCRÍVEL! Uma das melhores coisas aqui é: você pode fazer o que você quiser! Você pode tocar os bonecos de cera, se aproximar de verdade deles, abraçá-los, e tirar foto como bem entender. Não há restrições. E isso é incrível. Incomodei umas quinze pessoas para que tirassem fotos de mim com aqueles que eu não podia perder, como os Beatles, mas tudo bem. Vários brasileiros tiraram as minhas fotos. E uma mulher francesa. E um casal japonês. E um pessoal que falava espanhol. Enfim. Consegui fotos lindas, lindas, lindas. E amei toda a experiência... tudo era tão lindo, tão incrível, tão perfeito. Quase morri de emoção.

Entendamos: o Madame Tussauds é GIGANTESCO. São uns cinco andares, e você começa lá de cima e vai descendo. E você começa pelo “Opening Night Party”, tirando fotos com Leonardo diCaprio, Nicolas Cage, Johnny Depp, Jennifer Aniston [!], e um daqueles lugares onde eles tiram foto para você. COM O ONE DIRECTION. Eu sou um fã de One Direction, e as fotos ficaram lindas. Claro que eu comprei as duas! Uma ao lado de Niall, outra ao lado de Harry. Ao lado do Harry ficou mais bonita, por isso é essa que eu coloquei aqui! Depois você vai para “Film”, com Frankenstein, Marilyn Monroe, JUDY GARLAND como Dorothy, Steven Spielberg (e você pode sentar na cadeira de diretor, do lado dele), Indiana Jones, KATNISS EVERDEEN, e mais um lugar em que eles tiram fotos (e que eu também comprei!), com E.T., e é você quem está pedalando a bicicleta, com o E.T. Na cestinha, as árvores em volta, a lua atrás. Aquela cena clássica! Coisa mais linda, linda mesmo!

Daí você vai para “Television”, com programas tão clássicos dos Estados Unidos que a gente nem conhece. Mas tenho uma foto com a Oprah! Ha! E o Bob Esponja, tão fofinho montado em uma água-viva. Depois “The Gallery” e “Spirit of New York”, com Albert Einstein, Abraham Lincoln, táxis de Nova York e trabalhadores nos andaimes, Estátua da Liberdade... “Pop Culture” então. Com Michael Jackson, OS BEATLES, os Jonas Brothers (embora só estivesse o Kevin e o Joe, e eu me pergunto o que aconteceu com o Nick), N'Sync, Whitney Houston. Uma das melhores atrações: “Marvel Super Heroes”, com eles todos, e lindas versões do Thor e Capitão América. E também tem uma exibição em 4D que é MUITO DIVERTIDA. Basicamente a cadeira treme, você é molhado, e bolhas vem em sua direção... é incrível! Quase pulei “Authentic History” e “Sports Zone” (que eu não entendo nem conheço ninguém), e por fim “Music Zone”, com Lady Gaga, Katy Perry [linda!], Justin Timberlake... é tudo perfeito!

Queria ficar mais tempo lá dentro. Ver mais.

Saí, passei mais um pouquinho. A neve estava mais fraca, e a quantidade de pessoas pisando ali perto da Times Square fizeram a neve do chão derreter. Ainda tínhamos toldos e carros com neve, mas não tanto o chão. Passei na loja de souvenirs da Broadway e comprei dois Cds; um de Mamma Mia, que eu não tinha comprado ontem. Outro de The Book of Mormon, o musical de hoje. Numa versão deluxeLINDA! E (mãe, pode chorar; você realmente vai ficar sem mesa) mais um quebra-cabeças. Mas me entenda: era um quebra-cabeças da BROADWAY! Com um zilhão de Playbills. Lindo demais, minha cara. Eu precisava. Peguei o metrô, dessa vez, diretamente na estação da 42ndStreet, que nem parece uma estação. Parece um mini-shopping. E cheguei numa espécie de sebo, mas não tinha livros. Eram LPs, CDs, DVDs, Blu-rays... TANTA COISA! Comprei uns CDs que não são para mim. Mas acho que serão bons presentes (espera só, amor!). E comprei uma versão definitiva de Harry Potter and the Chamber of Secrets.

Que eu já tenho a versão brasileira, mas você me entenderia se visse. Ela é tão imensa, tão bem produzida, não se parece em nada com a nossa. E estava apenas 9,99 dólares. Era quase um presente!







Blá blá blá blá blá blá blá blá blá – disse o Palestrante.
MARAVILHOSO! Fiquei deliciosamente surpreendido ao assistir o musical dos Mamonas. Com um elenco talentosíssimo e as músicas envolventes que conhecemos, tanto dos próprios Mamonas Assassinas como também da banda Utopia (o nome deles antes de entrarem no gênero que de fato os levou ao sucesso) e de outras grandes bandas da música brasileira que lhes serviram de inspiração, como Legião Urbana. Teve até Guns N’ Rosescom Sweet Girl of Mine e um pouquinho de The Beatles, já que eles fizeram uma divertidíssima versão de Hey Judenaquela cena em que eles estavam nos Estados Unidos e tudo o mais… com muito bom humor e alto-astral, o musical é divertido, emocionante e profundamente nostálgico. Segundo eles, o “Primeiro Musical Biográfico Besteirol Brasileiro”, é um musical simplesmente fantástico, que reflete muito bem o estilo dos Mamonas Assassinas, na irreverência do texto, das músicas, da coreografia e a deliciosa interação com a plateia que acontece continuamente, seja com o Dinho cantando Robocop Gay e sentando no colo dos rapazes da plateia ou qualquer coisa assim…
Isso é uma das características que eu achei mais interessantes no musical. Quando ele começa e a música enche o teatro, nós já precisamos controlar a emoção, enquanto um sorriso involuntário se espalha por nossos rostos. Parte do elenco (o Ensemble) aparece do fundo do teatro, vestidos com as roupas que os Mamonas usaram ao longo de sua carreira (como o Robocop Gay, a Pitchula, o Chapolin Colorado) cantando um medley com várias das músicas que adoramos, como Pelados em Santos, Robocop Gay, Vira-Virae Mundo Animal. E nós cantamos juntos, aplaudimos, nos envolvemos – e chamamos pelos Mamonas Assassinas que, por sua vez, aparecem como Anjos no céu. Ou seja, eles já começam o musical em algum momento depois de sua morte, recebendo uma mensagem e um comunicado do Anjo Gabriel, que diz que o Brasil está muito careta e precisa deles; por isso eles estão convocados para fazer um “musical biográfico”, sobre a vida deles. É toda uma interação muito bacana entre eles para entender a missão e como funciona um musical biográfico. Até que Dinho comece a cantar Faroeste Caboclo
“Essa música tem 11 minutos! Se for nesse ritmo a gente não vai acabar essa peça nunca!”
O musical é repleto de metalinguagem, o que eu achei um máximo. Adoro o recurso, em quase qualquer mídia, e acho que torna tudo ainda mais mágico e divertido – o que tem tudo a ver com a proposta de Mamonas, o Musical. A própria questão dos “11 minutos de Faroeste Caboclo” são uma primeira prova incontestável disso, bem como a missão dada aos 5 integrantes da banda de fazerem um musical biográfico sobre “eles mesmos”. Depois disso, o negócio explode. Nós temos atores saindo de cena dizendo que “precisam trocar de personagem”. Nós temos a “dona da casa” dizendo que “Só contrataram 4 mulheres, então eu preciso aguentar isso aqui!”, se referindo à Gordinha Bela, Recatada e de Itu. Muita coisa da loucura de transição, e de como tudo acontece rápido, ou mesmo o momento do “É claro, porque já estamos em 1994”, com o Júlio explicando que isso se chama elipse. E o meu favorito, sem sombra de dúvidas, que é o momento em que o Apresentador se transforma no Vereador Celestino e sai do palco respondendo à pergunta de onde ele vai com um irreverente: “Vou procurar meus pés! Perdi eles na outra cena, não sei onde eles estão!”
A plateia esteve, durante todo o espetáculo, muito presente e muito envolvida. Não é de se espantar, por exemplo, que tenhamos reagido com tanto entusiasmo quando eles começam a cantar Pelados em Santos. É claro que a plateia foi à loucura! Porque é maravilhoso. E é essa a sensação nostálgica deliciosa que o musical nos proporciona: em vários momentos, a impressão é de que não estamos mais em um musical sobre os Mamonas, mas de volta à época deles, em um show. A possibilidade de fundir-nos com a narrativa, de gritar, cantar junto, aplaudir reproduz a deliciosa sensação de estarmos em um show dos Mamonas Assassinas, e é por isso, também, que a experiência é tão deliciosa, tão memorável. Certamente inesquecível. Deixamos o teatro felizes, sorridentes. O musical também fez uma escolha de não acabar com a morte dos Mamonas (eles de Anjo desde o início já nos mostra isso, nós sabemos o que aconteceu), mas com o discurso emocionante do Dinho ao se apresentar no Thomeuzão, e assim nós saímos do teatro no maior alto-astral, e não tristes…
O que é bonito e uma escolha do roteiro.
Musical belíssimo! <3

Para outros musicais no Brasil, .









“Você tá saindo com outro homem, Rebeca?”
A novela está tentando nos vender a ideia de que a única pessoa inteligente nesse negócio todo é a Regina? Quer dizer, porque ela vê um vídeo do André, todo fantasiado, de cabeça baixa, e o reconhece, mas ninguém consegue reconhecer que a “Paola” é ela? Enfim, deixando isso de lado, acredito que tivemos uma semana boa em Cúmplices de um Resgate. Ainda meio arrastada, as coisas ainda pareceram lentas, mas nós tivemos uns momentos muito gostosos, como a Meire toda apaixonada pelo Raul Gil invadindo o palco e coisas assim… e sobre o Maurício, definitivamente não dá para suportá-lo, mas talvez vocês discordem de mim em relação à minha posição com a Rebeca. Eu não acho que ela esteja sendo muito sensata ou no mínimo suportável. Mas enfim, voltarei a isso mais tarde. Voltando à questão toda de reconhecimento e possível desmascaramento, eu espero mesmo que essas descobertas recentes da Alícia levem a alguma coisa e que seja esse o intuito final de tê-la tornado governanta de “Paola”: quer dizer, ela já encontrou uma peruca da Regina e as roupas do Geraldo no quarto da Isabela.
Porque o Téo, infelizmente, acabou não descobrindo nada.
Sim, ele ficou todo incomodado com a situação, mas ele e a Isabela passaram a assumir algo completamente diferente da verdade e isso ficou por isso mesmo. Também tivemos mais informações sobre a Isabela buscando algum tipo de tratamento para o Téo, e eu reforço a minha ideia de que não sou contra ele voltar a enxergar (o Ramonzinho também voltou a enxergar!), eu só quero que eles conduzam isso direito para não passar a mensagem errada. Achei extremamente forte quando ele disse para a Isa: “Eu me aceito como eu sou e eu não quero mudar. Desculpa”, e eu já me pergunto quem é que está sofrendo mais com toda essa história, porque a Isabela está sentindo tudo muito intensamente, e a sua frustração é palpável. Achei que quando ela foi confidenciar com o Mateus (o que gerou toda aquela paranoia na Sabrina, que entristeceu também o Téo) fosse algo referente a isso, mas era apenas um plano para o Mateus se passar por “Andrez” e despistar a “Paola”. Deu tudo certo, gostei de ver Mateus e Dóris em um novo cenário.
E a história do totem mágico que “transformou” o Nico em galinha?
Quem está tentando roubar é o Maurício, não? Parece bem óbvio!
Então vamos falar de Maurício e tirar isso do caminho de uma vez. Eu achei ele bastante atrevido, de um jeito profundamente irritante. É muita cara-de-pau chegar para a Rebeca falando as coisas que ele disse, sobre como as abandonou porque teve um motivo, mas agora está de volta e quer retomar sua “família”, que ela só precisa terminar com o Otávio e pronto. Como se as coisas fossem simples assim. Sinceramente, foi ridículo e absurdo. Ele acha que sumir por 12 anos pode ser apagado assim de existência de uma hora para outra. Meu sentimento em relação ao imbecil do Maurício foi nojo. E é isso. Mas sinceramente, a Rebeca não fez nada do que eu queria que ela fizesse, então me deu uma preguiça de acompanhar a trama. Ela devia ter sido forte, dado um basta e fim. Não acho que a Rosa jamais seria fraca dessa maneira. Foi burrice, todas as ações da Rebeca. Não vi emoção (como quando ela lia a carta), vi doença. Assim, ela deixa de comprar um terreno com o Otávio e é claro que os dois brigam novamente…
Não que isso seja uma novidade, como disse a Isabela.
Mas dessa vez pode ser mais sério.
Isso vai apenas postergar o casamento do casal, é uma jogada inteligente do roteiro, mas eu achei um pouco vergonhoso. Inclusive eu estou com medo de como será a tentativa de aproximação de Maurício com as meninas na próxima semana. Otávio perdeu a paciência com a Rebeca, eles brigaram sério dessa vez. “Você tá saindo com outro homem, Rebeca?” E quando ele disse aquele “Não tem o que entender. Sinceramente, Rebeca, eu tô cansado disso tudo”, eu concordei com ele. Não que ele nunca tenha errado, porque ele também é um pamonha e vive errando, mas eu cansei. Sinceramente cansei. Deu foi é dó da Manuela indo até a cidade para conversar com ela, achando que ela e a irmã podiam ter alguma culpa na briga. Mas pior ainda foi quando a Manuela viu a Rebeca conversando com o Maurício, viu os dois segurarem as mãos, e então tudo ameaçou desandar de um modo grosseiro… Isabela não deu atenção às preocupações da Manu, mas quando ela foi conversar com a Rebeca, EU sofri. Foi bem forte ver a Manu magoada daquele jeito com a mãe e com toda a situação, pra baixo, quase indiferente.
Olha, Rebeca, você conseguiu magoar a Manuela.
Quer dizer, podia ser a reação da Isabela, mas a Manu triste daquele jeito com a mãe…
E agora vamos falar de bandas. Na principal trama da semana para as bandas, eles foram se apresentar no programa do Raul Gil, e foi um máximo, especialmente pela Meire (ela gritando “LINDO!” da plateia, a Lola fofa tentando fazê-la se sentar novamente, ela invadindo o palco, os seguranças entrando para tirá-la). Apenas Os Insanos cantaram, no fim das contas (“Envelheço na Cidade”), porque a C1R não pôde cantar pela ausência de Andrez. Sorte da Isabela. E foi comovente ver a humanidade de Isabela quando ela demonstra fraqueza e nervosismo. Se mostra vulnerável. Ela estava apavorada antes de subir ao palco, dizendo coisas como “Tem um milhão de coisas passando na minha cabeça, e todas elas são horríveis” e “Tá tudo me irritando no momento!” A Manuela tentou ajudá-la, dizendo que ela precisava confiar mais nela mesma e que era a sua grande chance… não que isso fosse particularmente um incentivo. E aquele devaneio da Isa em que ela desafinava no palco foi bastante humilhante, foi um pouco angustiante perceber como aquilo estava sendo quase torturante para a garota.
Mas finalmente ela cantou. E cantou bem.
Foi simples, foi tudo bastante rápido, não foi a melhor maneira de fazer isso. Mas não quer dizer que não tenha sido bom. Eu até gostei. Talvez eu preferisse uma ajuda da Manuela, ou da banda do Vilarejo, ou mesmo do pessoal da C1R que são péssimos amigos para a Isa e não a ajudam em nada… de todo modo, eu gostei muito da determinação da Isabela, ficando no estúdio para ensaiar sozinha (baixou a Sharpay naquele aquecimento!), e aos poucos ela foi melhorando. E Safira ajudou muito nesse processo (que foi mesmo bem rápido). Falou de confiança, de tensão, de relaxar os músculos. Por fim, Isabela finalmente cantou muito bem, afinada, linda. E então desafinou novamente, porque nem tudo é instantâneo, ainda que seja novela. Então Safira fala de tom – sobre como ela não precisa imitar o tom da Manuela, que ela tem que respeitar seu próprio tom. E então melhorou de vez. Isabela e Safira cantaram juntas Superstar. Estou agora esperando ver a Isabela cantar bem na frente de toda a banda, para poder esfregar um pouquinho na cara deles.
Francamente, eles merecem.

Para mais postagens de Cúmplices de um Resgate, .

P.S.: Geraldo está mesmo tentando se redimir ou o quê? Ele parece ter se emocionado com a voz da Safira cantando, e ele cumpriu a promessa de ir se encontrar com a Priscila, a abraçou, a chamou de filha e seus olhos se encheram de lágrimas… mas ainda me parece forçado, não consigo confiar nisso não.

P.P.S.: Virou uma confusão de triângulo-quadrado-pentágono amoroso infinito n’Os Insanos, não? O Benjamin gosta da Priscila, a Priscila gosta do Omar, o Omar gosta da Chloé e eu achei que a Chloé gostasse do Benjamin, já não sei mais. Fiquei feliz pelo Omar quando ele deu a revista de arquitetura para a Chloé e pareceu ter sido algo positivo. Também fiquei muito contente pelo fora que a Priscila deu no Benjamin (“Eu gosto do Omar, não de você! Se toca!”), mas Pri vai sofrer de novo por amor? Ai ai!










Cazuza era um cantor excepcional.
E um poeta ainda MELHOR.
A base de todo o musical Cazuza – Pro dia nascer feliz é a sua criação poética. Passando por seu momento mais rock’n’roll com o Barão Vermelho e sofrendo com toda sua trajetória com a AIDS, nos comovemos pra valer com a maneira como ele consegue escrever e com quão lindas são suas composições – é sublime poder ver músicas serem escritas bem na nossa frente, suas interpretações também soam repletas de emoção e veracidade que nos comovem. O musical fica incrível. E que letras!
São as músicas que fazem tudo ficar ainda maior e mais bonito – são essas músicas, essas diferentes interpretações e esses atores fenomenais que dão movimento ao musical, que tem um cenário bem limitado. Eu, como todos vocês já sabem, sou um apaixonado por grandes números em grupo e por coreografias bem feitas… então não é de se espantar que eu tenha verdadeiramente me apaixonado pelos momentos em que o elenco todo entra para cantar em coro alguma música como Exagerado. Aquilo fica tão LINDO!
Incrível.
Mas duas músicas adquiriram uma nova imagem em minha cabeça. A primeira delas é Pro dia nascer feliz. Eu nunca mais a escutarei sem lembrar-me daquela ótima cena! Cazuza está saindo com Ney pela primeira vez, há toda a questão sexual entre os dois, e então todos os rapazes entram tirando suas roupas… estamos tão no começo do musical, e mesmo sabendo que não há pudor numa história de Cazuza, é uma surpresa muito grande. Com apenas duas meninas no palco, o restante dos meninos está se abraçando e tudo o mais no chão, e aquilo fica assustadoramente sensual, uma cena belíssima e muito bem construída. Parabéns a quem pensou nisso desse jeito!
E outra foi Faz parte do meu show, que ainda vem logo depois de Todo amor que houver nessa vida. Mas ela ficou tão bonita, tão romântica, tão perfeita. Na verdade Serginho e Cazuza estão tendo mais uma de suas brigas, e Cazuza está dizendo coisas lindíssimas enquanto Serginho luta para não se render, mas não resiste até o final… fica terno, fica natural e fica muito bonito – o restante do elenco ainda entra no final para terminar a música junto a eles, e é tudo tão grande, tão bonito, a música fica ecoando em nossas cabeças, simplesmente perfeita.
Outras músicas que marcam o primeiro ato são Vem Comigo, que eu realmente amei; Preciso dizer que te amo que foi uma composição de Cazuza, Dé Palmeira e Bebel Gilberto, e vemos isso acontecer de maneira muito bonita e ao mesmo tempo engraçada (“uma coisa entalada na garganta”). Carente Profissional, que ficou PERFEITA, INCRÍVEL, MARAVILHOSA. Uma das minhas músicas preferidas do primeiro ato; Maior Abandonado que é fenomenal e importantíssima na amizade de Cazuza com Frejat e Mais Feliz, que termina o primeiro ato de maneira melancólica.
Querendo muito um abraço da minha mãe, retornamos para o segundo ato sabendo que o número de músicas ali é bem reduzido. Mais curto que o primeiro, como de costume, não é tão mais curto assim, mas notamos uma clara diferença no tom do musical – aqui o musical adquire um tom muito mais pesado, muito mais sério (embora Cazuza esteja fazendo seus comentários irreverentes e brincadeiras que o caracterizam e que fazem com que nos apaixonemos por ele) e a história é mais densa. Em menos quantidade de cenas, o musical consegue fazer com que cada uma delas seja memorável e única. Fascinante.
Temos a maravilhosa versão de Ideologia no hospital em Boston, tentando tratar a AIDS, e ela acontece durante uma convulsão de Cazuza, então é verdadeiramente sofrida e difícil de assistir. Mas vê-lo mais parado, mais sério, e com aquelas roupas de hospital levantar na cama e cantar? Não tem preço. É assim também que temos uma belíssima versão de Codinome Beija-Flor, cantada com os pais, que ao mesmo tempo em que é bonita por mostrar eles ali com ele, também é triste por mostrar o medo do pai de se aproximar dele por causa da falta de conhecimento a respeito da doença. Ótima cena.
Xuxa?
Eu ri.
Malandragemé o ápice do segundo ato. A música é maravilhosamente bem interpretada, mostra o Cazuza retornando ao Brasil, tomando AZT e já melhor –mas a irresponsabilidade não o desacompanha, mesmo com os amigos que sempre estão ali dispostos a ajudá-lo. A cena ficou perfeita, bem como Blues de Piedade, O Tempo Não Pára e Poema. É triste ver a decadência do Cazuza, ver a doença se tornando mais grave, vê-lo falar com Zeca, contar da doença e então cair, sem sentir mais as pernas – foi quando eu comecei a chorar.
O que me comoveu ali foi a emoção que Emílio Dantas transmitiu ao cair ao chão, gritar pela mãe e chorar no colo do pai, de maneira tão forte. Era de partir o coração. Vê-lo na cadeira de rodas, com os lábios sem cores, gente que interpretação! Além da caracterização perfeita, Emílio está no auge de sua interpretação, nos comovendo de verdade com a entrevista à revista, e cantando Vida Louca Vida, com direito a narrativa de Lucinha. É o momento em que não estamos mais ouvindo nada, nem Sorte e Azar, estamos apenas chorando, chorando e chorando.
Belíssimo musical. No fim estamos todos fungando e enxugando os olhos. E é merecido o momento em que nos levantamos para aplaudir, mesmo antes de realmente chegar ao fim – a entrada final de Cazuza é espetacular. Brasil é uma música perfeita nas suas duas versões (no meio do segundo ato e depois, na curtain call). Todas as músicas são incríveis, perfeitas e colaboram para que essa história seja contada de maneira convincente e completa, perfeita como está. Não perca!
Posso só pedir uma coisa: façam um musical do Renato Russo agora. Por favor?

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School down! Let’s rock’n’roll… school down!
Um desabafo de Cody Martin em forma de letra de música, é isso? Provavelmente você não vai se lembrar de Zack & Cody como uma série musical, não é o caso como em Hannah Montana, mas as séries costumam testar o talento musical de seus protagonistas em algum momento, toda vez. Quem não se lembra, por exemplo, de Raven, embora fosse uma estilista, cantando na ópera da escola, vestida de menina rica que foi às compras no shopping? Temos um episódio divertidíssimo de Zack &Cody: Gêmeos em Ação que traz uma competição de bandas no Hotel Tipton, e nós temos alguns momentos MUITO interessantes. A formação da banda envolve Zack, Cody, Max e Tapeworm, e eles começam o episódio se apresentando de forma divertida (e muito boa) com a banda Rock Squared (que eu escreveria como Rock2 porque ia ficar muito bonito esteticamente!) e se preparando para uma competição que também envolverá Maddie e sua banda com o mala (oh personagenzinho ruim!) do Lance. Bem, basicamente o que temos, segundo os próprios personagens, é uma competição entre 12-year-olds and cute versus 15-year-olds and hot.
E é ótimo!
Tudo começa a não funcionar mais para Zack e Cody quando eles brigam demais, não sem motivo. Quer dizer, eles são irmãos! Então é natural… Cody, o compositor, acha que o Zack não leva nada a sério, nem os ensaios, nem a música, só o visual e o cabelo. Zack acha que Cody fica muito mandão e chato. Nenhum dos dois está totalmente errado. É o que Carey tenta mostrar para os filhos através de uma história antiga (e divertida) sobre sua primeira banda, mas cada um escolhe entender de sua própria maneira. Por fim, Cody acaba desistindo e deixando a banda, formando uma nova banda para que possa competir, uma nova banda que vá cantar sua música e se dedicara a ela como ela merece: Arwin e Muriel. NÃO SEI QUEM É MELHOR! Mas aquela roupa da Muriel está excelente. Mas como a banda precisa DOS DOIS – do estilo de Zack e da música de Cody –, Max tranca os irmãos no armário para que eles possam conversar e fazer as pazes, e então descer e participar da competição como deveriam fazer.
Mas é claro que eles ficam trancados lá dentro.
Enquanto isso, Maddie enfrenta seus próprios problemas com sua própria banda, e eu me diverti TANTO. Quer dizer, o Lance é um idiota, mas a London oferecendo os 5 mil dólares que eles precisam para repor os instrumentos arruinados pela água em troca de entrar na banda é um máximo. Primeiro, O QUE É A LONDON COM AQUELE PANDEIRO? Bem, a London (já a London que AMAMOS) me diverte do início ao fim, com toda a empolgação dela, aqueles movimentos exagerados com o bandeiro, passinhos idiotas, TUDO. E quando ela desce ao chão, tocando pandeiro, empolgadíssima? E quando resolve cantar?! É um máximo a Maddie cantando toda séria, e a London com seu sorriso hilário e seus passos engraçados. A apresentação na competição foi igualmente bizarra, mas muito divertida! Mas, embora muito engraçado, deu um pouco de pena de London quando esbarrou no microfone e percebeu que ele estava desligado… especialmente quando a Maddie diz no microfone que ela é péssima e ela sai toda tristinha.
Mas é um bom episódio para as duas, fazendo as pazes no final.
Bem como para Zack e Cody, fazendo as pazes e ARRASANDO no show!
Ganhando o prêmio, afinal o/

Para mais postagens de Zack & Cody: Gêmeos em Ação, .
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Neste raio de suruba, já me passaram a mão na bunda, e ainda não comi ninguém!
Quando um musical dos Mamonas Assassinas foi anunciado, nós sabíamos que não tinha como não ser um sucesso – envolvidos com as músicas da irreverente banda, nós saímos do teatro em uma felicidade deliciosa. Cantando. Passamos dias cantando as músicas, dançando o delicioso fado do Vira-Vira. O musical é inteligentemente construído em cima tanto de músicas dos Mamonas Assassinas (com experiências deliciosas de envolvimento profundo da plateia, cantando junto, aplaudindo e gritando, como se fôssemos parte de um show dos Mamonas) como de outras bandas de sucesso, sejam elas Legião Urbana, Pink Floyd, Guns N’ Rosesou Rush. Tudo é, claro, envolvido em um sentimento de pura nostalgia. Nós estamos cantando junto com eles, nos divertindo horrores com as performances, aplaudindo e gritando, e ocasionalmente nos emocionando profundamente. Não tem como evitar isso. E, ao fim do musical, estamos atendendo ao pedido do Anjo Gabriel e fazendo o pedido de bis, gritando loucamente “Mais um! Mais um! Mais um!” que, infelizmente, acaba depressa demais com os garotos se apresentando para os aplausos finais.
Como todo mundo estava lá aguardando as músicas dos Mamonas, o musical começa lindamente com o Ensemble saindo do fundo do teatro vestidos com roupas clássicas que nos lembramos de ver os Mamonas, tantos anos atrás. Chapolin Colorado. He-Man / Robocop Gay. Enfim. E cantando um medley com várias das músicas que adoramos, como Mundo Animal, Pelados em Santos e Vira-Vira. Depois, as músicas dos Mamonas mesmo são jogadas lá para a frente, afinal temos toda uma história para contar, que é embalada pelo som de várias bandas famosas, músicas muito boas que me emocionaram. Tivemos, logo de cara, por exemplo, um trecho de Faroeste Caboclo. E, principalmente, depois de Comidanós tivemos Geração Coca-Cola, e aquela música me arrepia inteiro toda vez que a escuto. Não dá para evitar. Temos também Another Brick in the Wall, Tom Sawyer e aquela versão toda zoada do Dinho cantando Sweet Girl of Mine. E a emocionante Terra de Gigantes, que eu adoro. “Hey, mãe! Eu tenho uma guitarra elétrica!” Esse tipo de música marcou a caminhada dos cinco garotos como Utopia, quando o sucesso ainda não chegou, de fato, a acontecer.
Dinho começou a transformar isso tudo. Foi num comício do engraçadíssimo Geraldo Celestino que ele cantou Pelados em Santos pela primeira vez para um público. E FOI UM SUCESSO. Nós representávamos esse público, indo ao delírio, cantando junto (enquanto o Celestino fazia umas expressões fantásticos, palmas para Patrick Amstalden!). Depois veio, já logo em seguida, o delicioso Robocop Gay. E era isso. Quando eles mostraram as músicas novas para Rick, ele ficou verdadeiramente estarrecido. E os meninos com medo de que ele não tivesse gostado, mas é claro que ele ADOROU. Então a banda se transformou de verdade. Rick foi quem se dispôs a gravar as músicas deles, caso eles mantivessem essa linha do humor. Nada de divisão, quatro músicas sérias e quatro engraçadas. Não. Só mantendo-se na linha do humor, porque isso era o que eles eram e o que o Rick queria gravar, e sabia que seria sucesso. E foi, não foi? Só faltava uma coisa: mudar o nome da banda. Afinal, convenhamos: Utopia não tinha mesmo a ver com a nova proposta da banda.
Mamonas Assassinas do Espaço?
Depois dessas músicas, nós acompanhamos várias e várias deliciosas músicas dos Mamonas Assassinas, nas mais divertidas performances aplaudidas pela plateia. Tivemos Uma Arlinda Mulher, Chopis Centis, Jumento Celestino, Mundo Animal, Lá Vem o Alemão… mas me parece que o que eu mais saí cantando do teatro e que foi mesmo um dos meus momentos favoritos, foi Vira-Vira. Eles terminaram o primeiro ato sem cantar a música, mas ela já tinha sido apresentada na divertidíssima cena do carro de João Augusto Soares, com Lígia gritando Suruba! Parece que eles escolheram deixar o público apreensivo, no suspense da enfim apresentação da música – que aconteceu com eles de Chapolins Coloroados, no programa do Jô Soares. E, claro, foi divertidíssimo! O Júlio sendo a Maria Portuguesa, e depois o Jô dançando com eles e tudo o mais… um máximo! Uma que não chegou a ser cantada por eles no musical foi Sabão Crá-Crá, mas foi apresentada divertidamente em dois momentos. E o musical acaba com um pouquinho de Chopis Centis, e de volta o Ensemble nas roupas da primeira cena. Emocionante, divertido, realmente de se aplaudir em pé, sem dúvida alguma!
Minha felicidade é um crediário nas Casas Bahia.

Para outros musicais no Brasil, .









Without love life is rock’n’roll without a drummer.







“You may be the Chosen One, mate, but this is a whole lot bigger than that”
Estamos chegando ao final da franquia de Harry Potter, e as emoções agora estão MAIS FORTES do que nunca! A cena de introdução do longa já nos mostra isso muito bem, de forma melancólica – Hermione está saindo para caçar Horcruxes, apagando-se da memória dos pais… e Harry está se despedindo dos tios, do primo, da casa vazia e de toda uma vida que está ficando para trás. A casa vazia, o antigo quarto de Harry, e o quartinho embaixo da escada… aquilo parece uma dolorosa despedida da FRANQUIA em si, e a cena nunca falha em me comover. É assistindo a Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 que eu mais tenho vontade de voltar e recomeçar a minha maratona, porque eu sinto que está chegando ao fim. E, para ajudar, nós temos um filme bem diferente do modelo com o qual estávamos acostumados… se os jovens estão saindo para caçar Horcruxes…
…não temos mais Hogwarts!
Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 foi lançado em 2010, e é a primeira parte da adaptação do livro homônimo de J. K. Rowling, publicado em 2007. Aqui, Harry, Ron e Hermione estão mais SOZINHOS do que nunca, como várias cenas expressam, e estão andando em buscas sem fim atrás de Horcruxes e meios de destruí-las, sem muito sucesso… acampamento precário atrás de acampamento precário, solidão, ao menos eles têm um ao outro. Mas o filme tira os personagens de Hogwarts, sempre tão cheio e movimentado, e os deixa isolados em vários lugares, seja no Largo Grimmauld, 12, seja em Godric’s Hollow. E com a influência constante do Medalhão de Slytherin, a única Horcrux que eles têm, e não conseguem destruir, eles estão com os nervos à flor da pele, em meio a tudo o que está acontecendo.
E tudo é muito forte.
O filme começa bem, quase divertido, depois da introdução melancólica. Apresenta a ideia dos “7 Potters”, através da Poção Polissuco, mas a cena leve e divertida se converte em um momento emocionante, quando Hagrid diz que é justo que seja ele a levá-lo embora da casa dos Dursley, enfim, e é profundamente TRISTE quando Edwiges se sacrifica pelo dono. A cena é repleta de ação e angústia, perseguições de Comensais da Morte, e o próprio Lord Voldemort atacando Harry, e as consequências são graves… Jorge perde uma orelha. Moody é o primeiro a morrer. Com ninguém confiando em ninguém quando chegam à Toca, finalmente, e o Harry correndo para abraçar Ron e Hermione, nós temos a clara definição de o que será esse filme: mais carregado, mais triste. Não é brincadeira mais. As coisas são sérias e pessoas vão morrer.
Não bastasse termos que nos despedir da franquia!
Em algum momento, Harry tenta ir embora sozinho, caçar as Horcruxes ele mesmo, mas Ron lhe diz que eles não sobreviveriam um dia sem a Hermione, e dá uma baita lição quando Harry diz que “não vai deixar que ninguém mais morra por ele”, dizendo que isso “não é sobre ele, nunca foi, é muito maior do que isso”. Aquela fala ME ARREPIA. Então Harry fica uns dias n’A Toca, esperando o casamento de Gui e Fleur, uma cerimônia da qual todos precisavam, com tudo o que estava acontecendo… uma cerimônia antes da qual o Ministro da Magia aparece para ler o misterioso testamento de Albus Dumbledore e entregar ao trio o que ele deixou a cada um: a Hermione, uma cópia de “Os Contos de Beedle, o Bardo”; a Ron, o seu desiluminador; e a Harry, o pomo-de-ouro de seu PRIMEIRO jogo de Quadribol, além da Espada de Gryffindor.
Essa última, no entanto, não lhe pode ser entregue.
O casamento, infelizmente, é interrompido por um Patrono que anuncia “The Ministry has fallen. The Minister of Magic is dead. They’re coming”, e então A Toca é brutalmente atacada, e Harry, Ron e Hermione juntam suas mãos e aparatam para longe dali, começando a jornada solitária na madrugada do aniversário de Harry, quando ele completa 17 anos, atinge a maioridade bruxa e, ao invés de um bolo, ganha uma perseguição em uma lanchonete, resultando em um momento sem qualquer trilha sonora que anuncia “We’re alone”, quando eles chegam à antiga casa de Sirius Black e sede da Ordem da Fênix. A passagem, rápida, pelo Largo Grimmauld, 12, os ajuda a entender quem é R.A.B., que estava com a Horcrux verdadeiro de O Enigma do Príncipe (irmão de Sirius!), e nos traz de volta Dobby. O ADORÁVEL DOBBY!
Como eu amo aquele elfo!
Sabendo, através de Dobby, Monstro e Mundungus Fletcher, que o verdadeiro Medalhão de Slytherin ainda não foi destruído e está com Dolores Umbridge, o trio só pode fazer uma coisa: INVADIR O MINISTÉRIO DA MAGIA! E que sequência apaixonante! Com a Poção Polissuco, os três conseguem entrar numa versão do Ministério tomada pelos Comensais da Morte, com julgamento terríveis de nascidos-trouxas, acusados de atrocidades, enquanto são ameaçados por tenebrosos dementadores… tudo é um intenso absurdo! Mas nenhum deles, ainda, pode fazer muita coisa a respeito disso, por isso eles focam em encontrar o Medalhão (embora Harry veja fichas arrepiantes de meio-sangues que precisam ser “eliminados”), e o conseguem, pendurado no pescoço da própria Dolores Umbridge, quando o Harry pode falar, novamente, um gostoso “You’re lying, Dolores. And one mustn’t tell lies”.
Reconfortante.
Mas a escapada do Ministério é angustiante.
Tão angustiante que acaba com a Hermione tendo que levar Harry e Ron para o meio de uma floresta, ao invés de para o Largo Grimmauld, e o Ron acaba estrunchado, com o braço quebrado, sangrando muito… é um desespero que só! E então começamos a longa jornada através de acampamentos, enquanto Ron melhora, antes de poder aparatar novamente, e eles tentam sem sucesso destruir a Horcrux encontrada… eu chamo a atenção para o modo como Ron diz que “Dumbledore os mandou atrás das Horcruxes, mas não disse como destruí-las”, enfatizando como isso o incomoda, mas e se Dumbledore FALOU como destruí-las? Ele não deixou a Espada de Gryffindor a Harry Potter por acaso! De todo modo, eles não sabem disso, e se alternam para usar a Horcrux de Voldemort, que interfere diretamente no sistema nervoso já abalado de todos eles…
Então as coisas se tornam INTENSAS.
Com o Ron escutando o rádio diariamente, na expectativa de “não ouvir notícias ruins”, enquanto eles caminham rumo a qualquer lugar, mas sem poder ficar parados, por causa dos sequestradores, um dia em que ele passa quase inteiro com o Medalhão de Slytherin no pescoço resulta em fatos catastróficos. Nervoso, angustiado, preocupado com a família, com ciúmes de Hermione e ainda com os sentimentos intensificados pela Horcrux, Ron fica excessivamente BRAVO e nós temos a PIOR briga entre Ron e Harry, sendo o ápice aquele grito de “No, you don’t know how it feels! Your parents are dead. You have no family!”, que ainda hoje me angustia e me faz sofrer… lembro-me do choque de ter lido as palavras em 2007. E o choque maior é perceber o quanto, na maioria das coisas que o Ron disse, ele tinha razão… o problema era como ele estava nervoso com tudo. E, então, Ron vai embora no meio do acesso de ira.
Ouvir o som da desaparatação do Ron ainda me faz chorar!
A partir dali, se eles estavam absurdamente SOZINHOS, eles ficam ainda mais. Harry e Hermione estão, ambos, destruídos. Hermione está chorando o tempo todo. Eles não estão avançando em nada. Uma cena que me toca profundamente é quando Harry liga o rádio, coloca uma música, tira o Medalhão do pescoço de Hermione, e a convida a dançar. Um rápido momento de “felicidade”, um lapso reconfortante, uma expressão do quanto a amizade deles é bonita. Sem dizer nada, eles garantem um ao outro que estão ali caso o outro precise. E é evidente o quanto eles precisam! Sozinhos, eles passam o Natal em Godric’s Hollow, onde Harry revisita a casa onde seus pais foram assassinados, visita o túmulo deles, Hermione conjura uma coroa de flores… um momento lindo e triste, com o frio e a neve expressando bem o sentimento.

“Merry Christmas, Hermione”
“Merry Christmas, Harry”

A visita acaba em um ataque brutal, mas enfim…
Um dos momentos mais impactantes e BONITOS do filme é quando Harry é guiado no meio da floresta gélida por um Patrono em forma de Corça, que lhe indica a Espada de Gryffindor no fundo do lago congelado… quando ele tenta pegá-la (a cena é angustiante, tanto pelo frio quanto pelo Medalhão tentando enforcar o Harry!) e quase morre, uma figura misteriosa o salva e recupera a Espada… RON WEASLEY! É simplesmente TÃO BOM tê-lo de volta! E a cena em que ele destrói a Horcrux, que o provoca e o atormenta com cenas falsas e um monte de afirmações chocantes, é uma das minhas FAVORITAS no filme todo! A representação do mal, do Voldemort, aquela gosma escura, as visões… e então Ron consegue destruir, com o Harry gritando para que ele o faça… que sequência impressionante, e Daniel Radcliffe e Rupert Grint estavam MUITO ENTREGUES!
Sempre me arrepia!
A recepção de Hermione a Ron também é impagável… quanto amor e braveza! <3
Eu gosto de como o filme trabalha cheio de dicas… o símbolo das Relíquias da Morte aparecendo o tempo todo. Os flashes do passado de Grindelwald! Com uma Horcruxes destruída, mais três ainda pela frente, e sem dica alguma, eles decidem ir até a casa de Xenofílio Lovegood para entender o símbolo que ele carregava no pescoço, que aparece no livro que Dumbledore deixou para Hermione em um túmulo em Godric’s Hollow… e então, através do INCRÍVEL Conto dos Três Irmãos (eu AMO AQUELE CONTO!), Lovegood explica as três Relíquias da Morte: A Varinha de Sabugueiro (na tradução brasileira chamada de Varinha das Varinhas), a Pedra da Ressurreição e a Capa da Invisibilidade… supostamente, alguém em posse das três Relíquias da Morte se tornaria o “senhor da Morte”, mas Harry Sabe que Voldemort está atrás de apenas uma:
A VARINHA DE SABUGUEIRO.
Esse desenvolvimento fica reservado para o último filme da franquia. Dali, Xenofílio os entrega aos Comensais da Morte, na esperança de salvar sua filha Luna, que foi levada por eles e está mantida prisioneira na Mansão dos Malfoy… a sequência final é chocante e alarmante. Nós temos a Bellatrix torturando a Hermione, que é uma coisa terrível de se assistir, e o Dobby, a coisa mais fofa do mundo, aparece para salvá-los, dizendo coisas fofas como “Dobby has come to rescue Harry Potter of course” e “Dobby has no master. Dobby is a free elf. And Dobby has come to save Harry Potter and his friends”, em sua vozinha esganiçada que tanto AMAMOS. E, em um dos momentos mais tristes e mais injustos da franquia, Bellatrix consegue jogar uma adaga que aparata junto com Dobby e os jovens… matando-o. E como aquilo dói quando eu assisto!

“Such a beautiful place… to be with friends. Dobby is happy to be with his friends… Harry Potter”

Como vocês sabem, eu AMO O DOBBY! Duas mortes me arrebentaram em Relíquias da Morte, e a primeira delas foi a de Dobby. Assim, o filme aposta em uma finalização emotiva, com Harry, Ron, Hermione e Luna enterrando Dobby, sem magia, enquanto as dicas ficaram no ar, com a Bellatrix Lestrange surtando quando viu a Espada de Gryffindor, por exemplo, perguntando “o que mais tinha sido tirado do seu cofre em Gringotts”. Também vemos Lord Voldemort desenterrando Dumbledore para pegar sua varinha, a Varinha das Varinhas! Assim, agora a despedida está mais perto do que nunca, e nos preparamos para a Grande Batalha de Hogwarts, que é basicamente o centro de Relíquias da Morte: Parte 2de um modo geral. E eu amo esse filme, muito bem construído, completamente diferente, e cheio de momentos memoráveis!

Para mais postagens de Harry Potter, .
E fique atento à nossa nova SEÇÃO: !









Porque eu estou torcendo para Scalene nesse domingo, em Superstar!
Na verdade, há algum tempo eu realmente passei a gostar bastante de Scalene enquanto assistia ao Superstar. Eu não venho mantendo reviews fiéis – lê-se nenhuma – do programa, mas tenho acompanhado corretamente, torcendo por umas bandas, ficando triste quando outras foram eliminadas, como é o caso de Big Time Orchestra, que eu gostava e mais algumas outras… mas há vários domingos que a minha favorita vem sendo Scalene, e eu passo o programa inteiro esperando por sua apresentação… é bom ver, na verdade, que eles estão sempre ou no primeiro lugar ou nas primeiras posições, mas eu estou torcendo para que eles ganhem esse programa. Tinha muita gente boa no programa, vários deles que já deixaram a competição, mas eu não acho que, por exemplo, Lucas e Orelha mereçam ganhar quando comparados a Scalene.
E aqui muita gente discorda, mas enfim… eu ADORO o que Scalene nos apresenta.
Não sou, pelo menos não ainda, um grande fã da banda, uma vez que apenas nessa semana eu fui realmente atrás de álbuns deles para escutar e começar a conhecer melhor o trabalho – mas pelo o que eles apresentam no programa, eu acho fascinante. Eu gosto de como eles sempre apostam em músicas autorais, realmente divulgando seu trabalho e ganhando visibilidade em nível nacional, o que é bem importante para eles como uma banda! São músicas boas e impactantes, e eu gosto demais da voz do vocalista, e da maneira como os acordes soam perfeitos, como há harmonia, e como é um fascinante rock’n’roll do tipo que eu gosto… eu adoro bandas de rock nacional, como Legião Urbana, que é EXCELENTE, mas todas as boas bandas nesse estilo no Brasil parecem ter surgido no passado… é bom que tenhamos novidades surgindo.
Obrigado, Superstar.
A banda se formou no Distrito Federal em 2009, e já perdeu um membro mulher, mas eu acho que agora é a hora da carreira da banda realmente decolar. Lançaram dois EP’s independentes, e um pela Universal Music, chamado de Cromático. O primeiro álbum Real/Surrealfoi lançado em 2013 e o último, em maio desse ano, foi Éter – curiosamente eu não encontrei nenhum dos álbuns à venda na internet, e me pergunto se isso tem alguma ligação com o fato de a banda estar no Superstar. Pode ser alguma coisa de contrato. De qualquer maneira, os álbuns estão disponíveis em plataformas musicais da internet, e como eu sou um apaixonado assinante da rdio.com, posso escutar às canções tranquilamente… eu mal soube escolher uma música para representá-los, afinal estou escutando o CD pelas primeiras vezes… temos músicas lindíssimas, como Silêncio e Prefácio, mas…
Amanhecerme ARREPIOU quando começou a tocar no CD…
Então veja o clipe abaixo:


Ah, a música já foi interpretada pela banda no programa, mas nem foi por isso que eu a escolhi… foi só por causa do que eu senti quando ela estava tocando enquanto eu escrevia todo o começo desse texto, com o álbum tocando aleatoriamente, enquanto eu ainda nem tinha escolhido que canção os representaria. O clipe acima é BELÍSSIMO. O tom do clipe com Gustavo Bertoni em um quartinho repleto de memórias e fotos reais é profundamente pessoal e nos comove… a maneira como o clipe acaba com as fotos formando “MÃE” me arrepia completamente. Porque parece que é ali o momento no qual você se dá conta do que está acontecendo, sobre o que a música está falando, e tudo é simplesmente tão perfeito. Emocionante, uma vibe comovente e muito poderosa, digna de fazer lágrimas se juntarem em nossos olhos.
Por vezes caírem
E você, está torcendo para quem no Superstar? Acha o quê de Scalene?

Para mais Músicas da Semana, .









“Angel Grove is protected by the Power Rangers. They won’t let anything happen”
Da entrada de Adam, Aisha e Rocky como os novos Rangers Preto, Amarela e Vermelho, respectivamente, nós tivemos uma sequência de 10 EPISÓDIOS stand-alone que serviram, talvez, para fazer com o que o público se adaptasse de vez com os novos personagens e seus estilos… assim, em uma temporada marcada por episódios divididos em várias partes, essa é a sequência mais longa de episódios “sozinhos”. Isso antes de entrarmos em Rangers Back in Time que, para mim, parece iniciar a fase final da temporada. Assim, temos vários episódios focados em Adam, e é muito conhecê-lo um pouco melhor. Em segunda lugar, temos episódios voltados para Aisha, que está descobrindo coisas pelas quais já passamos no início da temporada passada. E, por fim, Rocky, que é o Ranger Vermelho mais coadjuvante da história dos Power Rangers!
Ah, tem até um episódio em que BULK e SKULL salvam os Rangers!
Mas eu já falei disso no episódio passado…
Goldar’s Vice-Versa traz a ideia de um baile no qual as meninas têm que convidar os meninos para serem seus parceiros… enquanto Laura convida Billy, Adam é o único que continua sem ter com quem ir ao baila, e ele fica todo tristinho por não ter sido convidado, e ele é tão fofo! Ele até tenta se aproximar de uma garota que ele gosta, para ver se ela o convida (“She’s just a human being. A pretty, smart, athletic, female human being”), mas Lord Zedd não deixa que ele conclua seu objetivo, porque ele quer que ele continue cabisbaixo por isso – assim, ele envia Sabrina para se aproximar dele, e Sabrina não é ninguém mais ninguém menos que a própria SCORPINA! Aham, lembraram-se dela, mas não se empolgue, é só por esse episódio… inaugurando nova filmagem para a morfagem dos Rangers, os Rangers precisam salvar Adam de Scorpina…
E ELE CONSEGUE UM ENCONTRO PARA O BAILE. [Que não é a Scorpina]
Curiosamente, o episódio seguinte, Mirror of Regret, já é sobre o Adam mais uma vez. Lord Zedd quer enfraquecer sua confiança em si mesmo, ideia que ele tira ao ver o Adam dando força a Shawn, um aluno seu que está sendo zoado por um colega, afinal de contas ele já esteve em seu lugar: o menorzinho, o mais fraco, ridicularizado na infância. Então Adam diz coisas como “Use your inner strength, Shawn. Confidence in yourself is the most important parto n this”, mas acaba, com o Espelho de Lord Zedd, sendo lembrado da humilhação que passou na infância, o que o enfraquece e quase faz com que ele não possa lutar… e, claro, só ele pode quebrar o feitiço de Lord Zedd. Assim, ele demonstra sua força de vontade, vence e volta à luta, porque Lord Zedd não pode vencê-lo… se você está se perguntando sobre Shawn, ele também consegue se sair super bem. Bem até demais. Graças ao Adam.
Adam is the best”, Shawn diz. E eu acho que ele tem razão!
Rocky ganha o seu episódio de destaque com Rocky Just Wants to Have Fun, que embora tenha um dos melhores títulos da temporada, não é dos melhores episódios – Rocky fica viciado em uma Máquina Pachinko do Ernie por causa de um feitiço do Lord Zedd, e por isso deixa de estudar com Billy ou de se preocupar em ensinar suas crianças. Assim, quando Lord Zedd transforma a máquina no Pachinko Head, o monstro da semana, Rocky, como Ranger Vermelho, não se junta de fato à luta, e fica correndo e pulando e gritando, como uma criança – E EU RI BASTANTE, de tão ridículo que era! Ele até DANÇOU! Sob o “Feitiço da Irresponsabilidade do Lord Zedd”, ele só brinca durante o ataque enquanto o seu Red Dragon luta contra Serpentera, até que as coisas melhores e voltem ao normal. A mensagem do episódio? “There’s a time for work and a time for play”.
Conhecido, mas ainda útil.
VAMOS FALAR DE TV?! Adorei os Power Rangers indo para a TELEVISÃO em Lights, Camera, Action, um episódio voltado para os heróis coloridos aparecendo em um programa de TV para falar sobre educação. O Adam estava todo nervoso, com medo de câmera, mas deu tudo certo – eles entraram com entradas acrobáticas e espalhafatosas, mas merecedoras dos aplausos, e transmitiram mensagens como “The way to be cool is to stay at school”. Deram entrevistas, passaram recados, e depois saíram para lutar contra o Showbiz Monster, criado a partir de uma câmera de estúdio! “I told you I didn’t like câmeras”. O episódio teve direito até a um trocadilho infame: “Lights, câmera, we’re morphing into action”. Uma das coisas mais legais do episódio foi a lembrança de Jason, Zack e Trini, que mandaram um recado para a escola comentando a aparição dos Rangers na TV!
Aisha começou a ganhar destaque em Where There’s Smoke, There’s Fire, quando ela se torna a Capitã da Prevenção a Incêndios, ou algo assim, e isso lhe sobe à cabeça, ela fica bem paranoica e, convenhamos, um pouquinho chata. Bem chata. Ela leva isso a sério demais, e quando Lord Zedd solta um Monstro de Fogo na Alameda dos Anjos, ela quer ir sozinha porque acha que isso é responsabilidade dela… claro que dá problema, e o episódio traz o Zordon tentando ensiná-la a importância do trabalho em grupo. “It’s your responsibility as Power Ranger to understand that team work is the only way to defeat the forces of evil”. O tipo de coisa pelas quais já passamos na temporada passada com os Rangers originais, e um pouco com Jason e Tommy disputando a liderança do grupo, mas que aparentemente é sempre bom retomar.
Outro episódio de Aisha foi Forever Friends, que traz Shawna, sua melhor amiga da outra escola, para a Alameda dos Anjos, em uma competição de ginástica contra Kimberly. Naturalmente a rivalidade existe, e Shawna sente que está sendo substituída por Kim, mas ela é uma garotinha bem insuportável, na verdade. A competição, ela avisa, não é apenas pelo título. Apesar de invejosa e infantil, Goldar acaba prendendo Shawna e Kimberly em troca de um plano idiota de os demais Rangers se voltarem contra Aisha (como nunca aconteceu), e isso nos dá cenas de Kimberly e Shawna conversando, achando coisas em comuns, e a Kim ensinando coisas que as tornam, rapidamente (rápido demais, na verdade), amigas. Quando o Ranger Branco salva Shawna, inclusive, ela parte dizendo coisas como “Kimberly! I can’t leave without you!”
Devo dizer que aquele empate final não foi nada esperado.
[Cof, cof]
Também tivemos jogos, como a caçada ao tesouro em Scavenger Hunt. Infelizmente, eu esperava mais do episódio. Eu gosto muito da proposta do jogo, e foi super legal ver a Kimberly tão animada, desvendando pistas, tirando fotos e tudo o mais… pena que eles tenham nos provocado com uma caçada ao tesouro promovida por Lord Zedd através de diversas dimensões, mas isso nunca chega a acontecer. Tá, pelo menos temos um objeto do Billy sendo transformado em monstro, o que nos proporciona uma luta linda dele no parque, antes de morfar, na qual ele estava uma graça. Não tivemos muito mais do que isso, porque a proposta da “Dimensão Perdida” nunca chega a ser concretizada, porque supostamente ninguém pode fugir de lá… então melhor nem mandar ninguém para lá. Pelo menos eles vencem a Caçada ao Tesouro!
Nesses episódios todos, um dos mais bonitinhos foi The Great Bookala Escape, na qual eles conhecem um pequeno amigo alienígena que cai na Terra por acidente, e de quem Lord Zedd quer roubar o diamante que energiza sua nave para energizar sua Serpentera e torná-la invencível. Assim, os Rangers acolhem o Bookala e o ajudam. Billy trabalha na nave, Aisha trabalha em uma réplica do Bookala para colocar na nave, e Adam no diamante falso para enganar o Lord Zedd – e então eles lutam, fingem que o diamante não pode ser levado, e enquanto Goldar vai embora achando que venceu, eles têm tempo suficiente para mandar Bookala em segurança de volta para a sua casa… ele vai embora dizendo “Again see you I someday will”, no melhor estilo Yoda, e como vingança, Lord Zedd transforma o Bookala falso no monstro da semana.
Dali em diante, é um episódio como qualquer outro.
Com exceção do cartão postal final de Zack, Jason e Trini!
Por fim, antes de entrarmos em mais um episódio seriado, temos A Reel Fish Story, novamente com o tema aquático que já tivemos na primeira temporada, mas dessa vez com vários monstros. Enquanto crianças clamam que “Angel Grove is protected by the Power Rangers. They won’t let anything happen”, e Rocky garante que não tem monstrous no lago, Lord Zedd conclui: “So, Red Ranger… you’ve never encountered underwater monsters before? Well, I think I can fix that for you”. E então, além de Bulk e Skull se passando por tubarões para atrair os Rangers (e só conseguindo Billy e Rocky em cima de um jet ski), Lord Zedd manda o Shark Monster como o primeiro monstro, seguido por mais uns 3 monstros criados a partir de criaturas marinhas, e um último criado a partir da boia que Bulk e Skull estavam usando para se salvar…
Agora sim, estamos preparados para a fase FINAL da temporada!

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Às vésperas de completar 15 anos, Mia Thermopolis está absolutamente convencida de que a vida de princesa não é nada fácil. Ela se vê envolvida na demissão injusta de um ajudante de garçom, que acabou promovendo uma greve geral do setor de serviços de Nova York. Além disso, sua mãe passa a maior parte do tempo queixando-se dos efeitos da gravidez em sua bexiga, seu pai insiste em levá-la para a Genovia no verão, e Grandmère… bem, sua avó é sempre sua avó! Mas o que realmente tira o sono da princesa é ter de convencer seu namorado a levá-la à festa de formatura.

Em algum momento entre esse livro e o anterior, Mia viu Moulin Rouge.
Mia Thermopolis está completando 15 anos, pronta para sentir que se tornou uma mulher! E é claro que a sua vida não pode se tornar mais simples uma vez que ela tenha se tornado mulher, não é? Agora que Mia sabe que seu talento secreto que a colocou em Superdotados e Talentosos é a ESCRITA, ela parece ter abraçado esse sonho de se tornar uma escritora, começando como jornalista no jornal da Albert Einstein High School. Tudo bem que ela ainda está destinada a escrever sobre o cardápio da semana n’O Átomo, mas já é alguma coisa. Não? E, de toda maneira, é uma das coisas mais divertidas do mundo ler esse jornal ao estilo Meg Cabot, numa escola desvairada repleta de figuras célebres que não são nada menos que hilárias.
Tudo começa quando Mia Thermopolis vai a um restaurante comemorar o seu aniversário. Sabe o drama que precisa compor os livros da série O Diário da Princesa? Bem, dessa vez Michael Moscovitz não quer levar Mia à festa de formatura, porque ele acha uma babaquice. Ainda que seja o grande sonho da vida de Mia, e ela está vendo seu coração se despedaçando quando o namorado não parece nada interessado em realizar esse sonho… não que ele saiba da existência dele, mas enfim. Mia tem um jantar para comemorar seus 15 anos, e Grandmère consegue um feito incrível: deixar Rommel solto em um restaurante que nem aceitava cachorros, para que um auxiliar de garçom, Jangbu, tropeçasse e derrubasse comida na princesa-viúva de Genovia.
Bem, o estrago estava feito…
“É isso aí: o cachorro da minha avó toma Prozac”
Eu devo reconhecer que as coisas estavam fofas. Michael sempre foi e continua sendo um namorado incrível – ele não sabia do desejo tão grande de Mia Thermopolis de entrar no Baile de Formatura de braços dados com ele! E ele estava incrivelmente fofo no aniversário da namorada… fora que toda a família estava dando presentes e tudo estava num clima muito bom, Michael lhe mandou um desenho lindo, lhe comprou muffins de manhã no dia do seu aniversário, almoçou com ela, cantou uma música com sua banda e ainda deu um pingente de floco de neve! Sério, quem iria reclamar? Bem, eu, caso ele não quisesse me levar à formatura. E caso eu fosse passar alguns meses de férias em Genovia. Gente, como eu pareço a Mia! Isso quer dizer que eu sou muito infantil para a minha idade? De todo modo, sim, eu estaria agindo mais ou menos como a Mia estava.
Mesmo com o namorado perfeito.
E lindo. Michael!
Tudo bem se eu ecoar os sentimentos de Mia? Ah, talvez fosse meu humor detestável na semana em que lia aquele livro, mas eu fiquei realmente devastado com a festa de aniversário de Mia, igualmente triste e acabado. Talvez porque eu também tenha os sonhos de Mia Thermopolis, seja meio romântico… e eu adoro a maneira como, independente de tudo, ela se preocupa tão mais com todo mundo ao seu redor do que com ela mesma! Então o Michael me decepcionou profundamente com a idéia contrária à formatura, e até com sua atitude em relação à Lilly e Jangbu no armário no Sete Minutos no Paraíso. Embora minha razão dissesse que ele estava certo, racionalmente falando, mas ainda assim. Minha atitude era mais próxima à de Mia. Eu ficaria desesperado por fazer alguma coisa, porque eu me importo com o Boris Pelkowski.
Embora ele tenha perdido um pouco da razão com toda a história do globo.
A maneira como a tal demissão de Jangbu movimenta esse livro é impressionante! Porque é isso que dá início a uma cadeia de eventos, como a Lilly e a sua militância pelo emprego do rapaz, o que basicamente transforma toda a cidade num caos. Completo. Lilly se vê vítima de seus desejos e agarra Jangbu bem na frente de Boris! Mia briga sério com a melhor amiga, enquanto o pobre Boris Pelkowski, um pouco problemático, quase se mata pela amada. Todos os setores de restaurantes e hotéis começam a entrar em greve, e portanto a festa de formatura acaba cancelada. Não só isso, mas Grandmère vai “morar” com Mia por tempo indeterminado por não agüentar mais ficar no Plaza onde todos se recusam a trabalhar. Boris começa a ficar com Tina Hakim Baba, o que é chocante, mas bonitinho. E Lilly resolve que quer ele de volta.
Dá para culpar Mia por começar a surtar?
A resposta é não.
A participação de Grandmère deve ser ressaltada nesse livro, porque foi um tanto diferente do livro passado, pelo menos na maneira como eu encarei tudo. Mesmo com todos os feitos dela, e a sua recusa em admitir que estava errada desde o começo, e a culpa de todo esse caos gerado pela greve em Manhattan é culpa dela, ela acaba sendo uma boa avó. [Fora a cena dela ajudando Helen Thermopolis no final, LINDA, e reconhecendo para o taxista que ela é a culpada de tudo aquilo – como eu me diverti e a amei!] De sua maneira distorcida, ela pode amar Mia. Afinal, ela encomenda o vestido perfeito para a festa de formatura, e consegue um novo lugar para que a festa aconteça, com ou sem greve. Só falta Mia conseguir que Michael Moscovitz decida, por fim, levá-la ao baile. Mas Grandmère parece bastante certa de que isso ia acontecer, mais cedo ou mais tarde.
O que acontece, mas Mia foi bem espertinha. Ponto pra ela!
Toda a empolgação da festa de formatura são expressados em capítulos curtos intensos, repletos da emoção de Mia por estar realizando o seu sonho… é muito bonito. E eu adorei Grandmère por ter escolhido e conseguido esse lugar para a festa! TERRAÇO DE OBSERVAÇÃO DO EMPIRE STATE BUILDING. E pensar que eu já estive ali, então pude mais facilmente imaginar a festa naquele lugar, entendendo as referências, sonhando… e estava tudo muito bom, muito lindo, até que o telefone começa a tocar. Eu devia esperar que a mãe de Mia fosse entrar em trabalho de parto justamente nessa noite, durante a festa de formatura da filha… afinal, tudo estava indo muito bem! Mas ainda assim, não diminuiu em nada o encanto da noite, além de acrescentar um nascimento importante e cenas muito bonitas. Chegamos ao meio exato da saga de Mia Thermopolis. Ansioso por continuar o restante dos diários
Tina e Boris? EU APROVO.
VAMOS ÀS REFERÊNCIAS: bem, porque eu sempre adoro essas partes! Bem no começo do livro, Mia faz uma lista de filmes que mostram a importância do Baile de Formatura, dentre eles Footloose: “Não dá para esquecer Kevin Bacon no papel imortal de Ren, convencendo os garotos da cidade onde é proibido dançar a alugar um lugar fora dos limites urbanos para que eles possam afirmar sua independência ao ritmo de Kenny Loggins”; e De Volta Para o Futuro: “Se Michael J. Fox não conseguir juntar os pais até a festa de formatura, pode ser que ele nem venha a NASCER!!!!!!!!! Provando a importância da formatura não só para o ponto de vista social, mas também BIOLÓGICO!” Okay, preciso dizer o quanto eu fiquei animado em ler sobre BTTF?
Footloosevolta mais tarde na sua festa de 15 anos, quando ela fala que gostaria que todos começassem a dançar do nada, como no filme, ao comentar o fato de todos estarem dançando a Macarena.               QUE CENA! Como fazer Michael querer ir à festa? Ela não consegue imaginar nada, “a não ser que a festa de formatura fosse uma mistura de baile Guerra nas Estrelas, Jornada nas Estrelas, Senhor dos Anéis e convenção de computador”. Acho que a primeira citação A HARRY POTTER. Na época de lançamento de Câmara Secreta, ela comenta como a diretora Gupta poderia cancelar as provas de fim de ano, como no filme, mas ela não deu atenção porque “ninguém morreu, nem apareceu uma cobra gigante para perseguir a gente por aí, nem nada do tipo”.
Triste.
Lembra de como, no livro anterior, Mia disse que não queria ver Moulin Rouge, porque ouviu dizer que alguém morria no final? Bem, nesse livro ela incluiu o filme numa lista sua de dicas valiosas que aprendeu sobre escrita com os filmes: “Quando estiver escrevendo uma peça, não se apaixone pela atriz principal. Especialmente se ela estiver doente. Também não beba nada verde oferecido por um anão”. Um pouquinho mais de Homem-Aranha e Smallville, uma citação ao “love and be loved in return”, uma das frases mais belas ditas por Ewan McGregor em Moulin Rouge, e novamente Senhor dos Anéis. E ainda Isaac Asimov… sério, tem como não adorar a prosa de Meg Cabot quando ela recolhe todo esse tipo de referência e nos deixa babando?
A resposta é não.
ÓTIMO LIVRO, esperando que as coisas agora mudem, já que o ano acabou. Mia terá um novo ano pela frente, e todos sabem como começar um novo ano letivo pode mudar uma pessoa. Fora que Michael Moscovitz não estará ali o tempo todo perto dela, já que ele está indo para a faculdade. Acho que agora, passando da metade da série, é o momento de transformações, esperando o crescimento da narrativa. E Michael destruiu naquele final, invalidando o “contrato” de Mia que o pai estava usando para obrigá-la a passar três meses inteiros em Genovia durante o verão, porque nenhum documento assinado por alguém menor de 16 anos tem qualquer valor legal! Sério, é um namorado perfeito! Vamos ver como o relacionamento sobrevive à distância.
Mesmo que pequena.

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QUE COISA FOFA!
Se tem um casal que eu amo em “Carinha de Anjo”é Rosana e Peixoto. Eles são apaixonantes pela pureza do seu amor, pela leveza de suas cenas, mesmo quando eles estão brigando, e pela maneira como tudo é sempre repleto de emoção quando se trata do Emílio, por exemplo. Eu acho belíssima o amor incondicional que Rosana tem pelo seu filho dos cachinhos, e a relação bonita que ele desenvolveu com Peixoto, chamando-o de “pai” e desejando que ele e sua mãe se casem de uma vez para que ele possa, também, ter um pai. Choro pouco com “Carinha de Anjo”, menos do que com “Chiquititas” ou “Carrossel”, mas alguns dos momentos mais bonitos que me levam às lágrimas têm relação com o Emílio e a sua bela família. Agora, o casamento que ele tanto sonhou está finalmentesaindo de seus sonhos para ser realidade.
Vocês se lembram que, há muito tempo, o Peixoto pediu a Rosana em casamento e ela achou que ainda não era hora para isso. Ali, eles decidiram que ele já disse “sim”, e ela o pediria em casamento quando ela achasse que era o momento. Então, na semana passada, a Rosana preparou toda uma surpresa… E FOI TÃO LINDO! Ela convidou o Peixoto, fez um jantar especial, e então pediu o Peixoto em casamento, de joelhos e com lágrimas nos olhos, oferecendo-lhe algemas no lugar de alianças. Foi emocionante. Porque eu confio no amor desses dois, e eles vão criar um lar tão aconchegante e perfeito para o Emílio, que não poderia estar mais feliz, pensando em tudo, imaginando como seria o casamento do pai e da mãe, com aqueles cenários meio de Minecraft e um buquê de marshmallows para a Rosana, o que seria meio que a sua cara mesmo.
Mas a festa de casamento é inteiramente planejada em segredo por Peixoto, com um quê de cumplicidade de Emílio e Juju Almeida. E ele prepara a festa perfeita. É uma festa simples e pequena, só para a família: os noivos, os filhos da noiva, os padrinhos (Francielle e Ribeiro, nada mais justo!), e o pessoal que ia colaborar. Mas ele pensou em cada detalhe, e foi belíssimo. Ele planejou uma festa com tema de rock’n’roll e um pouco de anos 1950, nos figurinos, e ficou uma festa linda. Ele também pensou em detalhes como a música da mãe de Rosana tocando, que ela adora, e as crianças garantiram a surpresa dizendo que “era uma festa a fantasia da escola”, e então Rosana foi vestida de “noiva rockeira”, com vestido preto e jaqueta de couro azul por cima. Devo dizer que TODOS ESTAVAM LINDOS. Adorei os figurinos, mas sou suspeito para falar.
Me lembra “De Volta Para o Futuro”, Marty McFly em 1955…
A cerimônia é linda. Acho que a única coisa que faltou foi a Rosana entrando no triciclo, mas como foi uma surpresa, não teve como isso acontecer. De todo modo, foi brilhantemente perfeito e emocionante. Super íntimo, só com algumas pessoas, o que valia era o sentimento e a emoção, e Rosana não poderia estar mais feliz! A Juju chorando também me emocionou, e o Emílio é um fofo: “Para e chorar um pouco e grava, Juju. Daí você chora depois, quando assistir”. E uma das cenas mais lindas foi quando Rosana disse que era um dos momentos mais felizes de sua vida, ao lado de quando “viu os seus filhos nascer”, e Emílio protesta que “ela não o viu nascer”. Emotiva, ela responde que quando ela o abraçou e o beijou pela primeira vez foi quando ele nasceu para ela… e aquilo me arrepiou e trouxe lágrimas aos olhos. Que momento bonito, compartilhado entre a família.
E não poderia ter sido MAIS LINDO!
<3

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“Our job is to tell this story better than the other side tells theirs”
Assistir a American Crime Story se torna mais revoltante a cada episódio – eu não acredito em OJ Simpson, e sinceramente não vejo como alguém pode defendê-lo – sua defesa faz um trabalho baixo na tentativa mais de atacar a promotoria do que qualquer coisa, como se soubessem que o caso que “defendem” não é realmente inocente. O caso é revoltante e vemos isso se desenvolvendo a cada episódio, com o ápice do momento sendo aquela manipulação descarada da mudança na decoração da casa de OJ para que o júri pudesse visitá-la. Como algo daquele nível pôde acontecer, PÔDE SER PERMITIDO? De todo modo, a série é inteligentíssima na apresentação de seus fatos, e nos faz pensar sobre esses temas, inclusive sobre como muito mais do que um crime está envolvido em um julgamento, e como se torna difícil de lidar com isso a partir do momento em que as coisas saem do controle e fatores externos (como o racismo nesse caso, que não tem relação direta com o crime) alteram toda a dinâmica do processo.
Completamente revoltante, o julgamento de OJ Simpson continua, e há uma posição clara da defesa sobre o que fazer: contar uma história melhor do que a da promotoria, convencer o júri. Em nenhum momento há uma missão real de defender a verdade ou provar a inocência de OJ. PORQUE ELE NÃO É INOCENTE. E é uma tremenda falta de respeito e uma sequência de jogos baixíssimos que vão construindo o caso e uma defesa nojenta, que se encontra por causa da ingenuidade recorrente da promotoria. “Man, I ain’t trying to be respectful. I’m trying to win”. Christopher Darden (promotoria) e Johnnie Cochran (defesa) são parte importantíssima desse episódio, e enquanto Darden tenta impor algum tipo de respeito e alguma base humana sobre a qual possam trabalhar, Cochran não está nem um pouco interessado em respeito ou em ética. Ele quer vencer. Chamar o Darden da “palavra com n” foi um ABSURDO e revoltante. Infelizmente Darden ainda está se achando dentro da promotoria e faz um discurso muito infeliz sobre o racismo.
E é claro que todos caem em cima dele.
Porque eu entendo o que ele estava dizendo, e de certa maneira concordo com ele, mas não era algo a se dizer, e não daquela maneira – eu mesmo percebi em seu discurso infinitas maneiras como poderia atacá-lo. Então é claro que Cochran o fez. Isso logo depois de Bill Hodgman ter sido tão bom na justificativa da relevância dos 62 casos de violência doméstica de OJ contra Nicole. O julgamento é forte de acompanhar, deveras irritante. Revoltante. Primeiro que Marcia sempre tem o que dizer, e diz com uma seriedade e propriedade calculada, repleta de profissionalismo, apresentando fatos e evidências. Por outro lado, Cochran fala coisas vazias, enrolando as pessoas, subindo seu tom de voz de maneira irritante, o que expressa falta de profissionalismo, apelo ao sensacionalismo, isso sim, e ainda usa jogadas baixas na tentativa de desestabilizar a promotoria. Como não tem o que provar nem como fazê-lo, eles só atacam. Foi uma pena ter Bill Hodgman saindo da equipe por causa do incidente com as informações da defesa não compartilhadas que o fez passar mal e precisar se afastar…
Até porque eu não queria Darden como promotor.
Não se ele continuar agindo como ele estava agindo nesse episódio!
Então chegamos ao ápice do RIDÍCULO. O caso todo é revoltante, como eu já disse, ver a defesa agir como age me enoja, a manipulação e a dissimulação me dão calafrios, gana extrema e uma revolta incomparável ainda mais por saber que é tudo real. Mas foi um absurdo fora do comum aquela redecoração da casa de OJ para que o júri fosse visitá-la, retirando as fotos de mulheres peladas ou de OJ com seus amigos brancos jogando golfe, substituindo-as por fotos de Nicole, de OJ com a sua mãe, decorações africanas. AQUILO ULTRAPASSOU QUALQUER LIMITE! “I don’t want you to seem surprise when you see that we redecorated”. Johnnie é um manipulador descarado, conduzindo um absurdo sem tamanho – e nós ficamos do lado de cá, INCONFORMADOS. Além da casa redecorada de OJ, também tivemos uma “cena do crime” sem nenhum móvel – a casa de Nicole perdeu toda sua identidade, passou a não dizer nada. Sério, como eles tiveram autonomia pra fazer isso, como não tinha ninguém da promotoria por perto para impedir que isso acontecesse?
Descobri que ver American Crime Story acaba com os meus nervos!

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Certamente não sou o único que pensa “2015?” e logo já começa a pensar “O Marty McFly está vindo!” Infelizmente não estamos nem perto daquele futuro imaginado pelo longa em 1989, mas ainda assim algumas coisas aconteceram, e eu espero um ano bem voltado a De Volta Para o Futuro. Pelo menos os fãs estarão pensando nisso O TEMPO TODO. Esperando e se preparando para quando o Marty estiver aqui… e eu espero eventos especiais, como novos produtos lançados (novas versões dos DVDs?), maratonas, cosplays… seria demais pedir que os cinemas exibissem os três filmes novamente, um atrás do outro? Será que eu sou o único que nasceu depois de 1985 e queria MUITO ver De Volta Para o Futuro nas telas do cinema? Certamente não.
Pensem nisso. As salas de cinema iriam lotar!
O ano começa hoje, e bem-vindos a mais um ano de Parada Temporal. Esse ano o blog completa 5 anos, acho que é um evento razoavelmente importante – eu farei com que o seja, planejando festas, camisetas e um logo oficial para o blog. Fora isso, Mês Temático com temática nerd para Maio, claro, e mais BTTF quando Marty chegar. 21 de Outubro de 2015. Que data especial! Vamos transformar esse lugar em Hill Valley. Várias estréias estão chegando aos cinemas, o Brasil deve trazer mais musicais interessantes, livros novos para chegar, novas séries (talvez algumas agora finalmente saiam do papel, vai saber) e o meu ano começa de maneira bem especial, com uma maratona de Broadway pela qual esperei minha vida toda…

CINEMA!
Estreando hoje, já temos Uma Noite no Museu 3, que eu espero sinceramente que seja melhor do que o segundo. O primeiro é excelente, o segundo foi um tanto decepcionante. No restante do mês de JANEIRO, teremos comédias românticas como Simplesmente Acontece, e comédias como Loucas pra Casar. Também teremos o aguardado Os Pinguins de Madagascar, embora eu não tenha visto nenhum filme da franquia até agora e o perigoso A Mulher de Preto 2 – Anjo da Morte, que acabou ficando para esse ano. As pessoas não se preocupam em fazer sequências de histórias clássicas e fechadas? Quem teve a brilhante ideia de que A Mulher de Preto precisava de uma sequência? Sério, quem? Também teremos Cássia, uma biografia/documentário de Cássia Eller, que muito me interessa, A Teoria de Tudo, biografia de Stephen Hawking e Caminhos da Floresta. Continuamos esperando esse último.
Quero ver eu dar conta disso tudo.
Em FEVEREIRO, o primeiro filme que eu vejo na lista é O Destino de Júpiter – continuo muito empolgado para esse filme, afinal são dos mesmos criadores de Matrix. E quer dizer, aquela é uma ficção científica revolucionária e surpreendente. Expectativas altas. O novo filme do Bob Esponja, que se chama Um Herói Fora d’Água. Parece melhor que o primeiro. E sei que muita gente julga, muita gente não gosta, mas eu estou ansioso por Cinquenta Tons de Cinza. Não li o livro, não pretendo lê-lo, mas verei o filme. Sim. Uma das minhas maiores esperas: THE LAST FIVE YEARS. Um belíssimo musical (), agora transformado em filme com Jeremy Jordan. Preciso ver. Amaldiçoado (Horns) por curiosidade, quero ver o que o Daniel Radcliffe fez aqui; e Cake pra ver Jennifer Aniston protagonizando um drama. Ansioso por Para Sempre Alice, por tratar de Alzheimer.
Posso estar ansioso para Backstreet Boys: Show ‘Em What You’re Made Of?
Talvez agora, finalmente, tenhamos O Sétimo Filho em MARÇO. Quase cansei de esperar por esse filme – Ben Barnes está lindo no pôster e nos trailers, temos posters no shopping já, então acho que agora sai. Mas esqueci quase completamente o livro, tratarei a obra apenas como cinematográfica! O gigantesco Sono de Inverno muito me agrada, em sua sinopse. Estou esperando o lançamento. Também aguardo ansiosamente o lançamento de Insurgente, embora a Shailene esteja com o seu visual super Hazel Grace, e várias cenas do trailer não tenham encontrada equivalentes ao livro na minha mente, mas talvez eu apenas esteja perdido e me esquecendo dos detalhes já. Pode acontecer. Também O Duplo, aguardadíssimo filme de Jesse Eisenberg, no qual ele parece estar excelente. Dois dele então? Vamos ver.
Nesse momento, o mês de ABRIL acabou de ficar um pouquinho mais especial. Como vocês já viram quando eu publiquei sobre o trailer, eu estou MUITO ansioso para , porque tudo parece incrivelmente lindo. Agora não apenas isso, mas antes de Cinderela, será exibido um curta-metragem chamado Frozen: Febre Congelante, sobre o aniversário de Anna, e contará com uma canção original dos mesmos compositores de Let it Go. Ansiosos? Para completar o mês teremos estréias como Ex Machina, que pode ser uma surpresa da ficção científica – o trailer já está bastante interessante; e Os Vingadores 2 – A Era de Ultron, finalizando a Fase Dois da Marvel, que pode já iniciar os longas da Fase Três, que muda drasticamente os rumos desse Universo Cinematográfico. Provavelmente terei que ver Velozes e Furiosos 7com minha amiga, mas não curto nem um pouco.
O mês de MAIO até que traz poucas das grandes esperas que estão nesse ano, mas eu não estava ciente de Mad Max: Estrada da Fúria. Não é exatamente o meu tipo favorito de filme, mas me lembra muito meu pai, que adora essa franquia em especial, e provavelmente não sabe desse lançamento… é o quarto filme da franquia, não é oficialmente um remake, mas temos agora Tom Hardy no papel do protagonista, e apenas um ator dos filmes originais retorna. Também teremos A Escolha Perfeita 2, o que me faz pensar que eu ainda nem vi o primeiro. Mas tudo bem, até Maio eu assisto, porque tenho quase certeza de que vou gostar bastante. E, quem sabe, um terror no Egito, em uma macabra Pirâmide que nunca foi explorada antes… talvez seja uma boa idéia, então verei A Pirâmide na esperança de um bom filme de terror.
JUNHO vamos voltar àquele delicioso universo de dinossauros. Quer dizer… enfim, estamos de volta àquela estética maravilhosa com , uma espécie de reboot da franquia que pode muito bem dar certo. Nada original, ainda assim nos interessa ver a fotografia do filme, e eu espero por um bom 3D, daqueles que eu só vi funcionarem de verdade uma vez na vida, quando vi Premonição 5 e o 3D colaborou de verdade para a experiência do filme. Também teremos, em junho, o retorno dos tão adorados seres amarelos que foram um sucesso em Meu Malvado Favorito 1 e 2, os . Estou ansioso por Automata por se passar em 2044, e por ter toda uma temática de Inteligência Artificial que muito me agrada. Mas nos últimos anos eu aprendi a ficar sempre com um pé atrás com esse tipo de filme.
Infelizmente.
Já em JULHO teremos um mês longo, provavelmente por causa das férias. Meio que morarei no cinema, pelo jeito. Não estão prontos para deixar essa franquia morrer, então teremos O Exterminador do Futuro: Gênesis – funcionará como um reboot, e eu estou esperançoso. Arnold Schwarzenegger estará de volta. Gostei muito de Ted, então estou ansioso por Ted 2, espero boas risadas; e dessa vez teremos Amanda Seyfried no elenco. Já é, certamente, um pontinho a mais! Teremos, finalmente, a estréia de Pan, e pode ser um dos meus filmes favoritos do ano – AFINAL EU AMO PETER PAN, e isso será em uma roupagem nova, e clássica, baseada na peça de 1904. Muito, muito ansioso por esse filme, de verdade. Outra novidade que me deixou surpreso: Porta dos Fundos, o Filme. Vai saber o que vem daí, mas eu vou ver. Vou sim.
Uma invasão alienígena cujas armas utilizadas são versões pixelizadas de personagens clássicos de videogame como Pac Man? Quero muito ver Pixels, ainda em Julho. Teremos Macbeth, baseado na obra de William Shakespeare – justamente nesse ano, último ano de faculdade, na qual minha única optativa será Estudos Shakespearianos. Bem, isso tem que dar certo. A Marvel começa oficialmente sua Fase Três, com Homem-Formiga. Estou ansioso para ver esse que pode ser o filme mais diferente do estúdio até então, com o querido Paul Rudd n papel principal. E um dos mais esperados por mim, no ano todo: , no dia 30 de Julho. Esse é o meu livro favorito do John Green, já fiz mãe, prima e namorado lerem… vamos todos juntos ao cinema, para conferir. Rir demais, se emocionar, se divertir… vai ser um evento e tanto!
Primeira coisa que me chama a atenção em AGOSTO: Ewan McGregor podendo ser Jesus e o Diabo no deserto? Preciso vê-lo como Yeshua em Last Days in the Desert, parece uma proposta bastante bacana. E o Quarteto Fantástico finalmente ganha um reboot e vamos ver qual vai ser o resultado final disso, certo? Em SETEMBRO, algumas surpresas, que eu nem sabia que estariam chegando ao cinema. Primeiramente Goosebumps, que parece uma proposta interessantíssima. Transformaram R. L. Stine em um dos personagens do filme. O protagonista será seu vizinho, que não sabia que os monstros sobre os quais ele escreve são reais – podendo usar elementos de VÁRIOS dos zilhões de livro da série, sem precisar seguir uma história fixa. Dylan Minnette no papel principal! Magic Mike 2, que eu nem sabia que ganharia sequência… preciso ver urgentemente o primeiro, sei que vou gostar. Quer dizer, como não gostar?
Nem estava sabendo, mas Hotel Transilvânia ganha sequência em OUTUBRO, com Hotel Transilvânia 2. O livro de Mary Shelley ganha nova adaptação em Frankenstein, com Daniel Radcliffe no elenco. Não necessariamente por ele (embora eu goste bastante dele), estou ansioso por esse filme. Adoro a história. Teremos uma versão live action de Mogli – O Menino Lobo, e mais um filme de O Pequeno Príncipe. A mais famosa adaptação do maravilhoso clássico de Antoine de Saint-Exupéry é de 1974. Espero que eles façam um filme que será um marco. Porque essa história merece! E por fim, que estréia no dia 16 de Outubro, pouquinho antes do Marty McFly chegar, temos STAR TREK 3. Sinopse ainda não foi divulgada, bem como quase nada mais. Temos data de lançamento e diretor definidos… vamos aguardar. Mas depois de Into the Darkness, quem se preocupa? AQUILO FOI PERFEITO! Esperando por mais um longa memorável, e quem sabe uma série para a TV?
Para terminar o ano, embora ainda podemos ter várias outras estréias que nos surpreendem nesse meio, teremos dois grandes filmes. Em NOVEMBRO, mais especificamente no dia 19, teremos Jogos Vorazes: A Esperança, Parte 2, que, embora eu esteja muito ansioso para ver, me preocupa. Tudo tem sido tão perfeito até aqui, e tenho certeza de que esse último filme também será, mas não nos sentiremos meio órfãos quando essa franquia chegar ao fim? Também teremos o tão aguardado Star Wars, Episódio VII – O Despertar da Força, já em DEZEMBRO, no dia 17. Sabemos que a história se passa 30 anos depois da conclusão da trilogia clássica, não temos muito mais informação do que isso… estamos aguardando novidades.

Fiquei sabendo que Janeiro de 2016 traz filme de . Estou feliz! Quer dizer, só um teaser, mas olha aí: 2016 PROMETE! Além de A 5ª Onda, temos The Revenant, Deadpool, primeira parte de Convergente, Batman v Superman, Capitão América 3: Guerra Civil, Alice no País das Maravilhas 2, X-Men: Apocalipse, Truque de Mestre 2, Quem é você, Alasca?, Como Treinar o seu Dragão 3, Independence Day 2, Procurando Dory, Guerra Mundial Z 2, A Era do Gelo 5, Viagem 3: Da Terra à Lua, A Vingança Veste Prada: O Diabo Está de Volta, Power Rangers, Planeta dos Macacos 3, Detona Ralph 2, Os Smurfs 3, Esquadrão Suicida, Eduardo e Mônica: O Filme, Inferno (do Dan Brown), X-Force, Doutor Estranho, Sexteto Sinistro, Animais Fantásticos e Onde Habitam, As Aventuras de Tintim 2e a sequência de Avatar.
Ufa.

Não estou realmente por dentro de lançamentos em livros, mais em lançamentos de o que eu quero ler. Estou voltando com Meg Cabot, porque depois de ter lido mais de 20 livros dela eu parei por um tempo. Por ler outras coisas. Retornei leituras de livros que já li, meus favoritos como O Garoto da Casa ao Lado, e quero começar séries novas, como Abandono. Esperando notícias da nova série de Rick Riordan, de Mitologia Nórdica, novidades de John Green, mais livros de David Levithan publicados no Brasil (PRECISO DELES!) e nesse momento quero muito os livros de Maureen Johnson no Brasil. Mas isso eu sei que está sendo providenciado, então estou apenas esperando: a série Shades of London está sendo traduzida e será publicada no Brasil pela ROCCO Jovens Leitores. Adorei a escrita dela no Expresso Jubileu, e o tema dessa série muito me interessa… estou esperando o primeiro livro logo.
Nas séries, teremos a segunda temporada de Looking, pela qual eu estou incrivelmente ansioso. E outras séries que começam no meio do ano, fora de temporada – não é uma boa hora para falar de séries, as grandes novidades começam a pipocar em agosto, setembro, e então escrevo para o . Mas talvez How I met your dad saia do papel, e eu fico esperando Heroes Reborn, que por alguma razão vai estrear no dia 31 de Dezembro. Praticamente 2016. Nem fará parte da Retrospectiva desse ano em Dezembro, porque eu escrevo a postagem pelo menos com alguns dias de antecedência.

MUSICAIS NO BRASIL. Esperamos Sister Act (no Brasil Mudança de Hábito) para Março, além do pessoal da UNIRIO que, depois do sucesso que foi The Book of Mormon ao longo do ano passado, fará uma versão nacional de , que eu quero muito ver. Já estou começando meus planejamentos para viagens, só preciso de uma data. Vida de Ayrton Senna também vai virar musical, vamos ver como fica; assim como de Charlie Brown Jr.

SOBRE O BLOG, EM JANEIRO. AVISOS IMPORTANTES:
Estou saindo de férias. O que não significa que o blog ficará abandonado, porque nesses mais de quatro anos de blog eu já tive férias, e o Parada Temporal continuou por aqui. Mas dessa vez as coisas devem ser um pouquinho diferentes. Amanhã mesmo eu saio para Nova York, e eu não terei tempo de ficar escrevendo postagens convencionais para o blog porque, hey, eu mereço aproveitar! Então durante todo esse mês, postagens comuns como Eu Ouvi, Frase de Segunda e Música da Semana estão suspensas, mas retornam normalmente em Fevereiro. O blog não ficará vazio, afinal ele está se tornando meu diário de bordo. Vocês sempre saberão que musical eu estou indo ver na Broadway naquela noite, e talvez até o que eu fiz durante o dia, que lugares visitei… isso tudo vai depender de como estará meu tempo por lá, mas acho que esses registros da viagem eu consigo escrever. Queroescrever.
Séries que retornarem antes de eu voltar de viagem serão vistas em maratonas, assim que eu voltar – então você ainda terá as reviews aqui no blog, não se preocupe. Talvez só uns dias atrasadas. Todos os musicais que eu vir na Broadway ganharão postagens especiais aqui no blog, que só colocarei no ar a partir do fim de janeiro, e com calma ao longo de alguns meses. Para que eu possa organizá-las e recordá-las de maneira satisfatória. Por curiosidade, aqui estão os musicais que verei: Avenue Q, Jersey Boys e , cujos ingressos já estão comprados. Também já tenho ingressos para Nevermore – The Imaginary Life and Mysterious Death of Edgar Allan Poe, na pré-estréia! Demais ingressos eu comprarei lá, na chegada, mas pretendo ver: , Les Misérables, , , If/Then (com Idina Menzel!), On the Town, , Cabaret (com a Emma Stone) e Aladdin.
Postagens começam assim que eu voltar. Prometo.

Temos um ano promissor pela frente, em vários sentidos. Mas muito mais do que o que vai estrear no cinema, o que estará nos palcos para assistirmos, na televisão, ou novos livros, o que importa é o que fazemos com esse ano. Então façamos de 2015 um ano especial, cheio de luz, paz e alegria. Vamos aproveitar de todas as maneiras possíveis, com aqueles que amamos, fazendo aquilo que amamos… vamos passar também esse ano juntos, trocando idéias, discutindo opiniões. Que seu ANO NOVO seja especial, que você aproveite e que possamos ter uma Retrospectiva gostosa no dia 31 de Dezembro. Sobre tudo aquilo que assistimos, aquilo que deixamos passar e das quais nos envergonhamos, mas mais do que tudo: que possamos olhar pra trás e dizer: foi um ótimo ano. Aproveitem!

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“Failure is part of the process. You don’t know where you’re vulnerable until you fail”
Com um pouquinho de choque eu comecei a assistir a esse episódio de Scorpion, por causa do tempo total de episódio, que chegava a 63 minutos. Foi uma experiência diferente, inusitada, de ficar acompanhando Scorpionpor tanto tempo, mas talvez o tamanho do episódio tenha me deixado com algumas expectativas que não chegaram realmente a ser alcançadas. Embora tenhamos tido um caso semana que era bem interessante – e foi muito bem desenvolvido pelo roteiro cheio de tempo –, e isso de certa maneira se concretizar em um crescimento importante para alguns personagens, eu não vi muita inovação, como não vemos vendo desde o início da segunda temporada. Não é uma temporada ruim, mas é uma temporada próxima demais da primeira para realmente fazer alguma diferença. Os 63 minutos de episódio desenvolveram um caso semanal MUITO BOM e muito envolvente, mas não fez nada além disso: desenvolver um caso semanal muito bom e muito envolvente.
Acho que uma das grandes transformações é essa que viemos acompanhando no personagem de Walter – ele fica com essa coisa toda “reservada” de não querer sair com a Paige e tudo o mais, mas acabou indo até o bar para ver se “conhecia alguém”. Claro que uma mulher não ia, simplesmente e de uma hora para a outra, dar toda aquela bola para o Walter, ainda mais com aquelas cantadinhas bem desinformadas dele, que não ia chegar a lugar nenhum na vida real. Tudo parte de um plano para sabotar o trabalho de Walter e implantar um vírus no código que ele escreveu, danificando todo um projeto bem grande… mas sobre ele com a mulher do bar: O QUE FOI A PAIGE COM CIÚMES? “Walter se divertindo, saindo com uma garota qualquer do bar, existe um mundo em que isso acontece de verdade?” e, o que deve ter sido a melhor fala de Paige no episódio inteiro: “Tá sentindo? É o mesmo perfume barato do quarto do Walter. Talvez devêssemos levar isso pra um cão farejador especializado em localizar piranhas”.
Oh, Paige!
Tech, Drugs, and Rock’n’roll colocou os personagens em situações extremas, enquanto um prédio inteligente se fechava e mantinha as pessoas presas ali dentro para uma morte certa – eu pensei um pouco nos atentados contra o avanço da tecnologia, numa tentativa de protesto mesmo. Mas foi angustiante. Enquanto Paige e Cabe estavam do lado de fora, loucamente tentando conseguir informações que pudessem ajudá-los a chegar em alguma pessoa importante ou ainda alguma coisa que pudesse ajudá-los a escapar, outros estavam tentando salvar as pessoas presas dentro do prédio, como Sylvester que estava lá em cima com várias crianças, tendo que ser o adulto razoável naquela situação toda, e Walter, graças ao erro que tinha cometido inicialmente, estava loucamente cometendo mais e mais erros em busca de corrigir o inicial, e estava com suas reais intenções colocadas em dúvidas pelos responsáveis de todo o projeto, que acreditavam que podiam estar sendo sabotados.
O resultado foi um episódio realmente muito bom e cheio de tensão – um suspense muito bem criado, daqueles que Scorpion sabe fazer e que nos deixa roendo as unhas porque não queremos que nada de ruim aconteça. Ver Toby quase morrendo, por exemplo, foi uma angústia grande e desnecessária demais, porque o Walter foi um verdadeiro babaca. E mesmo à beira da morte, o Toby é aquela fofura de sempre: “You have a lot of balls killing me, O’Brien. I will rise again”. Adorei o desespero da Happy though, e a tentativa de auto-suficiência do Toby, dizendo que não precisa dela. Cenas de crescimento dos personagens mostram o Sylvester em seu melhor em cenas angustiantes que me deixaram desesperado, isso que eu estava seguramente sentado em minha cadeira, apenas assistindo! E por mais que o Walter possa ter errado em relação a muita coisa, ele está mudando, e ele está tentando crescer, fazer as coisas de uma maneira melhor, e se relacionar com as pessoas. Paige está orgulhosa, e Paige está esperando o momento ideal. “You can’t unring a bell”.

Para mais postagens de Scorpion, .









Quem não pode esperar para ver Wicked no Brasil, finalmente? EU!
Já são alguns anos que os amantes de musical estão esperando ansiosamente Wicked por aqui – quer dizer, o Brasil cresceu tanto em teatro musical nos últimos anos, estando atualmente classificado como o terceiro maior centro de teatro do mundo, como nós demoramos tanto tempo para ter Wicked? Tivemos produções excelentes nos últimos anos, como A Família Addams (e o Brasil foi o primeiro país a fazer o musical fora da Broadway, e estava simplesmente excelente!), e agora finalmente parece que vamos ganhar a tão aguardada adaptação para palcos brasileiros de Wicked. Como isso estava sendo dito há muito tempo, mas com pouca confirmação oficial, eu ainda estava guardando essa postagem… mas agora eu tenho todos os motivos do mundo para postar, afinal parece que WICKEDESTÁ SAINDO DO PAPEL MESMO! Já temos até data de estréia para o musical, então vamos guardando o dinheiro…
Porque vamos viajar. CLARO.
Wicked é um musical em cartaz na Broadway desde 2003, e adaptado da obra de Gregory Maguire (olha minha monografia aí!), é a história das Bruxas de Oz. Mais ou menos. Afinal, conhecemos Elphaba, futuramente a Bruxa Má do Oeste, desde muito antes de Dorothy chegar àquele lugar, e nós descobrimos que existe muito mais ali do que sempre nos contaram… é fascinante presenciar uma releitura como essa, conhecer outra faceta da Bruxa Má do Oeste, que inclui uma amizade belíssima com Glinda! Okay, previamente chamada de Galinda, mas você vai entender se você já viu o musical… a história começa, mais ou menos, quando as duas se conhecem na Universidade Shiz, e entendemos que Elphaba era uma ÓTIMA pessoa, que ficou conhecida como Bruxa Má do Oeste por não se submeter às coisas que o Mágico lhe impunha…
Enfim. Acho que minhas postagens mais significativas sobre Wicked, embora haja mais, podem ser lidas no . Para te ajudar, aqui vão os links: (introdução), (música da semana) e (mais informações e comentários). Também, como vi o musical ao vivo em Janeiro de 2015 em Nova York, na Broadway, você pode ler meu texto sobre essa versão . Evidentemente, há mais postagens sobre Wicked circulando pelo Parada Temporal, e caso você queira conferir todas as disponíveis, .
Você percebeu que eu ADORO Wicked?
Se não… sim, eu ADORO Wicked.
O musical chega ao Brasil no ano que vem. Também temos as especulações de uma adaptação cinematográfica de Wicked circulando há alguns anos, e novamente está se dizendo que pode chegar aos cinemas em 2016… estrear o musical no Brasil no mesmo ano do filme é uma idéia de marketinginteligente. Segundo informações presentes n’O Estado de São Paulo, , a escolha do elenco terminou nessa quarta-feira, dia 11, e Lisa Leguillou, codiretora do musical original, em 2003, ajudou – não sabemos se o papel ficou para a veterana ou a novata em musicais. De qualquer maneira, parece que temos um musical grande vindo pela frente, afinal Wicked É um musical bem GRANDE, em questão de história, elenco, figurino, cenários… é uma super (e cara) produção. Ficamos aguardando mais informações que envolvam o elenco e os ensaios, e depois as informações bombam conforme nos aproximemos da estréia, com as primeiras fotos, pôsteres, atores em seus figurinos, ensaios…
Enfim, QUE VENHA LOGO MARÇO! \o/
Everyone deserves the chance to fly.

Para mais postagens de Wicked, .









Como assim essa luta pela TARDIS? Eu seria o melhor jogador de ping-pong EVER! \o/
Esse título nos remete a quê? STAR WARS, É CLARO. Mas não era por isso que eu estava ansioso em relação ao episódio, e sei que muita gente compartilhava dessa minha felicidade: Doctor Who! Com direito a uma LINDA TARDIS e o Sheldon vestido maravilhosamente de Fourth Doctor, não tinha como não gostar e não esperar por essas coisas… mas ainda independente das ótimas referências, foi um episódio muito gostoso! Sheldon e Leonard apresentaram uma química excelente que há muito não apresentavam, e a luta para ver quem que ficaria com a TARDIS foi muito hilária! A maneira como a Bernadette pode ser persuasiva, ou ainda a maneira como foi tão engraçado ver essas pessoas tentando jogar pingue-pongue.
Sheldon e Leonard saem para uma palestra sobre aquele trabalho que escreveram juntos, e que está realmente rendendo alguns episódios esporadicamente. E é muito legal perceber a mudança em Sheldon quando ele aceita ouvir uma música, ou naquele jogo que Leonard respondeu de maneira tão exata. “I don’t wanna play anymore”. Como eles estão um pouco adiantados, eles passam pelo Rancho Skywalker, e ah, como eu ri daquilo! Porque a reação e a interpretação dos dois… os planos, as conversas, as reações infantis de Sheldon, a honestidade de Leonard… tudo foi excelente! “That’s a code, Leonard. He wants us to drop in”. “You pushed it, are you out of your mind?”.“THIS IS SO AMAZING!” “I KNOW” Essa euforia. Ah, isso é tão identificável… do jeito que eu ficaria.
Mais com Doctor Who, mas enfim.
O QUE FOI O SHELDON LEVANDO UM CHOQUE? O grito!
Do outro lado do episódio, temos coisas antigas na casa de Howard que Bernadette está decidindo se serão vendidas ou não… ah, e aquela belíssima TARDIS. Bernie, sorry, mas assim não dá para te defender: como alguém pode querer se livrar de uma belezura daquelas? Adorei TODOS os jogos de pingue-pongue. Primeiramente, Penny contra Raj, e como ele está indo super bem. Então Bernadette entra em ação: e eu adoro como ela pode ser persuasiva, mesmo que eu não concorde com ele. Como Raj erra o saque propositalmente! Depois, mudança nos campeões, temos Raj x Amy, E EU RI DEMAIS DAQUILO TUDO! Ela sacando e vencendo, ou então Raj sacando e as poses dela… ÓTIMO. Mas Bernadette entra em ação… Amy fica com a TARDIS como porta do seu quarto.
Because it’s bigger on the inside.
Sério, foi rápido e tudo, mas O QUE FOI O SHELDON DE FOURTH DOCTOR? Adorei!

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Aquela rosto lindo, aquela aura carismática, aquele sorriso… e aquelas roupas divertidas que tanto gostamos. E ela é, realmente, um máximo! Várias de suas músicas são absurdamente divertidas, com letras bacanas como Last Friday Night e Hot’n’cold. Algumas ousadas como Peacock e I Kissed a Girl. E eternas fofuras como Teenage Dream, que é uma de minhas músicas favoritas. Mas outras sérias mexem conosco…Firework.The One That Got Away.Wide awake.Então embora ela tenha aquelas músicas tão divertidas, e outras tão bonitas que eu realmente amo, Wide Awake sempre foi uma música que me chamou muito a atenção. Acho que é muito pela sua melodia, e pelo sentimento na voz de Katy Perry enquanto canta – que transmite a emoção e a melancolia da letra mesmo para aqueles que não entendem a língua inglesa. A entendendo, a música fica ainda mais impactante, porque a letra é realmente muito bonita. E incrivelmente triste. Mas ao mesmo tempo é um hino de superação. Porque mostra toda a devastação de uma tristeza profunda, a sensação de estar caindo, mas essa necessidade de se assegurar de que está “acordada”, e de que nasceu de novo. E de que temos que continuar, não importa o que tenha acontecido. É uma música e uma mensagem muito bonitas!I wish I knew then / What I know nowWouldn’t dive in / Wouldn’t bow downGravity hurts / You made it so sweetTill I woke up on / On the concreteO clipe é apaixonante… quer dizer, O QUE É ISSO?  Clipes de Katy Perry tendem sempre a se superar. Não são meros clipes, não são Katy Perry cantando e pronto. São grandes histórias, são super-produções, com efeitos especiais, figurino elaborado, tudo perfeito… ela está linda. Impressionantemente linda nesse clipe. E é um daqueles clipes cheios de história, e eu adoro o tom fantasioso e ao mesmo tempo meio sombrio, meio macabro – que de certa forma é uma boa representação de o que ela está cantando. Também achei muito inteligente como o clipe começa e como o clipe termina. Como ele começa ao fim da gravação de California Gurls, e ela está naquela foto que é a capa daquele CD… e então ela, no camarim, mais triste, foge para seu próprio mundo de Wide Awake. E como, no fim do clipe, ela está de volta, em sua roupa MARAVILHOSA do show, subindo ao palco para cantar Teenage Dream.Que precisão.Mas o clipe em si está magnífico. Passado esse início genial, ela está vestida meio gótica, e está mais linda do que nunca naquela maquiagem e naquelas roupas – com um lampião, explorando um labirinto enquanto anoitece. Um conto de fadas obscuro e bonito, com direito a um labirinto, um morango envenenado, um gato, um Príncipe Encantado e uma garotinha. Mas não é nada tão simples quanto parece. Todas as referências, como o morango ao primeiro álbum, os fogos de artifícios saindo de seu peito (como em Firework) e o encontro entre as duas Katys. QUE CENA LINDA! Aquela menina como a Katy criança, com a Katy agora… lindo demais! A cena dos espelhos, como a garotinha não tem um reflexo… e como a menina tenta salvá-la por aqueles corredores assustadores, todos os efeitos dali, os minotauros! Mais tarde, o centro do Labirinto com todas aquelas cores e luzes, o soco no Príncipe Encantado… a placa na bicicleta rosa (Hot’n’cold?) enquanto a jovem Katheryn vai embora, talvez na vizinhança de Last Friday Night…Tudo tão lindo e tão simbólico. Tão preciso. Tão inteligente. Melhor clipe de Katy Perry. Sem mais.Curta nossa Página no Facebook: Parada TemporalRaven’s Home 1x04 – The Bearer of Dad News “Seriously, boy, what’s wrong with you?”O MELHOR EPISÓDIO ATÉ AQUI! Teve tanta coisa boa nesse episódio que mal dá para listá-las, mas o que eu mais queria dizer é: EU RI MAIS QUE EM QUALQUER OUTRO EPISÓDIO. Ri muito, ri de verdade, e amei cada pedacinho do episódio… a Raven estava simplesmente hilária, fosse com as suas danças ou com a sua determinação de fazer “um fim de semana de pai” para Booker e Nia não ficarem tão tristes com o fato de Devon estar se mudando agora para o Texas, e a Chelsea e o Levi estavam impagáveis – um episódio como esse só reforça a minha teoria de que LEVI É O MELHOR PERSONAGEM ENTRE AS CRIANÇAS! É sério, meu amor por ele só cresce a cada episódio, coisinha mais fofa! E inesperada. Assim, The Bearer of Dad News foi RECHEADO de bons momentos e de excelentes gargalhadas, e Raven’s Home continua nos conquistando mais a cada momento.Que primor de série!Começamos com uma festa “surpresa” de despedida para Devon (e eu adorei a Chelsea entrando para receber “o abraço em grito” de todo mundo), mas Devon é “o Rei das Surpresas”, então Raven não tem sucesso na sua missão – ele é que aparece lá de dentro de casa… a despedida é fofa, e conta com fotos dele e das crianças em um livro pop-up que a Nia fez para dar-lhe de presente (a maioria delas inclui a cabeça de Booker entalada em algum lugar, o que faz Raven se perguntar o que ele tem de errado), e trocas de palavras carinhosas. A despedida de Devon e Raven também foi legal (“I’m glad we’re still friends”), com o detalhe de Raven dizendo que “mataria por 5 minutos sozinha”. A visão da Raven vem depressa, e envolve a opinião dos flhos a respeito dessa mudança do pai: “Dad’s gone” “Things are never gonna be the same”.A missão da Raven? NÃO DEIXAR QUE OS FILHOS FIQUEM TRISTES.Por isso ela tenta distraí-los, fazendo coisas que Devon costumava fazer com eles… enquanto isso, Levi aparece todo FOFO com o chapéu do Almirante Fofinho, e Rae fala sobre como era um urso querido que Devon deu para as crianças, e Chelsea acabou de jogá-lo fora: “Ah, Rae, I don’t think you have to worry about that!” RI TANTO COM CHELSEA NESSE EPISÓDIO, ela estava impagável, do começo ao fim. E quando ela mergulha no lixo para recuperá-lo? LEVI DANADINHO! Ri TANTO com a maneira como eles “sempre resolvem as coisas”, naquele “Heads or Tails?” “Heads” “Ah, I was thinking Tails, sorry”. LEVI É PERFEITO! E eu o amo! Então temos a Chelsea dentro do livro, a “peruca com dentes que se mexia”, e a tampa do lixo decepando a cabeça do Almirante Fofinho, o que era certamente um grande problema!A CIRURGIA COM FITAS!Raven, por sua vez, acorda os filhos animadamente, para um fim de semana divertido como os que tinham com o pai, E COITADA DELA! Booker e Nia ficam animados, naturalmente, Rae faz uma dancinha hilária, cita os Boyz ‘N Motion, e começa a nos divertir com aquele chilli SUPER PICANTE que eles preparam, como preparavam com Devon… a Raven cheirando a comida e então chorando, borrando toda a maquiagem e gritando “I can’t see! I’m chilli blind!” foi uma das coisas mais engraçadas que já vimos em Raven’s Home e That’s So Raven juntas! E quando ela toma pimenta do pote achando que é leite? Como resultado, o seu estômago não está nada feliz, e ela está com um pijaminha engraçadinho quando se junta aos filhos no sofá para assistir a um filme de terror, chamado “Evil Elf 3”, e se pergunta: O que pode ter de tão assustador em um elfo?MUITA COISA.Raven morrendo de medo do filme foi HILARIANTE, se escondendo embaixo de almofadas, com a bunda para cima tremendo, e depois os seus filhos a colocaram para dormir, toda assombrada, e querendo que a porta ficasse meio aberta e tudo o mais… o melhor de tudo foi o Levi voltando ao apartamento para pegar mais fita para a “cirurgia” do Almirante Fofinho, tão pequenino como ele é, com a toquinha na cabeça… exatamente como o elfo do filme! “It’s the elf!” Nessa parte do episódio eu já estava sem ar de tanto que estava rindo, e quando a Raven o acertou com um travesseiro, TADINHO! Quer dizer, foi extremamente engraçado, mas ele no chão, dizendo que tinha sido um mal entendido, QUE DÓ! O episódio já estava verdadeiramente perfeito, mas ainda estávamos caminhando para a cena no parque de diversões.E WOW!Booker e Nia levam Raven ao “Wind Tickler”, um daqueles brinquedos que o levam muito, mas muito, muito, muito alto para uma queda livre. Muito alto em termos de 45 metros, e uma queda livre de 100 km/h! A cara da Raven subindo é impagável, a visão que tinham do parque distante, lá embaixo, também… quando passa um pássaro (“Bird high is too high”) e quando Raven diz que passou um avião e ela conseguiu ver um trechinho do filme que eles estavam exibindo! O medo dela é hilário: “If we die, you’re both grounded”. Enquanto isso, Levi e Chelsea tentam conseguir um novo Almirante Fofinho em um jogo manipulado no parquet, e depois que Chelsea gastou MUITO dinheiro, Levi conseguiu entender o que o cara estava fazendo, e ele tinha um plano para aquela última bola. Juro que eu não esperava a atitude dele, que atinge o cara com a bola de basquete, grita “Get the bear and run!” e sai correndo com a mãe.ELE SALVOU O DIA. DE NOVO.E foi MUITO MELHOR que no episódio passado!Levi <3Faltava apenas Raven e os filhos descerem lá de cima, e eles têm uma conversa bonita e franca, em que falam da tristeza porque o pai foi embora, e Rae percebe que não pode impedi-los de ficar tristes… depois do momento lindinho, ELES CAEM. E FOI COMO ESPERAMOS. Raven gritando, o cabelo chegando todo armado lá embaixo, os gritos que não a deixam tirar do brinquedo, enquanto Levi e Chelsea passam correndo, fugindo do cara de quem “roubaram” o urso! Uma finalização perfeita… oh, além do “Look who I found. Not that he was missing” fofíssimo do Levi (sério, eu queria tê-lo como filho!), e da irônica destruição do Almirante Fofinho, dessa vez pelos próprios Booker e Nia, ao brigarem um pouco por ele… de todo modo, o final do episódio só prova o que vimos no início: Booker tem alguns problemas de colocar a cabeça em qualquer lugar!O MELHOR EPISÓDIO ATÉ AQUI!Ri do começo ao fim!Para mais postagens de Raven’s Home, clique aqui.Ou visite nossa Página: Cantinho de LuzJunior Bake Off Brasil: TOP 8 “Ele disse ‘Seu bolo está inefável’, eu nem sei o que é isso”Thales cozinhando o programa inteiro de Avental Azul, ficando novamente entre os primeiros lugares, e as duas crianças (dentre os remanescentes) de que eu menos gostava sendo eliminadas no mesmo dia? EU AMEI ESSE PROGRAMA! Eu acho que foi uma das vezes em que percebemos eles sendo mais justos… o avental de Mestre Confeiteiro passando para o Arthur no final foi super merecido, e as eliminações? O Gustavo já estava enchendo a saco e fazendo tudo errado há tempos. A Bella deixou que um único avental azul lhe subisse à cabeça e se tornou totalmente insuportável, debochada e com mania de superioridade, sendo que nem vinha apresentando trabalhos assim tão boas… eu achei foi é bem-feito que ela foi eliminada. Agora eu já não sei quem vai sair na semana que vem, e na verdade gosto de todos… um pouquinho menos da Sarah, que está cada dia mais chatinha, especialmente nesse programa.Mas quem é o FOFÍSSIMO melhor criança de todas?THALES, É CLARO! \o/PROVA CRIATIVA: “DRIP CAKE”Dessa vez, eles foram muito claros em relação às regras: o mais importante é a decoração, então não é para ter recheio, para que eles possam ter tempo de se dedicar a decorar. Um bolo de no mínimo 10cm de altura, e 1h45min de prova. Quando a prova começou, eu só ficava pensando na terceira temporada e em como os adultos tambémtiveram dificuldade na prova de “drip cake”. Mas as crianças se empenharam, e eu acho que saíram trabalhos muito bacanas, e comentários legais, tipo a animação toda da Naná: “Adoro um drip cake, ainda mais quando tem glitter, glitter em tudo, adoro”. O Thales, a fofura em menino, estava uma graça como mestre confeiteiro, falando da textura do drip e explicando o que era isso e tudo o mais… podia ser mais fofo? Não.Pessoas que incomodaram: Bella e Gustavo. Gustavo porque é um chatinho, daquelas crianças irritantes que querem ser “o palhaço” e fica tentando se aparecer. Bella porque ela se acha a grande melhor do que todo mundo, e a maneira debochada e sem respeito com que ela trata os colegas é irritante. Vide aquele comentário maldoso quando o bolo do Gustavo não cresce: “Isso é uma panqueca?” Totalmente sem necessidade. E a Sarah, beeem chatinha, mais a cada programa, hoje solta um prepotente “Hoje eu não tô com paciência, não vou ajudar ninguém”. No caso de Sarah, o problema é a dificuldade para lidar com a frustração. Desde que ela começou muito bem e ganhou Mestre Confeiteiro, ela só vem decaindo, e ela não sabe lidar com isso. Dá para ver no seu rosto que não.Agora a Naná ajudando o Arthur eu achei uma graça!De modo geral, eu achei uns Drip Cakes muito bons. Falhas aqui e ali, naturalmente, mas bem bons! Arthur teve uma dificuldade na hora de fazer o efeito de “derramado”, e acabou que foi mecânico ao invés de orgânico, por isso não ficou tão legal. Mas eu gostei das cores, gostei de como ficou alegre e divertido. Gustavo, por sua vez, lidou com a dificuldade do bolo não crescer improvisando com marshmallows para conseguir os 10cm, e a improvisação é uma necessidade do confeiteiro, então teve um pontinho. Mas a consistência ficou mole e o “drip” foi até o fim. Sua decoração traz chocolate, pirulitos, bis, gomas… ficou alegre. Bella quis enfeitar e fez um negócio embaixo que derreteu e acabou que ficou horrível… não fosse isso, até que teria ficado bom, mas que bom que ela mesma se sabota!O da Sarah não ficou muito bom não. O ponto do dripping estava ruim, mas não fica entre os piores tampouco. Noah tem uma ideia incrível. Não é a melhor execução possível, mas o lance do “Arco-Íris” foi bem criativo e eu GOSTEI. Ela estava super tensa, e o sorriso dela quando a Becca diz que o bolo está super saboroso <3 O da Duda, muito bonito, segue o modelo dos jurados na temporada passada: com um “sorvete”, como se ele tivesse derretido em cima do bolo. Uma boa ideia, bem executada, boas cores, sorvete proporcional… ficou bem legal, mas o ponto da ganache não estava ideal. O da Naná meio que derreteu, e era para ter ficado bem melhor, estava bem melhor enquanto a víamos fazer… fiquei triste. Ela já estava com carinha de choro, mas asseguram a ela que “ela fez uma boa prova”.E o Thales, O MENINO MAIS FOFO DESSE PROGRAMA. Ele não entrega o melhor drip cake da prova, mas ele entrega uma prova competente e cuidadosa. Com confeitos coloridos, suspiros e pirulitos, nas palavras dos jurados, o bolo está “alegre” e “muito bem feitinho”. Não é o Pandoca, nem o melhor trabalho do Thales, mas é um trabalho muito bom, com boa escolha de cores, decoração alegre… quando a Becca elogia o gosto e diz que tá ótimo, e que “comeria aquela fatia inteira”, o sorrisinho dele é impagável. QUE CRIANÇA MAIS FOFA. E quando o Fasano o elogia também! <3 “Ele disse ‘Seu bolo está inefável’, eu nem sei o que é isso”.PROVA TÉCNICA: “UM ABACAXI ESCULPIDO COM DECORAÇÃO DE SUSPIROS”EITA.As carinhas das crianças quando Carol e os jurados falam qual é a prova é impagável, mas até que não é o fim do mundo quando eles mostram e explicam do que se trata. Um abacaxi feito com isopor comestível (nem sabia que existia!), e suspiros ao redor, para formar a casca. O isopor nem será experimentado pelos jurados, apenas os suspiros e a avaliação será feita por eles ao lado do visual da decoração. 1h30min de prova.O primeiro grande desespero das crianças é em relação aos suspiros: 130 SUSPIROS! “É muito suspiro, véio!”, diz a Naná. Mas o mais fofo foi o Thales dizendo que acha que “130 é um exagero” HAHA E como basicamente tudo o que o Thales faz ou diz eu acho LINDO, foi tão bonitinho ele fazendo os suspiros e a Carol do lado dele, perguntando se ele vai colorir ou se vai fazer branquinho, e ele diz: “Eu vou colorir, não é pra colorir?” QUE FOFURA. Mas enquanto ele faz os suspiros, meu primeiro pensamento era: “O que voc~e está fazendo, meu filho?”, porque eles pareciam meio desproporcionais… felizmente eles não ficaram assim no resultado final, ufa! Detalhe também para o Thales paradinho comendo pipoca e olhando para a Carol quando ela anuncia que só tem mais 30min de prova…<3Os suspiros foram mesmo um problema. Eu ri deles contando, eu sofri com suspiros queimados, como aqueles 70 do Arthur, mas não vou negar que eu ri quando foram os da Bella que queimaram. Ela não se diz tão boazona? O “Que cheiro é esse?”da Carol foi HILÁRIO. As crianças ainda sofreram HORRORES pra modelar o isopor comestível, o que me deu até agonia, e vou pegar no pé da Bella mesmo, porque ela é chata: percebam como ela se enfia na bancada dos outros só para atrapalhar. O abacaxi da Naná estava ficando ótimo, e ela estava ali só para colocar defeito. E enquanto Naná ajudava o Arthur, com toda a bondade de seu coração (foi muito fofo!), a Bella estava ali do lado para atormentar, atrapalhar e sabotar… e rir dos outros. Aquilo era inveja! A Naná ajudou até o Gustavo! Ah, falando em Gustavo, ele se aproveitando da Sarah e ainda a chamando de “Dudinha” eu achei sacanagem. Fiquei com raiva.Comentários finais:“Eu tô feliz mais ou menos, porque despedaçou. Mas eu vou conseguir”, by Duda.“Final de feira o abacaxi não fica muito bonito”, by Noah.Vamos lá, comentários. Começando por NANÁ, e eu achei o abacaxi bem bonitinho. E quando a Becca fala das “várias formadas” para os suspiros, eu meio que comecei a rir (de nervoso). ACHO QUE TODO MUNDO FEZ MAIS DE UMA FORMADA. A Carol comentou isso. Fasano dá bronca pela temperatura do forno e o que dizia a receita… embora fizesse sentido, eu achei grosseira sua forma de dar bronca. O do THALES, tudo o que eu pensava era: “Cadê a cor, meu filho?” Faltou um pouco mais de corante, mas ele sempre tem detalhes a serem elogiados, e eu gosto disso, de como o Thales é cuidadoso com os detalhes. Por exemplo, ele passou glacê e fez todo um acabamento em volta do isopor antes de colocar os suspiros… UHULL. Noah fez um abacaxi de cores BEM FORTES, o oposto do de Thales, e eu achei bonito. Talvez estivesse com muito gosto de corante, though.ARTHUR recebeu um elogio de que era “o mais bonitinho até agora”, embora eu tenha discordado bastante, mas eu não foi seguir nisso… basicamente tava uma bola e não um abacaxi, a cor tava apagada e as folhas da coroa estavam feias. GUSTAVO apresenta um cheio de falhas e espaços abertos. O de SARAH foi recebido com um comentário de que “parecia um abacaxi que caiu do caminhão”, e dava para ver que estava bem QUEIMADO. O da DUDA, infelizmente, não estava bonito. Pequeno, cor estranha, sem acabamento interno e passou do tempo de forno. Eu ri dos comentários a respeito do da BELLA: “Isso aqui é uma abacaxi?” “Não, né?” Ainda disseram que parecia vir do deserto, parecia um cacto sem água. A consistência do suspiro ainda ficou super mole e, como eles disseram, ela “perdeu tempo fazendo coisas no prato”. Elogiariam se o abacaxi estivesse todo bonitinho, mas não era o caso.CLASSIFICAÇÃO: em 8º Lugar, infelizmente, a Duda. A carinha dela foi de partir o coração, porque ela estava sempre tão perto de ser Mestre Confeiteiro, e essa semana ERA DELA, e então ela passa longe assim… imediatamente ela começa a chorar e eu fiquei com muito dó. Em 7º Lugar, a Sarah, novamente numa posição bem baixa. Em 6º, a Bella. Em 5º, o Gustavo. Em 4º a Noah e em 3º a Naná, e a felicidade dela por essa classificação é uma coisa fofa, aplaudindo e rindo. E quando ficou entre o Thales e o Arthur, eu sabia que o Arthur acabaria ficando em primeiro lugar, MAS EU JÁ ESTAVA TÃO FELIZ. Novamente o nosso menino Thales nos primeiros lugares. QUE ORGULHO! O sorrisinho dele, fofo e feliz. Em 2º Lugar, portanto, o Thales, e em 1º o Arthur.MESTRE CONFEITEIRO e ELIMINAÇÃOO avental azul de MESTRE CONFEITEIRO era para ser da Duda, e infelizmente deu problema, eu fiquei muito triste. Segundo os jurados, o avental nessa semana fica para dois competidores muito competentes, e não posso deixar de pensar que é o Thales e o Arthur, e eles não iam repetir o Thales. Então os jurados chamam os seis nomes: Naná, Thales, Arthur, Gustavo, Bella e Noah. Sarah e Duda já são automaticamente salvas, e a felicidade e alívio de Duda voltando à bancada. Ufa! Mestre Confeiteiro, como esperávamos, vai para ARTHUR, e eu acho que, de modo geral, ELE MERECEU.O Thales colocando o avental nele? FOFO.Por fim, a eliminação, E EU NÃO PODIA ESTAR MAIS FELIZ. Não seria justa a eliminação nem de Noah, nem de Naná, e quando Fasano diz que “o nome das duas pessoas que ficam começa com a letra N”, eu demorei um pouquinho para processar a informação, e então quase morri de felicidade. As duas crianças mais chatinhas que ainda estavam na competição são eliminadas JUNTAS. Tchau, Gustavo. Tchau, Bella. Não vou sentir saudade de nenhum dos dois!Para mais postagens de Junior Bake Off Brasil, clique aqui.O Diário da Princesa, Volume II – A Princesa Sob os Refletores Em O Diário da Princesa, Mia, uma típica adolescente de Nova York, descobre de uma hora para outra que é a única herdeira do trono de Genovia e sua vida vira de cabeça para baixo. Agora, ela recebe outra notícia bombástica: sua mãe está grávida de seu professor de álgebra. Ainda em choque com a novidade, Mia nem imagina o que a espera pelos próximos dias…Querendo ver Rocky Horror no Village, desesperadamente.Acho que o segundo livro d’O Diário da Princesa é ainda mais envolvente do que o primeiro… agora que nós já estamos por dentro de tudo o que está acontecendo e conhecemos esses personagens, parece ainda mais interessante ler suas histórias, e sofrer com eles. Continuo admirando a maneira como Meg Cabot escreve, e como ao fazê-lo, ela consegue nos aproximar dos personagens. Parece que somos confidentes de Mia Thermopolis, seus melhores amigos. E nós amamos as mesmas pessoas que ela ama, pela maneira verdadeira como ela fala deles em seu diário… é uma proposta interessantíssima que nos deixa muito envolvidos!O segundo livro da série, A Princesa Sob os Refletores, traz algumas histórias: inicialmente eu estava achando bem simples e direto, mas vamos lá. Temos aquele início com uma doença falsa para que ela não possa ir à entrevista do TwentyFour/Seven, que acaba acontecendo, e parte do livro é sobre as conseqüências disso. Também temos a novidade de que a mãe de Mia agora está grávida do Sr. Gianini, então eles estão para se casar – fora toda a história de que Grandmère quer preparar um super casamento real para ela! E, por fim, um dos sonhos de Mia está prestes a se realizar quando ela ganha um admirador secreto chamado JoCrox, que começa a mandar mensagens românticas para ela.Como ela queria que fosse Michael Moscovitz.Vamos à entrevista. Eu fiquei muito contente com a maneira como isso tudo aconteceu, e mesmo que Mia Thermopolis tenha ficado terrivelmente envergonhada com o que disse ao TwentyFour/Seven (e convenhamos que não foi uma ótima entrevista mesmo), tivemos boas repercussões. Como a reação de Tina Hakim Baba ao telefone, que foi uma das coisas mais fofas de todo o livro! E aquela entrevista “verdadeira” promovida por Lily no Lily Tells It Like It Is. O casamento da mãe gerou cenas excelentes como listas e todos os cuidados de Mia com ela (“Não tome a água do México!”), fora o desespero de Mia com o casamento organizado por Grandmère, que ela sabe que a mãe não vai gostar, de jeito nenhum.Assim como seu antecessor, o livro está cheio de referências bacanas que me deixaram bem animado. Além do convencional, como as comparações de seu pai ao Capitão Picard em Jornada nas Estrelas: A Nova Geração, tivemos um pouquinho de Josie e as Gatinhas (isso vem diretamente do admirador secreto!), SOS Malibu e Dirty Dancing – em mais de uma cena! Também tivemos aquele comentário sobre como as alunas na escola não podem usar as pontas da camisa amarradas como a Britney Spears e “Eu sou o rei do mundo!” Fora a possibilidade de um encontro com Michael Moscovitz (não que ela se dê conta que é esse tipo de coisa acontecendo), na noite de Halloween, à meia-noite, no Village, para assistirem ao Rocky Horror.Sério, eu quero ir. Alguém me leva!Fora isso, e eu também deixei essa parte para outro parágrafo, TIVEMOS O MÁGICO DE OZ. Bem, talvez no blog vocês ainda não saibam o quanto eu sou fascinado pela história, e as pessoas ao meu redor não param de escutar sobre O Mágico de Oz e Wicked desde que eu escolhi isso como tema do meu TCC. Todo mundo que me conhece não pode ver nada do tema que já me mostra. Enfim. Mia Thermopolis prova o vestido para o suposto casamento da mãe, e se sente maravilhosa, se sente princesa pela primeira vez. Trata-se do vestido mais lindo que ela já viu na vida, exatamente como o da Glinda, a Bruxa Boa, talevz com menos brilho. E eu só posso imaginar o quanto ele deve ter ficado estonteante mesmo.E, ainda, a seguinte descrição de um jogo criado por Michael Moscovitz:“[…] um jogo de computador que ele inventou chamado Decapite o Backstreet Boy. Nele a gente precisa atirar facas e machados, coisas assim, nos componentes da banda Backstreet Boys. A pessoa que cortar a cabeça do maior número de Backstreet Boys passa para o nível seguinte, em que decapita os caras do 98 Degrees, depois do N’Sync, etc. O jogador que conseguir cortar mais cabeças pode gravar suas iniciais a ponta de faca no peito nu do Ricky Martin” (p. 194)Cruel, eu sei. Mas eu ri. Talvez também por gostar tanto de Michael Moscovitz. O próximo livro se chama “A Princesa Apaixonada”, e eu sinto que muito disso terá relação com Kenny de Biologia, mas eu não posso deixar de esperar por mais Michael Moscovitz… os dois têm tanta química, e suas cenas são sempre tão lindas. E como Mia não nota o quanto Michael se importa com ela, o quanto gosta dela? Acho que todos nós somos assim na adolescência… eu achei todos os momentos dos dois apaixonantes (como o “tá legal, o Michael” duas vezes na mesma página, quando falando sobre querer que um garoto a chame de sua garota e coisas assim), e mesmo o final, quando ela descobre que o JoCrox é o Kenny (de Biologia), ela diz que ele não é tão ruim, mas ele não é o Michael Moscovitz.Compreensível, huh?Adorei o final do livro, muito mais do que eu gostei do final do primeiro. Sei lá, o primeiro acabou naquele clássico de um baile… o segundo acabou em uma versão trashde Rocky Horror no Village, à meia-noite, no Dia das Bruxas, com todos fantasiados, gritando respostas às falas dos personagens e jogando coisas na tela… é tão mais minha cara! Meu sonho, na verdade. E eu adoro como os sinais são tão eficazes e irrefutáveis! Como, ao ter o ombro envolvido pelo braço de Kenny, Mia percebe a reação de Michael, e eu fico triste por ele. Ou (e isso é uma das coisas que eu mais adoro!) como a Lily sabe tudo o que está acontecendo. Como olha para Kenny, depois para Mia, depois de volta para Kenny e por fim para Michael. E então levanta-se e tira todos dali. Mia termina o livro sonhando em ver o Michael sem camisa na manhã seguinte, já que vai dormir na casa da Lily.E quem pode culpá-la?Mas acho que um destaque maravilhoso está na maneira como Grandmère foi vencida nesse livro! Todo o casamento que ela organizava não deu em nada, como Helen e o Sr. Gianini fugiram para se casarem sozinhos em outro lugar. Ela foi vencida de maneira bela. Quanto aos pais de Helen, eu acho que eu esperava mais… as partes da Mãezinha e do Paizinho não foram assim tão interessantes, mas eles trouxeram com eles um dos maiores destaques do livro: HANK.Ah, como eu adorei o personagem de Hank, toda sua transformação e como eu ri. Hank é um primo de Mia, super caipira, mas absolutamente bonito… então meio que irresistível às mulheres. E ele acaba desaparecendo (DUAS VEZES!) com Lily Moscovitz, e é hilária a maneira como Mia escreve! “Estou me sentindo culpada. Hank aparentemente é atraente demais para ficar solto por aí no meio dessa galera. Devia ter reconhecido isso. Devia ter reconhecido que a atração por um garoto do campo sem cultura mas absolutamente lindo seria mais forte do que a atração por um gênio musical sem tanto charme, vindo da Rússia” (p. 174) / “Imagino se ela vai achar que vale a pena ficar sentada na lanchonete por uma hora depois da aula com os outros delinqüentes juvenis para ter os momentos fugazes de volúpia adolescente que está tendo com o Hank” (p. 174). E as alternativas de lugares onde os dois possam estar juntos! “5. Transando como dois animais no cio no quarto dele no SoHo Grand. AI, MEU DEUS!” (p. 175). As expressões de Mia, parece que consigo escutar seu desespero, e seu discurso irônico guiado pela incredulidade! Aquele tom… é excelente.Sim, NOVA REFERÊNCIA. Ele chega todo diferente, transformado por Lily, modelo contratado pela Ford Models como a nova cara das cuecas Calvin Klein (só eu que não consigo ver isso e não pensar em De Volta Para o Futuro?), e agora Hank está super parecido com Keany Reeves em The Matrix.Vale lembrar que era um filme bem recente na época de escrita do livro.Esperando mais de Michael Moscovitz no próximo livro! E, para finalizar, embora eu já tenha trazido algumas passagens do livro durante o texto, eu ainda quero deixar esse parágrafo, porque é algo que eu realmente adorei. Como eu disse, eu adoro aquela proposta do The Rocky Horror Picture Show no Village, à meia-noite no Halloween, e a maneira como Mia fala sobre a experiência. E agora nem tem nada a ver com ela presa entre Michael e Kenny, nem a revelação de quem era JoCrox, apenas sobre o livro mesmo, e um pouquinho de referência a um filme de que eu realmente gosto:“O Rocky Horror, mesmo quando a gente mal pode esperar que ele acabe [para falar com Michael], é muito engraçado. Todos agem como lunáticos. As pessoas jogavam pão na tela, e abriam guarda-chuvas quando chovia no filme, e se requebravam. Realmente é um dos melhores filmes de todos os tempos. Quase destrona o Dirty Dancing como meu preferido, mas só que ele não tem o Patrick Swayze” (p. 242).Para mais postagens de O Diário da Princesa, clique aqui.Next Saturday night, we’re sending you “Back to the Future”! “Tell me, doctor, where are we going this time?”Assistir a De Volta Para o Futuro, pela milionésima vez, só faz o meu encanto por esse filme maravilhoso aumentar… e eu tive recordações que eu nunca tive antes: enquanto assistia, lembrei-me de quando meu pai, muitos e muitos anos atrás, comprou o DVD de presente para mim, e eu era apenas uma criança ainda! Ele tinha viajado para Curitiba, viu o DVD à venda, e achou que eu devia ter… mas como uma criança, eu ainda nem tinha uma coleção de filmes nem nada assim. Será que posso dizer que meu pai foi o incentivador disso tudo? Bem, um dos grandes com certeza ele foi! Ele me presenteou com De Volta Para o Futuro, e desde então eu pude ver e rever o filme quantas vezes eu quisesse, quando eu quisesse…Para Outubro de 2015 (oh, data importante!), eu sentei e vi novamente.Os créditos iniciais de De Volta Para o Futuro são apresentados enquanto uma infinidade de relógios – uma coleção pessoal de Doc Emmett Brown, todos atrasados em exatamente 25 minutos – são mostrados pela câmera. Temos uma miniatura do próprio Doc pendurado em um relógio, temos a matéria no jornal sobre o roubo de plutônio – com o skate de Marty McFly encontrando tal caixa escondida na casa do Doc –, a comida do cachorro, o amplificador sendo ligado, e todo um mistério para mostrar o rosto de Michael J. Fox pela primeira vez. E toda vez que ele aparece, naqueles óculos a la Marty, é uma emoção incrível, um gostinho de nostalgia inigualável.The Power of Love is a curious thing…Back to the Future conta a história de como um adolescente conseguiu voltar no tempo e conhecer seus pais bem na época em que eles se conheceriam e se apaixonariam. Mesmo que o diretor da escola o chame de relaxado, e afirme que nenhum McFly nunca fez nada de importante na história de Hill Valley, Marty sabe exatamente o que dizer: “Yeah, well, history is gonna change”. BTTF nos mostra, com incrível bom humor, que as pessoas nem sempre são o que dizem – que nossos pais não foram, necessariamente, os modelos que eles dizem ter sido, para que nós sejamos “como eles” –, e que nós podemos ser incrivelmente parecidos com os nossos pais, mesmo quando queremos, a todo custo, negar isso. Mas também podemos mudar a história.Você já percebeu como, no primeiro filme, a viagem no tempo é mera coadjuvante?Quando Marty McFly chega no passado – em uma das melhores sequências do filme, porque eu me arrepio inteiro e sinto uma onda de felicidade ao escutar “Mr. Sandman”enquanto Marty conhece a Hill Valley de 1955 –, ele acidentalmente interfere no primeiro encontro de Lorraine Baines e George McFly, seus pais. “If grandpa hadn’t hit him, none of you would have been born”. Quando Marty percebe que o pai está prestes a ser atropelado, ele instintivamente o empurra para fora da rua, salvando-a, mas sem se dar conta de que aquele “acidente” é que faria sua mãe se apaixonar por George… e agora, sua mãe está apaixonada por ninguém menos do que ele mesmo! Desse modo, na semana que Marty McFly tem no passado até o raio que o mandará de volta para 1985, ele precisa fazer com que Lorraine e George se apaixonem.Simples assim.Nesse ínterim, temos uma grande sequência de cenas memoráveis e maravilhosas… eu sou particularmente apaixonado pelo momento da lanchonete, quando Marty McFly reproduz os exatos mesmos trejeitos de George – e vemos que não apenas a maneira de falar dos dois está próxima, “Jesus, I’m starting to sound like my old man” – e a chegada de um Biff jovem o faz se dar conta de que o cara ali é seu pai. “Hey, dad! George! Hey, you in the bike!”. Também adoro, acho que como todo fã de De Volta Para o Futuro, a “Mom, is that you?” clássica, em 1955, com Marty McFly de cueca roxa sendo insistentemente chamado de Calvin Klein por uma Lorraine apaixonada e atirada, completamente diferente daquilo que ela pregava de volta em 1985.Temos o Doc Brown apresentando o DeLorean, com “If my calculations are correct, when this baby hits 88m/h, you’re gonna see some serius shit”, temos a primeira viagem no tempo com o Einstein, com “The appropriate question is when the hell are they?” e o entendimento de Marty com "Wait, Doc… are you telling me you built a time machine… out of a DeLorean?” A saída de Marty do Two Pines Mall e chegada na fazenda do Velho Peabody, que cultivava pinheiros e achou que ele era um extra-terrestre… o atropelamento do pinheiro que mudará o nome do shopping para Lone Pine Mall. As piadas constantes com “This is heavy”, uma vez que Doc não consegue entender por que as coisas são tão pesadas no futuro. Temos o aparelho de televisão, novidade em 1955: “Oh, honey, he’s teasing, no one has two television sets”. Tio Joey e as barras.O “See you all later. Much later”“1,21 JIGAWATTS?”Eu juro que eu tentei fazer uma postagem mais curta dessa vez, até porque eu já escrevi tanto e tanto e tanto sobre De Volta Para o Futuro no blog, mas nunca parece demais. Eu sempre tenho o que dizer! Como aquela clássica sequência do skate, na qual Marty é perseguido pelas ruas de Hill Valley e se torna o responsável pela criação do skate – como mais tarde se tornará o responsável pela criação do rock’n’roll, com “Johnny B. Goode”, já que Chuck Berry recebeu um telefonema! A carta emotiva que Marty McFly deixa para o Doc Brown, e a sua expressão impagável quando sua mãe o beija no carro… o melhor soco de todos os tempos, que é quando George assume o controle da própria vida! O pedido para pegarem leve quando o filho deles colocar fogo no tapete, aos 8 anos de idade… a sequência final do retorno… o relógio, o carro, a cabeçada no volante, o raio, os 10 minutos, a não-morte do Doc…Emoção define, emoção define. Já falei o quanto eu AMO esse filme?Para finalizar, era apenas uma piada, mas eles deixam o caminho preparado para uma sequência, em uma das mais divertidas cenas do filme: “Roads? Where we’re going we don’t need roads!”<3Para mais postagens desse Mês Temático, clique aqui.Para as outras edições, visite nossa página.[Season Finale] The Big Bang Theory 11x24 – The Bow Tie Asymmetry “I have no words. I guess... I'm overwhelmed by you”Tudo bem que o TÍTULO do episódio fala de “gravata-borboleta” e o episódio não teve NENHUMA referência ao Eleventh Doctor (o que só prova, novamente, a ideia de que os escritores de “The Big Bang Theory”mal sabem o que é “Doctor Who”, embora queiram que a gente acredite que Sheldon é fã da série!), mas ainda assim… O EPISÓDIO MAIS LINDO DE “THE BIG BANG THEORY”. Ele é um episódio maravilhoso para complementar o episódio passado, em que George Jr. é trazido de volta e é, basicamente, o mesmo desde a sua infância. Uma pena que Missy, embora apareça nesse episódio, tenha uma participação tão pequena, mas eu acho que, com a força atual de “Young Sheldon”, ambos os personagens podem ter mais participação na próxima temporada… até porque o Sheldon está SEMPRE amadurecendo, e a cena dele com a mãe nesse episódio…De arrepiar.O episódio é CHEIO DE MOMENTOS, e mal dá para acreditar que esteve tudo contido em apenas 20 minutos, embora eu teria adorado ter visto um Season Finale duplo, com 40 minutos inteiros para acompanhar todos os detalhes do casamento, cujas associações se referem a “Vingadores: Guerra Infinita” e, depois, “O Senhor dos Anéis” (com direito a Amy comparando a mãe a Balrog!). Teve até uma conversa, no dia anterior, sobre como nada no mundo faria Sheldon não se casar com ela, nem ele mesmo vindo do futuro querendo impedir isso de acontecer, embora por um motivo que envolva um paradoxo e a destruição do mundo. Mas a Amy SABE DISSO SEM ELE PRECISAR DIZER. E eu acho que é isso tudo o que torna os dois tão fofos. Eles estão absolutamente românticos, à sua própria e verdadeira maneira. “I love you so damn much!”<3Quando Amy fala do “the demon of shadow and flame”, referindo-se à sua mãe, e não a Balrog, parece uma piada bacana, talvez um pouquinho maldosa… mas só até vermos Penny ir buscá-la no aeroporto: PORQUE NOSSA! Mulherzinha insuportável. Enquanto isso, Raj é quem vai buscar Mary e Missy, que está grávida (!), e tudo parece funcionar tão bem. Adorei a Amy toda empolgada com o sotaque de George Jr., adorei o Sheldon apresentando Missy a Amy (“Amy, this is my sister. If I ever need a kidney, this is where you get it”), e essa “reunião” dos irmãos que conhecemos tão bem em “Young Sheldon”. Quando Penny chega com os pais de Amy, ela está totalmente EXAUSTA, tadinha, e o “Oh my God!” dela entrando à frente é hilário, embora deprimente… assim como a taça de vinho dela, e o Leonard parado atrás, preparado para continuar enchendo!Uma das cenas MAIS LINDAS é aquela de Sheldon e Mary:“Oh, Shelly. I wish your dad could see you now”“Me, too. I miss him”“He would be so proud of you. I know that I am”“Thank you. I mean, for everything. My whole life”Essas palavras mostram um amadurecimento ENORME de Sheldon Cooper…E isso me emociona!Uma das MAIORES SURPRESAS do casamento é o Howard encontrando um cachorro perdido e ligando para o dono, que acaba sendo Mark Hamill. SIM, MARK HAMILL. NOSSO QUERIDO LUKE SKYWALKER ENTRANDO EM “THE BIG BANG THEORY”! Até eu fiquei sem ar ao vê-lo, acho que teria feito como o Howard, fechando a porta n acara dele para gritar antes de finger que “estava tudo bem”. Como o cachorro era importante demais para Mark Hamill, ele quer retribuir a Howard e diz que “ele pode pedir o que quiser”: “Oh, you’re gonna regret that”. Assim, Howard consegue que Mark Hamill (!) celebre o casamento de Sheldon e Amy… E ISSO NÃO É PERFEITO? Quer dizer, ele fez isso PELO SHELDON, e foi muito fofo da parte dele… embora eu tenha ficado com dó do Wil Wheaton, que tinha se preparado tanto e ficou todo tristinho com isso.E ele estava tão lidinho.Como sempre, aliás.O casamento, por sua vez, ATRASA. E não é culpa da noiva. Depois de Amy falar sobre a “assimetria da gravata”, e Sheldon aceitar a ideia a ponto de não deixar que a mãe arrume, ele percebe que isso tem muito a ver com a sua “string theory”, e que pode solucionar o problema todo: A SUPER ASSIMETRIA. Assim, ele fica lá, todo empolgado, fazendo anotações e cálculos no espelho da noiva, com um batom de Amy, e ela está ali do lado, igualmente animada, enquanto Howard manda Mark Hamill enrolar os convidados respondendo a perguntas de “Star Wars”. Mas o Stuart aparentemente sabia mais que ele, e isso pode lhe conseguir um par romântico, quem diria? Com Amy e Sheldon demorando para chegar, Leonard vai atrás dele, e acaba igualmente envolvido nos cálculos, porque é um avanço e tanto para a ciência… é bem a cara deles, não?Mas Penny os chama de volta à realidade (depois de dar uma bronca PERFEITA na mãe da Amy!), e Sheldon larga tudo, dizendo que “eles têm uma vida inteira pela frente para fazer ciência juntos”. Agora, “VAMOS NOS CASAR!” A cerimônia foi extremamente bonita, muito mais emocionante do que eu esperava, porque eu percebo o quanto o Sheldon mudou ao longo desses 11 anos de série. O amor tão verdadeiro que ele carrega no olhar ao ver Amy entrar, linda, é comovente. Representa o quanto ele cresceu. E a cerimônia é linda, os votos da Amy são perfeitos, e todo mundo estava verdadeiramente emocionado. O mais legal, para mim, é como eles conseguem transmitir imensa emoção e todo esse amor de Amy e Sheldon, sem deixarem de ser eles mesmos. Não esperava um discurso tão belo e tão emotivo de Sheldon, mas ali estava:“Amy... I usually know exactly what to say. But in this moment... I have no words. I guess... I'm overwhelmed by you. In a good way. Not in the elevator in the Haunted Mansion way. Even if I can't tell you now how I feel, I will spend my life showing you how much I love you”O lado cômico, e ainda assim fofíssimo, fica por parte de Mark Hamill todo comovido com a cena, chorando quase a ponto de não conseguir celebrar o casamento, com o pobre do Wil Wheaton levantando-se e dizendo que estava ali, caso precisassem dele. Sério, foi uma maldade sem tamanho com o Wil Wheaton, tadinho, mas o casamento com Mark Hamill foi lindíssimo. Então, Amy e Sheldon estão CASADOS, oficialmente casados, e o episódio chega ao fim com direito a uma música de Barry, o que foi uma finalização perfeitamente hilária para um episódio que, mais do que hilário, foi absolutamente fofo e emocionante. Muito feliz com a temporada que “The Big Bang Theory” criou, espero que a próxima siga nos surpreendendo, mas isso deve acontecer, porque embora não fique claro nesse episódio, a confirmação vem logo em seguida, na finalização de “Young Sheldon”: AMY E SHELDON TERÃO UM FILHO!Para mais postagens de The Big Bang Theory, clique aqui.The Book of Mormon – Ma Ha Nei Bu, Eebowai! He will hold me in his arms / and he will baptize me.Tudo o que podemos dizer ao deixar o teatro depois de The Book of Mormon é “Ma Ha Nei Bu, Eebowai” por essa noite incrível! Esse é um musical que estreou em 2011 (e parece pouco tempo em comparação a tantos musicais que estão na Broadway há tanto tempo!), mas já se tornou um clássico – e um dos favoritos. Tanto que é um dos ingressos mais caros e mais procurados. A animação dentro do teatro é contagiante! Dos atores e do público. Então você tem um tempo incrível. O musical consegue te divertir do começo ao fim – você dá risadas o tempo inteiro, com uma sátira inteligentíssima e quase profana, mas que apenas te faz se sentir bem. É muita diversão, o tempo todo, e uma quantidade imensa de referências e confusões que fazem até com que Darth Vader e Uhura dividam o mesmo palco... e o que eu aprendi? Que tenho que ser uma boa pessoa para não queimar no fogo de Mordor!Como o nome sugere, The Book of Mormon fala sobre um grupo de missionários mórmons. Elder Price é um formando prodígio que sonha em ser mandado para Orlando em sua missão de dois anos. No entanto, ele acaba preso a Elder Cunningham, e ambos são mandados para Uganda. E as coisas na África não são nada como O Rei Leão (aquele filme usou muita licença poética!). Como falar sobre religião e batizar africanos que estão mais preocupados com seus problemas do dia-a-dia, como guerra, fome, pobreza e AIDS? Então, em algum momento, parece que é demais para o Elder Price, e ele abandona seu companheiro e seu setor. Justamente no momento em que Nabulungi, uma das africanas da vila, se convence e convence os demais de que eles querem ouvir o que aquele “garoto branco” tem a dizer? Como o Elder Cunningham pode substituir o Elder Price se ele nunca leu o Livro de Mórmon?Afinal, é muito chato. [Segundo ele]Uma grande sátira, uma gigantesca piada. The Book of Mormon é tão escrachado como você pode esperar que fosse vindo dos criadores de South Park. Então eles vão ter cenas aparentemente chocantes como Hasa Diga Eebowai, de mandar Deus se fuder (embora seja uma boa crítica, sobre a realidade deles e suas preocupações – e a referência ao Rei Leão aqui, com “Does it mean no worries for the rest of your lives?”), e outras constantes piadas sobre as crenças mórmons. Como o fato de ninguém nunca ter visto as placas de ouro (é engraçadíssimo como eles brincam com isso!), ou aquela história de “um mórmon simplesmente acredita”. E isso está explicitamente expresso em I Believe, uma marcante música de Elder Price no segundo ato, que é uma das coisas mais engraçadas! Como o Jardim do Éten no Missouri, e o planeta de Jesus. Também temos aquela coisa de que “mórmon ignora aquilo que eles não querem sentir”, com Turn It Off e o Spooky Mormon Hell Dream, que é uma impressionante cena muito bem produzida. Assim como todo o musical. Uma sátira inteligente.Sou realmente apaixonado pelo Elder Cunningham, e acho que grande parte do sucesso de The Book of Mormon é por conta dele – muita responsabilidade recai sobre o ator a interpretá-lo. Christopher John O'Neill fez um trabalho tão fantástico! Ele era fofo, carismático... embora ele não tenha tido uma fala de “but mostly me” no segundo ato, e eu fiquei realmente esperando por isso. Mas tivemos a reprise de I Am Here For Youcom o Elder Price, um abraço fofo e carinhoso entre eles, e a perninha subindo. Mas acho que eu gosto tanto dele por esse seu lado nerd, e por todas as histórias que ele inventa por não ter, de fato, lido o Livro de Mórmon. Ele coloca hobbits no meio, a Enterprise, uma série de coisas nesse estilo... e é tão legal o que ele faz. Making Things Up Again é um ótimo momento para o personagem, mas na verdade... olha tudo o que o Elder Cunningham fez por aquelas pessoas. Eu entendo a bizarrice de toda a trama, e a enormidade do absurdo, mas também o aplaudo por seus bonitos ensinamentos, por ter feito as pessoas ali mais felizes, e por ter mesmo feito um ótimo trabalho. Ensinado alguma coisa, melhorado a vida deles.Não é à toa que temos vontade de ler o Livro de Arnold no fim do espetáculo!Eu amo toda a companhia responsável por The Book of Mormon, amo as cenas, as músicas e as coreografias – temos momentos de todos os mórmons juntos que são ótimos. Também temos aqueles momentos dos africanos. Temos solos e duetos. Tudo é impressionante. Gosto muito, e sempre gostei, de Hello e Two by Two, porque não tem como não amar aquelas duas cenas. E a enormidade de Hasa Diga Eebowai. Mas temos momentos simples como I Am Here For You que são absolutamente lindos. Porque olha o quanto aquela música representa para a amizade de Elder Price e Elder Cunningham – e como a comparação da primeira vez em que ela é cantada e na reprise mostra o desenvolvimento da história. E Sal Tlay Ka Siti, que é um solo tão gostoso e tão bonito de Nabulungi?Nikki Renée Daniels estava excelente!Mas também temos outras cenas muito grandiosas. Como All-American Prophet, que é tão envolvente, e tão engraçada. Eu adoro a maneira como o ritmo muda para se trazer uma versão ridícula de Moroni e Joseph Smith dançando! Em paralelo a isso, temos a versão africana para essa cena, com Joseph Smith American Moses, que é uma das coisas mais esquisitas e mais engraçadas da fase da terra. COMO RIMOS COM AQUELA CENA! E o Turn It Off, que é um dos meus momentos favoritos no musical. Eu gosto muito dessa chegada dos meninos na África, e é o momento em que conhecemos os demais mórmons naquele setor. Toda a piada, toda a dança... está fantástica! E eu gosto muito da sessão intensa de sapateado, da rápida colocada daqueles coletes rosas brilhosos enquanto as luzes estão apagadas mas o sapateado não parou... claro que para o sucesso dessa cena, o Elder McKingley precisa ser ótimo, mas Grey Henson foi um excelente Elder McKingley. E eu amo esse personagem!Deixei um parágrafo isolado específico para falar sobre MAN UP. Porque essa é minha cena favorita na peça, e acho que representa a grandiosidade de The Book of Mormon incrivelmente bem. É um momento de virada, é uma perfeita finalização para o primeiro ato, e o Elder Cunningham está deixando de ser um “seguidor” para ser um líder. Então eu gosto muito da graça da letra, e de toda a parte que ele canta sozinho... amo a versão mais rock'n'roll e desleixada do uniforme dos mórmons – adoro aquela coreografia, que considero intensa e sexy. Mas o que realmente confirma o momento como uma cena muito grande, é o restante do elenco. É um momento de reunião de todos os personagens, todos os momentos, músicas e tribos. Temos Elder Price cantando Orlando, temos Nabulungi cantando Sal Tlay Ka Siti, temos os outros mórmons entrando com Turn It Off, e os africanos no ritmo de Hasa Diga Eebowai. Todos aqueles cenários se juntando, todas aquelas vozes e canções se sobrepondo... é nesses momentos que eu não questiono o porquê de terem sido sete anos de produção!Também amo Baptize Me. O ritmo, o momento de Cunningham e Nabulungi, e toda a dualidade da letra. Falando nesses dois... é sempre uma piada à parte a maneira como ele constantemente erra o nome dela. Mas o ápice foi com “worry about Nicki Minaj”. Eu não aguentei!Esse elenco atual está maravilhoso. Fora os já mencionados, que desempenharam papéis incríveis, temos Gavin Creel como Elder Price; Daniel Breaker como Mafala Hatimbi; Lewis Cleale como a voz de Two by Two, pai de Price, Joseph Smith e presidente; Derrick Williams como o General Butt-Fucking Naked; e como guardas, Mormon, Jesus e o ensembleem geral, temos Stephen Christopher Anthony, Jimmy Bain, Jacob bem Widmar, Terren Wooten Clarke, Christian Delcroix, bem Estus, Charlie Franklin, Marja Harmon, Phyre Hawkins, Bre Jackson, Darius Nichols, John Eric Parker, Nick Spangler, Maia Nkenge Wilson, Tommar Wilson, Candice Marie Woods. E os swings: Graham Bowen, Delius Doherty, Camille Eanga-Selenge, Tyson Jennette, Trevor Leaderbrand, Matthew Marks e Christopher Price. Assistindo ao vivo, me pareceu que o envolvimento da platéia é bem maior, a vibração é mais intensa, mais palpável que nos outros shows até então. O sentimento conjunto de puro júbilo que pode ser sentido! Como os aplausos começam ao subir da cortina, ao Elder Price dar um passo à frente antes de falar qualquer coisa pela primeira vez... enfim, tudo muito intenso! E o musical está perfeito. Como sempre!Curta nossa Página no Facebook: Parada Temporal On Broadway – Jersey Boys - “You're just too good to be true” I love you, baby!Sabe como eu estou escrevendo esse texto? Com o CD de Jersey Boys tocando no notebook, revivendo cada um desses momentos, cada vez mais apaixonado. Jersey Boys é a história de Frankie Valli e o Four Seasons, uma banda de rock'n'roll dos anos 1960. O musical é absolutamente descontraído e gostoso de se assistir – temos o drama comum de um musical biográfico, embora ele não seja foco. É muito mais diversão beleza. Cenários lindos, figurinos incríveis, e essas músicas que são, certamente, a melhor parte do espetáculo. Adoro essas músicas, adoro a agilidade com que as coisas mudam de uma música para outra, e como mesmo assim cada uma é marcante! Amo as performances do Four Seasons juntos, aqueles passinhos tão anos 1960. Talvez um dos motivos de eu ter gostado tanto assim desse musical seja isso: o fato de eu amar tanto essa época, e esse tipo de roupa, de música, de dança... não tinha como não se apaixonar por Jersey Boys, tão perfeito como o é!O musical é, então, narrado em estações.Começamos com SPRING, que é narrado por Tommy DeVito. O musical começa com Ces Soirées-La, que é um cover do Four Seasons, gravado por um cantor de rap francês em 2000. E Tommy narra o começo daquilo tudo, exibindo a maneira como ele foi essencial para essa banda, porque foi ele quem idealizou tudo e quem juntou todo mundo. Afinal foi ele mesmo que tinha um trio, ele que chamou Frankie Valli para cantar com eles, e isso tudo... Tommy DeVito é um personagem de quem gostamos bastante, embora ele seja uma espécie de anti-herói. Porque mesmo tendo feito tudo o que fez, e sendo uma pessoa bacana aparentemente, ele também fez muita coisa errada, foi preso algumas vezes, devia uma infinidade de dinheiro a muitas pessoas... Tommy tem todo um ar de arrogância e superioridade que é controverso com suas falas divertidas, e com a maneira como cuida de Frankie e dos demais...“Y is a bullshit letter. Is it a vowel? Is it a consonant?”Eu gosto demais das músicas dessa primeira estação, e como elas são, na sua grande maioria, apenas pequenos trechos colocados juntos. Então temos momentos em que gostaríamos de escutar um pouquinho mais de Earth Angel, por exemplo (será que eu sou o único que escuta essa música e já pensa no Marty McFly, no Baile Encanto Submarino, tentando fazer sua mãe se apaixonar por seu pai?), mas é tão gostosa a maneira como uma música puxa a outra. Como pequenos trechos animados são de ritmos diferentes, e é tão gostoso escutar. E assistir. Ainda estamos conhecendo Frankie Valli, esperando pelo surgimento oficial do Four Seasons, e temos solos bem interessantes dele como I Can't Give You Anything But Love e My Mother's Eyes, embora ainda não sejam as melhores músicas da peça. E começam a procurar um quarto membro para a banda, enquanto ainda se chamam The Four Lovers, e têm idéias absurdas como aquela divertida I Go Ape.“Você nunca viu filmes? Se você atira em alguém, tem que atirar nas testemunhas também. É uma regra básica!”A segunda estação, SUMMER, é narrada por Bob Gaudio, e começa com (Who Wears) Short Shorts, que é uma divertida música contagiante que não sai de nossa cabeça por bastante tempo. É a prova de que Bob Gaudio é eficiente, e pode escrever um hit, pode ser de grande ajuda àquela banda. Bob Gaudio é meu personagem favorito, mesmo acima de Frankie Valli. Talvez tenha sido a interpretação de Quinn VanAntwerp, tão fofo e carismático, com um estilo meio geek todo certinho e inocente. Não tinha como não gostar dele, como até mesmo não se identificar um pouquinho. Então é quando entendemos que cada uma das estações será narrada por um personagem diferente, e adoramos a idéia! A personalidade de Bob Gaudio confere outro estilo ao musical, e eu gosto bastante dele, como já disse. E valorizo a sua contribuição – que me faz pensar que ele é, de fato, o mais importante sem o qual o The Four Seasons jamais teria existido. Ele trouxe ótimas músicas, ele motivou, ele colocou a banda no mapa, ele os guiou até o sucesso...Claro que, desse modo, as melhores cenas ficaram para essa estação. Eu adorei as performances desses quatro juntos, aquela intensidade, aqueles deliciosos passinhos de dança. Tudo. Então eles partem da entrada de Bob Gaudio na banda, com Cry for Me, que é uma música LINDA e uma cena maravilhosa, até a formação oficial da banda. Sessões de backupcom An Angel Cried, I Still Care e Trance, que é uma cena rápida e divertida. Aquela cena do “sinal”, no qual eles decidem mudar o nome para The Four Seasons (o Tommy é ótimo nessa parte!), e os primeiros hits. Como Big Girls Don't Cry e Walk Like a Man. Que é uma das minhas favoritas. Também adoro aquelas performances para a TV. E os shows! Também December, 1963 (Oh What a Night), que você sai do teatro cantando!E toda a emoção de My Eyes Adored You, que é linda!O segundo ato, como é de costume, chega bem diferente do primeiro. Era mesmo de se esperar que outono e inverno fossem ser mais deprimentes, ou pelo menos mais calmos. Acabaram-se, praticamente, as performances de todos eles juntos, o tom é mais melancólico. Temos o FALLnarrado por Nick Massi, que Matt Bogart interpreta tão bem. Ele é divertido, fala umas coisas idiotas, e tem várias das melhores piadas. Como sua necessidade de começar seu próprio grupo. Amo essa voz que ele faz para as músicas, como ele é o tom diferente em momentos como Earth Angel. O seu momento desabafo sobre Tommy é engraçadíssimo! Enquanto a banda vai se desfazendo, temos, por exemplo, a cena de Stay, que começa com quatro microfones, e enquanto os eventos de desenrolam, diminuímos para três e por fim apenas dois, com Frankie Valli e Bob Gaudio sozinhos, interpretando a música... e quando a banda tenta se reerguer, continuar fazendo sucesso...Entramos no WINTER, narrado por Frankie Valli. Esse personagem vem sendo interpretado por Joseph Leo Bwarie desde 2013 na Broadway, e antes disso em outras produções. Ele é o protagonista, oficialmente, e é carismático o suficiente para tal. Gosto de seus solos, de sua voz, e de tudo o que ele representa para o The Four Seasons... mas também acho que ele não seria muita coisa sem Bob Gaudio, que escreveu para ele músicas como C'mon Marianne e Can't Take My Eyes Off You, que é uma das melhores coisas desse musical. Eu achei super divertida a maneira como ninguém parecia confiar nessa música, como ninguém queria gravá-la... porque ela era “estranha” demais, e era muito lenta para ser uma coisa, muito agitada para ser outra. Mas Bob Gaudio garantiu que seria um hit. E por conta dele... é um dos momentos mais aplaudidos do musical. A interpretação de Frankie Valli para essa canção é ADMIRÁVEL. Aplaudimos e adoramos. Perfeito!Jersey Boys termina de uma maneira excelente, daquelas de deixar saudade. Porque é o reencontro do Four Seasons, muitos anos depois, quando os membros originais da banda se juntaram para cantar mais uma vez juntos, após ganhar um importante prêmio. O Rock and Roll Hall of Fame, em 1990 reuniu a banda uma última vez. Parecíamos ter entrado “em uma máquina do tempo”. E na mesma ordem em que narraram os acontecimentos durante toda a história, cada personagem conta o que aconteceu com ele, e deixa o palco. Tudo tão bonito, tão emocionante, e nós tristes por estar acabando. Quando tudo chegou ao final, tivemos pelo menos mais um momento de performance dos quatro juntos com direito a dancinhas e tudo, temos uma interessante reprise de Oh What a Night no Curtain Call que é exatamente o que saímos cantando do teatro. E não só cantando, mas sentindo. Assistir a um musical não é apenas cantar e dançar; é sentir, e é viver. Eu gostaria de ver Jersey Boys novamente. Quem sabe um dia? Sei que se retornar para Nova York, eu vou querer fazer isso!Para mais postagens On Broadway, clique aqui.Neve, muita neve e MADAME TUSSAUDS Jeff's Log, Stardate... 06 de Janeiro de 2015. QUE DIA MARAVILHOSO! Melhor passeio em Nova York até agora! Hoje eu decidi dormir mais. Porque eu estava cansado, porque o dia era longo, porque estava tão quentinho debaixo das cobertas que nem dava vontade de sair dali. O relógio despertou, eu desliguei e pensei: “Depois eu me viro”. Melhor coisa que eu fiz. Acordei tarde, descansado, mais feliz, e ainda aproveitei o meu melhor dia em Nova York. PORQUE FOI TUDO INCRÍVEL! Isso que o dia ainda não acabou, e são meras quatro horas da tarde enquanto escrevo esse texto... ainda tenho que descansar um pouquinho e ir ver The Book of Mormon à noite. Ai, ai, que dia maravilhoso esse de hoje, maravilhoso mesmo! As minhas melhores fotos, algumas das minhas melhores compras, e também os meus maiores gastos. Tudo o que eu não gastei nos dias anteriores eu compensei hoje!Acordei, olhei pela janela... neve. Neve em todo lugar. As escadas de incêndio estavam brancas. As ruas estavam brancas. Os carros estavam todos brancos. E uma neve grossa continuava a cair insistentemente. O que eu fiz? Me entupi de blusa e desci. Porque eu precisa ver a neve de pertinho, senti-la, pisá-la... ser coberto por ela. Passei menos frio que ontem. Também pudera, blusas não faltaram hoje! Coloquei um moletom por baixo da calça jeans, além das duas meias, a blusa de lã sob o moletom grande, a jaqueta, o cachecol, o protetor de orelhas... E LUVAS! Resultado: foi incrivelmente gostoso andar lá fora. Andei com prazer, e não queria mais sair dali... enquanto os nova iorquinos provavelmente estavam entediados com tanta neve, eu estava turistando, tirando fotos dos prédios, do chão, de mim coberto de neve.Eu merecia isso.Já tinha mudado meus planos. E venho fazendo isso bastante desde que cheguei aqui. Meu planejamento feito em casa é um simples “guia”, para me dar idéias. Mas quando tinha previsão de tanta neve, eu disse a mim mesmo: “De jeito nenhum eu vou à Estátua da Liberdade assim!” Resolvi ir ao Madame Tussauds, mas quando saí do hotel... “Vamos fazer qualquer coisa, o que eu quiser. Andar e só”. E sim, foi isso que eu fiz. Andei na neve, e eu te digo: É MARAVILHOSO. Muito legal vê-la se acumulando nos seus ombros, na sua boina, no seu cachecol, protetor de orelhas... até quando ela cai no seu óculos você não se incomoda. A não ser quando ela chega ao seu nariz. Daí também ela já está ultrapassando limites! Não peguei o metrô na esquina. Continuei andando. Acabei cheio de neve, caminhei, vi lugares em cantos que não tinham sido pisados por ninguém, onde a neve estava mais fofa e gostosa; e cheguei a uma Starbucks. O que melhor do que um café?Entre “grande” e “venti”, eu lembrei de Deixe a Neve Cair.Depois, eu disse: “Vamos ao museu”. MELHOR MUSEU DE CERA DA MINHA VIDA! Okay, só estive em um na minha vida, em Foz do Iguaçu mesmo, e sei que a versão do Madame Tussaudsem Londres tem Harry, Ron e Hermione, mas ainda assim... QUE PASSEIO INCRÍVEL! Uma das melhores coisas aqui é: você pode fazer o que você quiser! Você pode tocar os bonecos de cera, se aproximar de verdade deles, abraçá-los, e tirar foto como bem entender. Não há restrições. E isso é incrível. Incomodei umas quinze pessoas para que tirassem fotos de mim com aqueles que eu não podia perder, como os Beatles, mas tudo bem. Vários brasileiros tiraram as minhas fotos. E uma mulher francesa. E um casal japonês. E um pessoal que falava espanhol. Enfim. Consegui fotos lindas, lindas, lindas. E amei toda a experiência... tudo era tão lindo, tão incrível, tão perfeito. Quase morri de emoção.Entendamos: o Madame Tussauds é GIGANTESCO. São uns cinco andares, e você começa lá de cima e vai descendo. E você começa pelo “Opening Night Party”, tirando fotos com Leonardo diCaprio, Nicolas Cage, Johnny Depp, Jennifer Aniston [!], e um daqueles lugares onde eles tiram foto para você. COM O ONE DIRECTION. Eu sou um fã de One Direction, e as fotos ficaram lindas. Claro que eu comprei as duas! Uma ao lado de Niall, outra ao lado de Harry. Ao lado do Harry ficou mais bonita, por isso é essa que eu coloquei aqui! Depois você vai para “Film”, com Frankenstein, Marilyn Monroe, JUDY GARLAND como Dorothy, Steven Spielberg (e você pode sentar na cadeira de diretor, do lado dele), Indiana Jones, KATNISS EVERDEEN, e mais um lugar em que eles tiram fotos (e que eu também comprei!), com E.T., e é você quem está pedalando a bicicleta, com o E.T. Na cestinha, as árvores em volta, a lua atrás. Aquela cena clássica! Coisa mais linda, linda mesmo!Daí você vai para “Television”, com programas tão clássicos dos Estados Unidos que a gente nem conhece. Mas tenho uma foto com a Oprah! Ha! E o Bob Esponja, tão fofinho montado em uma água-viva. Depois “The Gallery” e “Spirit of New York”, com Albert Einstein, Abraham Lincoln, táxis de Nova York e trabalhadores nos andaimes, Estátua da Liberdade... “Pop Culture” então. Com Michael Jackson, OS BEATLES, os Jonas Brothers (embora só estivesse o Kevin e o Joe, e eu me pergunto o que aconteceu com o Nick), N'Sync, Whitney Houston. Uma das melhores atrações: “Marvel Super Heroes”, com eles todos, e lindas versões do Thor e Capitão América. E também tem uma exibição em 4D que é MUITO DIVERTIDA. Basicamente a cadeira treme, você é molhado, e bolhas vem em sua direção... é incrível! Quase pulei “Authentic History” e “Sports Zone” (que eu não entendo nem conheço ninguém), e por fim “Music Zone”, com Lady Gaga, Katy Perry [linda!], Justin Timberlake... é tudo perfeito!Queria ficar mais tempo lá dentro. Ver mais.Saí, passei mais um pouquinho. A neve estava mais fraca, e a quantidade de pessoas pisando ali perto da Times Square fizeram a neve do chão derreter. Ainda tínhamos toldos e carros com neve, mas não tanto o chão. Passei na loja de souvenirs da Broadway e comprei dois Cds; um de Mamma Mia, que eu não tinha comprado ontem. Outro de The Book of Mormon, o musical de hoje. Numa versão deluxeLINDA! E (mãe, pode chorar; você realmente vai ficar sem mesa) mais um quebra-cabeças. Mas me entenda: era um quebra-cabeças da BROADWAY! Com um zilhão de Playbills. Lindo demais, minha cara. Eu precisava. Peguei o metrô, dessa vez, diretamente na estação da 42ndStreet, que nem parece uma estação. Parece um mini-shopping. E cheguei numa espécie de sebo, mas não tinha livros. Eram LPs, CDs, DVDs, Blu-rays... TANTA COISA! Comprei uns CDs que não são para mim. Mas acho que serão bons presentes (espera só, amor!). E comprei uma versão definitiva de Harry Potter and the Chamber of Secrets.Que eu já tenho a versão brasileira, mas você me entenderia se visse. Ela é tão imensa, tão bem produzida, não se parece em nada com a nossa. E estava apenas 9,99 dólares. Era quase um presente!MAMONAS, o Musical – Texto 1 de 3 Blá blá blá blá blá blá blá blá blá – disse o Palestrante.MARAVILHOSO! Fiquei deliciosamente surpreendido ao assistir o musical dos Mamonas. Com um elenco talentosíssimo e as músicas envolventes que conhecemos, tanto dos próprios Mamonas Assassinas como também da banda Utopia (o nome deles antes de entrarem no gênero que de fato os levou ao sucesso) e de outras grandes bandas da música brasileira que lhes serviram de inspiração, como Legião Urbana. Teve até Guns N’ Rosescom Sweet Girl of Mine e um pouquinho de The Beatles, já que eles fizeram uma divertidíssima versão de Hey Judenaquela cena em que eles estavam nos Estados Unidos e tudo o mais… com muito bom humor e alto-astral, o musical é divertido, emocionante e profundamente nostálgico. Segundo eles, o “Primeiro Musical Biográfico Besteirol Brasileiro”, é um musical simplesmente fantástico, que reflete muito bem o estilo dos Mamonas Assassinas, na irreverência do texto, das músicas, da coreografia e a deliciosa interação com a plateia que acontece continuamente, seja com o Dinho cantando Robocop Gay e sentando no colo dos rapazes da plateia ou qualquer coisa assim…Isso é uma das características que eu achei mais interessantes no musical. Quando ele começa e a música enche o teatro, nós já precisamos controlar a emoção, enquanto um sorriso involuntário se espalha por nossos rostos. Parte do elenco (o Ensemble) aparece do fundo do teatro, vestidos com as roupas que os Mamonas usaram ao longo de sua carreira (como o Robocop Gay, a Pitchula, o Chapolin Colorado) cantando um medley com várias das músicas que adoramos, como Pelados em Santos, Robocop Gay, Vira-Virae Mundo Animal. E nós cantamos juntos, aplaudimos, nos envolvemos – e chamamos pelos Mamonas Assassinas que, por sua vez, aparecem como Anjos no céu. Ou seja, eles já começam o musical em algum momento depois de sua morte, recebendo uma mensagem e um comunicado do Anjo Gabriel, que diz que o Brasil está muito careta e precisa deles; por isso eles estão convocados para fazer um “musical biográfico”, sobre a vida deles. É toda uma interação muito bacana entre eles para entender a missão e como funciona um musical biográfico. Até que Dinho comece a cantar Faroeste Caboclo…“Essa música tem 11 minutos! Se for nesse ritmo a gente não vai acabar essa peça nunca!”O musical é repleto de metalinguagem, o que eu achei um máximo. Adoro o recurso, em quase qualquer mídia, e acho que torna tudo ainda mais mágico e divertido – o que tem tudo a ver com a proposta de Mamonas, o Musical. A própria questão dos “11 minutos de Faroeste Caboclo” são uma primeira prova incontestável disso, bem como a missão dada aos 5 integrantes da banda de fazerem um musical biográfico sobre “eles mesmos”. Depois disso, o negócio explode. Nós temos atores saindo de cena dizendo que “precisam trocar de personagem”. Nós temos a “dona da casa” dizendo que “Só contrataram 4 mulheres, então eu preciso aguentar isso aqui!”, se referindo à Gordinha Bela, Recatada e de Itu. Muita coisa da loucura de transição, e de como tudo acontece rápido, ou mesmo o momento do “É claro, porque já estamos em 1994”, com o Júlio explicando que isso se chama elipse. E o meu favorito, sem sombra de dúvidas, que é o momento em que o Apresentador se transforma no Vereador Celestino e sai do palco respondendo à pergunta de onde ele vai com um irreverente: “Vou procurar meus pés! Perdi eles na outra cena, não sei onde eles estão!”A plateia esteve, durante todo o espetáculo, muito presente e muito envolvida. Não é de se espantar, por exemplo, que tenhamos reagido com tanto entusiasmo quando eles começam a cantar Pelados em Santos. É claro que a plateia foi à loucura! Porque é maravilhoso. E é essa a sensação nostálgica deliciosa que o musical nos proporciona: em vários momentos, a impressão é de que não estamos mais em um musical sobre os Mamonas, mas de volta à época deles, em um show. A possibilidade de fundir-nos com a narrativa, de gritar, cantar junto, aplaudir reproduz a deliciosa sensação de estarmos em um show dos Mamonas Assassinas, e é por isso, também, que a experiência é tão deliciosa, tão memorável. Certamente inesquecível. Deixamos o teatro felizes, sorridentes. O musical também fez uma escolha de não acabar com a morte dos Mamonas (eles de Anjo desde o início já nos mostra isso, nós sabemos o que aconteceu), mas com o discurso emocionante do Dinho ao se apresentar no Thomeuzão, e assim nós saímos do teatro no maior alto-astral, e não tristes…O que é bonito e uma escolha do roteiro.Musical belíssimo! <3Para outros musicais no Brasil, clique aqui.Cúmplices de um Resgate (2016) – Capítulos 311 a 315 “Você tá saindo com outro homem, Rebeca?”A novela está tentando nos vender a ideia de que a única pessoa inteligente nesse negócio todo é a Regina? Quer dizer, porque ela vê um vídeo do André, todo fantasiado, de cabeça baixa, e o reconhece, mas ninguém consegue reconhecer que a “Paola” é ela? Enfim, deixando isso de lado, acredito que tivemos uma semana boa em Cúmplices de um Resgate. Ainda meio arrastada, as coisas ainda pareceram lentas, mas nós tivemos uns momentos muito gostosos, como a Meire toda apaixonada pelo Raul Gil invadindo o palco e coisas assim… e sobre o Maurício, definitivamente não dá para suportá-lo, mas talvez vocês discordem de mim em relação à minha posição com a Rebeca. Eu não acho que ela esteja sendo muito sensata ou no mínimo suportável. Mas enfim, voltarei a isso mais tarde. Voltando à questão toda de reconhecimento e possível desmascaramento, eu espero mesmo que essas descobertas recentes da Alícia levem a alguma coisa e que seja esse o intuito final de tê-la tornado governanta de “Paola”: quer dizer, ela já encontrou uma peruca da Regina e as roupas do Geraldo no quarto da Isabela.Porque o Téo, infelizmente, acabou não descobrindo nada.Sim, ele ficou todo incomodado com a situação, mas ele e a Isabela passaram a assumir algo completamente diferente da verdade e isso ficou por isso mesmo. Também tivemos mais informações sobre a Isabela buscando algum tipo de tratamento para o Téo, e eu reforço a minha ideia de que não sou contra ele voltar a enxergar (o Ramonzinho também voltou a enxergar!), eu só quero que eles conduzam isso direito para não passar a mensagem errada. Achei extremamente forte quando ele disse para a Isa: “Eu me aceito como eu sou e eu não quero mudar. Desculpa”, e eu já me pergunto quem é que está sofrendo mais com toda essa história, porque a Isabela está sentindo tudo muito intensamente, e a sua frustração é palpável. Achei que quando ela foi confidenciar com o Mateus (o que gerou toda aquela paranoia na Sabrina, que entristeceu também o Téo) fosse algo referente a isso, mas era apenas um plano para o Mateus se passar por “Andrez” e despistar a “Paola”. Deu tudo certo, gostei de ver Mateus e Dóris em um novo cenário.E a história do totem mágico que “transformou” o Nico em galinha?Quem está tentando roubar é o Maurício, não? Parece bem óbvio!Então vamos falar de Maurício e tirar isso do caminho de uma vez. Eu achei ele bastante atrevido, de um jeito profundamente irritante. É muita cara-de-pau chegar para a Rebeca falando as coisas que ele disse, sobre como as abandonou porque teve um motivo, mas agora está de volta e quer retomar sua “família”, que ela só precisa terminar com o Otávio e pronto. Como se as coisas fossem simples assim. Sinceramente, foi ridículo e absurdo. Ele acha que sumir por 12 anos pode ser apagado assim de existência de uma hora para outra. Meu sentimento em relação ao imbecil do Maurício foi nojo. E é isso. Mas sinceramente, a Rebeca não fez nada do que eu queria que ela fizesse, então me deu uma preguiça de acompanhar a trama. Ela devia ter sido forte, dado um basta e fim. Não acho que a Rosa jamais seria fraca dessa maneira. Foi burrice, todas as ações da Rebeca. Não vi emoção (como quando ela lia a carta), vi doença. Assim, ela deixa de comprar um terreno com o Otávio e é claro que os dois brigam novamente…Não que isso seja uma novidade, como disse a Isabela.Mas dessa vez pode ser mais sério.Isso vai apenas postergar o casamento do casal, é uma jogada inteligente do roteiro, mas eu achei um pouco vergonhoso. Inclusive eu estou com medo de como será a tentativa de aproximação de Maurício com as meninas na próxima semana. Otávio perdeu a paciência com a Rebeca, eles brigaram sério dessa vez. “Você tá saindo com outro homem, Rebeca?” E quando ele disse aquele “Não tem o que entender. Sinceramente, Rebeca, eu tô cansado disso tudo”, eu concordei com ele. Não que ele nunca tenha errado, porque ele também é um pamonha e vive errando, mas eu cansei. Sinceramente cansei. Deu foi é dó da Manuela indo até a cidade para conversar com ela, achando que ela e a irmã podiam ter alguma culpa na briga. Mas pior ainda foi quando a Manuela viu a Rebeca conversando com o Maurício, viu os dois segurarem as mãos, e então tudo ameaçou desandar de um modo grosseiro… Isabela não deu atenção às preocupações da Manu, mas quando ela foi conversar com a Rebeca, EU sofri. Foi bem forte ver a Manu magoada daquele jeito com a mãe e com toda a situação, pra baixo, quase indiferente.Olha, Rebeca, você conseguiu magoar a Manuela.Quer dizer, podia ser a reação da Isabela, mas a Manu triste daquele jeito com a mãe…E agora vamos falar de bandas. Na principal trama da semana para as bandas, eles foram se apresentar no programa do Raul Gil, e foi um máximo, especialmente pela Meire (ela gritando “LINDO!” da plateia, a Lola fofa tentando fazê-la se sentar novamente, ela invadindo o palco, os seguranças entrando para tirá-la). Apenas Os Insanos cantaram, no fim das contas (“Envelheço na Cidade”), porque a C1R não pôde cantar pela ausência de Andrez. Sorte da Isabela. E foi comovente ver a humanidade de Isabela quando ela demonstra fraqueza e nervosismo. Se mostra vulnerável. Ela estava apavorada antes de subir ao palco, dizendo coisas como “Tem um milhão de coisas passando na minha cabeça, e todas elas são horríveis” e “Tá tudo me irritando no momento!” A Manuela tentou ajudá-la, dizendo que ela precisava confiar mais nela mesma e que era a sua grande chance… não que isso fosse particularmente um incentivo. E aquele devaneio da Isa em que ela desafinava no palco foi bastante humilhante, foi um pouco angustiante perceber como aquilo estava sendo quase torturante para a garota.Mas finalmente ela cantou. E cantou bem.Foi simples, foi tudo bastante rápido, não foi a melhor maneira de fazer isso. Mas não quer dizer que não tenha sido bom. Eu até gostei. Talvez eu preferisse uma ajuda da Manuela, ou da banda do Vilarejo, ou mesmo do pessoal da C1R que são péssimos amigos para a Isa e não a ajudam em nada… de todo modo, eu gostei muito da determinação da Isabela, ficando no estúdio para ensaiar sozinha (baixou a Sharpay naquele aquecimento!), e aos poucos ela foi melhorando. E Safira ajudou muito nesse processo (que foi mesmo bem rápido). Falou de confiança, de tensão, de relaxar os músculos. Por fim, Isabela finalmente cantou muito bem, afinada, linda. E então desafinou novamente, porque nem tudo é instantâneo, ainda que seja novela. Então Safira fala de tom – sobre como ela não precisa imitar o tom da Manuela, que ela tem que respeitar seu próprio tom. E então melhorou de vez. Isabela e Safira cantaram juntas Superstar. Estou agora esperando ver a Isabela cantar bem na frente de toda a banda, para poder esfregar um pouquinho na cara deles.Francamente, eles merecem.Para mais postagens de Cúmplices de um Resgate, clique aqui.P.S.: Geraldo está mesmo tentando se redimir ou o quê? Ele parece ter se emocionado com a voz da Safira cantando, e ele cumpriu a promessa de ir se encontrar com a Priscila, a abraçou, a chamou de filha e seus olhos se encheram de lágrimas… mas ainda me parece forçado, não consigo confiar nisso não.P.P.S.: Virou uma confusão de triângulo-quadrado-pentágono amoroso infinito n’Os Insanos, não? O Benjamin gosta da Priscila, a Priscila gosta do Omar, o Omar gosta da Chloé e eu achei que a Chloé gostasse do Benjamin, já não sei mais. Fiquei feliz pelo Omar quando ele deu a revista de arquitetura para a Chloé e pareceu ter sido algo positivo. Também fiquei muito contente pelo fora que a Priscila deu no Benjamin (“Eu gosto do Omar, não de você! Se toca!”), mas Pri vai sofrer de novo por amor? Ai ai!CAZUZA – Pro dia nascer feliz, o Musical – Trilha Sonora Cazuza era um cantor excepcional.E um poeta ainda MELHOR.A base de todo o musical Cazuza – Pro dia nascer feliz é a sua criação poética. Passando por seu momento mais rock’n’roll com o Barão Vermelho e sofrendo com toda sua trajetória com a AIDS, nos comovemos pra valer com a maneira como ele consegue escrever e com quão lindas são suas composições – é sublime poder ver músicas serem escritas bem na nossa frente, suas interpretações também soam repletas de emoção e veracidade que nos comovem. O musical fica incrível. E que letras!São as músicas que fazem tudo ficar ainda maior e mais bonito – são essas músicas, essas diferentes interpretações e esses atores fenomenais que dão movimento ao musical, que tem um cenário bem limitado. Eu, como todos vocês já sabem, sou um apaixonado por grandes números em grupo e por coreografias bem feitas… então não é de se espantar que eu tenha verdadeiramente me apaixonado pelos momentos em que o elenco todo entra para cantar em coro alguma música como Exagerado. Aquilo fica tão LINDO!Incrível.Mas duas músicas adquiriram uma nova imagem em minha cabeça. A primeira delas é Pro dia nascer feliz. Eu nunca mais a escutarei sem lembrar-me daquela ótima cena! Cazuza está saindo com Ney pela primeira vez, há toda a questão sexual entre os dois, e então todos os rapazes entram tirando suas roupas… estamos tão no começo do musical, e mesmo sabendo que não há pudor numa história de Cazuza, é uma surpresa muito grande. Com apenas duas meninas no palco, o restante dos meninos está se abraçando e tudo o mais no chão, e aquilo fica assustadoramente sensual, uma cena belíssima e muito bem construída. Parabéns a quem pensou nisso desse jeito!E outra foi Faz parte do meu show, que ainda vem logo depois de Todo amor que houver nessa vida. Mas ela ficou tão bonita, tão romântica, tão perfeita. Na verdade Serginho e Cazuza estão tendo mais uma de suas brigas, e Cazuza está dizendo coisas lindíssimas enquanto Serginho luta para não se render, mas não resiste até o final… fica terno, fica natural e fica muito bonito – o restante do elenco ainda entra no final para terminar a música junto a eles, e é tudo tão grande, tão bonito, a música fica ecoando em nossas cabeças, simplesmente perfeita.Outras músicas que marcam o primeiro ato são Vem Comigo, que eu realmente amei; Preciso dizer que te amo que foi uma composição de Cazuza, Dé Palmeira e Bebel Gilberto, e vemos isso acontecer de maneira muito bonita e ao mesmo tempo engraçada (“uma coisa entalada na garganta”). Carente Profissional, que ficou PERFEITA, INCRÍVEL, MARAVILHOSA. Uma das minhas músicas preferidas do primeiro ato; Maior Abandonado que é fenomenal e importantíssima na amizade de Cazuza com Frejat e Mais Feliz, que termina o primeiro ato de maneira melancólica.Querendo muito um abraço da minha mãe, retornamos para o segundo ato sabendo que o número de músicas ali é bem reduzido. Mais curto que o primeiro, como de costume, não é tão mais curto assim, mas notamos uma clara diferença no tom do musical – aqui o musical adquire um tom muito mais pesado, muito mais sério (embora Cazuza esteja fazendo seus comentários irreverentes e brincadeiras que o caracterizam e que fazem com que nos apaixonemos por ele) e a história é mais densa. Em menos quantidade de cenas, o musical consegue fazer com que cada uma delas seja memorável e única. Fascinante.Temos a maravilhosa versão de Ideologia no hospital em Boston, tentando tratar a AIDS, e ela acontece durante uma convulsão de Cazuza, então é verdadeiramente sofrida e difícil de assistir. Mas vê-lo mais parado, mais sério, e com aquelas roupas de hospital levantar na cama e cantar? Não tem preço. É assim também que temos uma belíssima versão de Codinome Beija-Flor, cantada com os pais, que ao mesmo tempo em que é bonita por mostrar eles ali com ele, também é triste por mostrar o medo do pai de se aproximar dele por causa da falta de conhecimento a respeito da doença. Ótima cena.Xuxa?Eu ri.Malandragemé o ápice do segundo ato. A música é maravilhosamente bem interpretada, mostra o Cazuza retornando ao Brasil, tomando AZT e já melhor –mas a irresponsabilidade não o desacompanha, mesmo com os amigos que sempre estão ali dispostos a ajudá-lo. A cena ficou perfeita, bem como Blues de Piedade, O Tempo Não Pára e Poema. É triste ver a decadência do Cazuza, ver a doença se tornando mais grave, vê-lo falar com Zeca, contar da doença e então cair, sem sentir mais as pernas – foi quando eu comecei a chorar.O que me comoveu ali foi a emoção que Emílio Dantas transmitiu ao cair ao chão, gritar pela mãe e chorar no colo do pai, de maneira tão forte. Era de partir o coração. Vê-lo na cadeira de rodas, com os lábios sem cores, gente que interpretação! Além da caracterização perfeita, Emílio está no auge de sua interpretação, nos comovendo de verdade com a entrevista à revista, e cantando Vida Louca Vida, com direito a narrativa de Lucinha. É o momento em que não estamos mais ouvindo nada, nem Sorte e Azar, estamos apenas chorando, chorando e chorando.Belíssimo musical. No fim estamos todos fungando e enxugando os olhos. E é merecido o momento em que nos levantamos para aplaudir, mesmo antes de realmente chegar ao fim – a entrada final de Cazuza é espetacular. Brasil é uma música perfeita nas suas duas versões (no meio do segundo ato e depois, na curtain call). Todas as músicas são incríveis, perfeitas e colaboram para que essa história seja contada de maneira convincente e completa, perfeita como está. Não perca!Posso só pedir uma coisa: façam um musical do Renato Russo agora. Por favor?Curta nossa Página no Facebook: Parada TemporalBatalha de Bandas em Zack & Cody: Gêmeos em Ação School down! Let’s rock’n’roll… school down!Um desabafo de Cody Martin em forma de letra de música, é isso? Provavelmente você não vai se lembrar de Zack & Cody como uma série musical, não é o caso como em Hannah Montana, mas as séries costumam testar o talento musical de seus protagonistas em algum momento, toda vez. Quem não se lembra, por exemplo, de Raven, embora fosse uma estilista, cantando na ópera da escola, vestida de menina rica que foi às compras no shopping? Temos um episódio divertidíssimo de Zack &Cody: Gêmeos em Ação que traz uma competição de bandas no Hotel Tipton, e nós temos alguns momentos MUITO interessantes. A formação da banda envolve Zack, Cody, Max e Tapeworm, e eles começam o episódio se apresentando de forma divertida (e muito boa) com a banda Rock Squared (que eu escreveria como Rock2 porque ia ficar muito bonito esteticamente!) e se preparando para uma competição que também envolverá Maddie e sua banda com o mala (oh personagenzinho ruim!) do Lance. Bem, basicamente o que temos, segundo os próprios personagens, é uma competição entre 12-year-olds and cute versus 15-year-olds and hot.E é ótimo!Tudo começa a não funcionar mais para Zack e Cody quando eles brigam demais, não sem motivo. Quer dizer, eles são irmãos! Então é natural… Cody, o compositor, acha que o Zack não leva nada a sério, nem os ensaios, nem a música, só o visual e o cabelo. Zack acha que Cody fica muito mandão e chato. Nenhum dos dois está totalmente errado. É o que Carey tenta mostrar para os filhos através de uma história antiga (e divertida) sobre sua primeira banda, mas cada um escolhe entender de sua própria maneira. Por fim, Cody acaba desistindo e deixando a banda, formando uma nova banda para que possa competir, uma nova banda que vá cantar sua música e se dedicara a ela como ela merece: Arwin e Muriel. NÃO SEI QUEM É MELHOR! Mas aquela roupa da Muriel está excelente. Mas como a banda precisa DOS DOIS – do estilo de Zack e da música de Cody –, Max tranca os irmãos no armário para que eles possam conversar e fazer as pazes, e então descer e participar da competição como deveriam fazer.Mas é claro que eles ficam trancados lá dentro.Enquanto isso, Maddie enfrenta seus próprios problemas com sua própria banda, e eu me diverti TANTO. Quer dizer, o Lance é um idiota, mas a London oferecendo os 5 mil dólares que eles precisam para repor os instrumentos arruinados pela água em troca de entrar na banda é um máximo. Primeiro, O QUE É A LONDON COM AQUELE PANDEIRO? Bem, a London (já a London que AMAMOS) me diverte do início ao fim, com toda a empolgação dela, aqueles movimentos exagerados com o bandeiro, passinhos idiotas, TUDO. E quando ela desce ao chão, tocando pandeiro, empolgadíssima? E quando resolve cantar?! É um máximo a Maddie cantando toda séria, e a London com seu sorriso hilário e seus passos engraçados. A apresentação na competição foi igualmente bizarra, mas muito divertida! Mas, embora muito engraçado, deu um pouco de pena de London quando esbarrou no microfone e percebeu que ele estava desligado… especialmente quando a Maddie diz no microfone que ela é péssima e ela sai toda tristinha.Mas é um bom episódio para as duas, fazendo as pazes no final.Bem como para Zack e Cody, fazendo as pazes e ARRASANDO no show!Ganhando o prêmio, afinal o/Para mais postagens de Zack & Cody: Gêmeos em Ação, clique aqui.Ou visite nossa Página: Cantinho de LuzMAMONAS, o Musical – Texto 3 de 3 Neste raio de suruba, já me passaram a mão na bunda, e ainda não comi ninguém!Quando um musical dos Mamonas Assassinas foi anunciado, nós sabíamos que não tinha como não ser um sucesso – envolvidos com as músicas da irreverente banda, nós saímos do teatro em uma felicidade deliciosa. Cantando. Passamos dias cantando as músicas, dançando o delicioso fado do Vira-Vira. O musical é inteligentemente construído em cima tanto de músicas dos Mamonas Assassinas (com experiências deliciosas de envolvimento profundo da plateia, cantando junto, aplaudindo e gritando, como se fôssemos parte de um show dos Mamonas) como de outras bandas de sucesso, sejam elas Legião Urbana, Pink Floyd, Guns N’ Rosesou Rush. Tudo é, claro, envolvido em um sentimento de pura nostalgia. Nós estamos cantando junto com eles, nos divertindo horrores com as performances, aplaudindo e gritando, e ocasionalmente nos emocionando profundamente. Não tem como evitar isso. E, ao fim do musical, estamos atendendo ao pedido do Anjo Gabriel e fazendo o pedido de bis, gritando loucamente “Mais um! Mais um! Mais um!” que, infelizmente, acaba depressa demais com os garotos se apresentando para os aplausos finais.Como todo mundo estava lá aguardando as músicas dos Mamonas, o musical começa lindamente com o Ensemble saindo do fundo do teatro vestidos com roupas clássicas que nos lembramos de ver os Mamonas, tantos anos atrás. Chapolin Colorado. He-Man / Robocop Gay. Enfim. E cantando um medley com várias das músicas que adoramos, como Mundo Animal, Pelados em Santos e Vira-Vira. Depois, as músicas dos Mamonas mesmo são jogadas lá para a frente, afinal temos toda uma história para contar, que é embalada pelo som de várias bandas famosas, músicas muito boas que me emocionaram. Tivemos, logo de cara, por exemplo, um trecho de Faroeste Caboclo. E, principalmente, depois de Comidanós tivemos Geração Coca-Cola, e aquela música me arrepia inteiro toda vez que a escuto. Não dá para evitar. Temos também Another Brick in the Wall, Tom Sawyer e aquela versão toda zoada do Dinho cantando Sweet Girl of Mine. E a emocionante Terra de Gigantes, que eu adoro. “Hey, mãe! Eu tenho uma guitarra elétrica!” Esse tipo de música marcou a caminhada dos cinco garotos como Utopia, quando o sucesso ainda não chegou, de fato, a acontecer.Dinho começou a transformar isso tudo. Foi num comício do engraçadíssimo Geraldo Celestino que ele cantou Pelados em Santos pela primeira vez para um público. E FOI UM SUCESSO. Nós representávamos esse público, indo ao delírio, cantando junto (enquanto o Celestino fazia umas expressões fantásticos, palmas para Patrick Amstalden!). Depois veio, já logo em seguida, o delicioso Robocop Gay. E era isso. Quando eles mostraram as músicas novas para Rick, ele ficou verdadeiramente estarrecido. E os meninos com medo de que ele não tivesse gostado, mas é claro que ele ADOROU. Então a banda se transformou de verdade. Rick foi quem se dispôs a gravar as músicas deles, caso eles mantivessem essa linha do humor. Nada de divisão, quatro músicas sérias e quatro engraçadas. Não. Só mantendo-se na linha do humor, porque isso era o que eles eram e o que o Rick queria gravar, e sabia que seria sucesso. E foi, não foi? Só faltava uma coisa: mudar o nome da banda. Afinal, convenhamos: Utopia não tinha mesmo a ver com a nova proposta da banda.Mamonas Assassinas do Espaço?Depois dessas músicas, nós acompanhamos várias e várias deliciosas músicas dos Mamonas Assassinas, nas mais divertidas performances aplaudidas pela plateia. Tivemos Uma Arlinda Mulher, Chopis Centis, Jumento Celestino, Mundo Animal, Lá Vem o Alemão… mas me parece que o que eu mais saí cantando do teatro e que foi mesmo um dos meus momentos favoritos, foi Vira-Vira. Eles terminaram o primeiro ato sem cantar a música, mas ela já tinha sido apresentada na divertidíssima cena do carro de João Augusto Soares, com Lígia gritando Suruba! Parece que eles escolheram deixar o público apreensivo, no suspense da enfim apresentação da música – que aconteceu com eles de Chapolins Coloroados, no programa do Jô Soares. E, claro, foi divertidíssimo! O Júlio sendo a Maria Portuguesa, e depois o Jô dançando com eles e tudo o mais… um máximo! Uma que não chegou a ser cantada por eles no musical foi Sabão Crá-Crá, mas foi apresentada divertidamente em dois momentos. E o musical acaba com um pouquinho de Chopis Centis, e de volta o Ensemble nas roupas da primeira cena. Emocionante, divertido, realmente de se aplaudir em pé, sem dúvida alguma!Minha felicidade é um crediário nas Casas Bahia.Para outros musicais no Brasil, clique aqui.Eu ouvi em... Hairspray Without love life is rock’n’roll without a drummer.Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 (Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 1, 2010) “You may be the Chosen One, mate, but this is a whole lot bigger than that”Estamos chegando ao final da franquia de Harry Potter, e as emoções agora estão MAIS FORTES do que nunca! A cena de introdução do longa já nos mostra isso muito bem, de forma melancólica – Hermione está saindo para caçar Horcruxes, apagando-se da memória dos pais… e Harry está se despedindo dos tios, do primo, da casa vazia e de toda uma vida que está ficando para trás. A casa vazia, o antigo quarto de Harry, e o quartinho embaixo da escada… aquilo parece uma dolorosa despedida da FRANQUIA em si, e a cena nunca falha em me comover. É assistindo a Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 que eu mais tenho vontade de voltar e recomeçar a minha maratona, porque eu sinto que está chegando ao fim. E, para ajudar, nós temos um filme bem diferente do modelo com o qual estávamos acostumados… se os jovens estão saindo para caçar Horcruxes……não temos mais Hogwarts!Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 foi lançado em 2010, e é a primeira parte da adaptação do livro homônimo de J. K. Rowling, publicado em 2007. Aqui, Harry, Ron e Hermione estão mais SOZINHOS do que nunca, como várias cenas expressam, e estão andando em buscas sem fim atrás de Horcruxes e meios de destruí-las, sem muito sucesso… acampamento precário atrás de acampamento precário, solidão, ao menos eles têm um ao outro. Mas o filme tira os personagens de Hogwarts, sempre tão cheio e movimentado, e os deixa isolados em vários lugares, seja no Largo Grimmauld, 12, seja em Godric’s Hollow. E com a influência constante do Medalhão de Slytherin, a única Horcrux que eles têm, e não conseguem destruir, eles estão com os nervos à flor da pele, em meio a tudo o que está acontecendo.E tudo é muito forte.O filme começa bem, quase divertido, depois da introdução melancólica. Apresenta a ideia dos “7 Potters”, através da Poção Polissuco, mas a cena leve e divertida se converte em um momento emocionante, quando Hagrid diz que é justo que seja ele a levá-lo embora da casa dos Dursley, enfim, e é profundamente TRISTE quando Edwiges se sacrifica pelo dono. A cena é repleta de ação e angústia, perseguições de Comensais da Morte, e o próprio Lord Voldemort atacando Harry, e as consequências são graves… Jorge perde uma orelha. Moody é o primeiro a morrer. Com ninguém confiando em ninguém quando chegam à Toca, finalmente, e o Harry correndo para abraçar Ron e Hermione, nós temos a clara definição de o que será esse filme: mais carregado, mais triste. Não é brincadeira mais. As coisas são sérias e pessoas vão morrer.Não bastasse termos que nos despedir da franquia!Em algum momento, Harry tenta ir embora sozinho, caçar as Horcruxes ele mesmo, mas Ron lhe diz que eles não sobreviveriam um dia sem a Hermione, e dá uma baita lição quando Harry diz que “não vai deixar que ninguém mais morra por ele”, dizendo que isso “não é sobre ele, nunca foi, é muito maior do que isso”. Aquela fala ME ARREPIA. Então Harry fica uns dias n’A Toca, esperando o casamento de Gui e Fleur, uma cerimônia da qual todos precisavam, com tudo o que estava acontecendo… uma cerimônia antes da qual o Ministro da Magia aparece para ler o misterioso testamento de Albus Dumbledore e entregar ao trio o que ele deixou a cada um: a Hermione, uma cópia de “Os Contos de Beedle, o Bardo”; a Ron, o seu desiluminador; e a Harry, o pomo-de-ouro de seu PRIMEIRO jogo de Quadribol, além da Espada de Gryffindor.Essa última, no entanto, não lhe pode ser entregue.O casamento, infelizmente, é interrompido por um Patrono que anuncia “The Ministry has fallen. The Minister of Magic is dead. They’re coming”, e então A Toca é brutalmente atacada, e Harry, Ron e Hermione juntam suas mãos e aparatam para longe dali, começando a jornada solitária na madrugada do aniversário de Harry, quando ele completa 17 anos, atinge a maioridade bruxa e, ao invés de um bolo, ganha uma perseguição em uma lanchonete, resultando em um momento sem qualquer trilha sonora que anuncia “We’re alone”, quando eles chegam à antiga casa de Sirius Black e sede da Ordem da Fênix. A passagem, rápida, pelo Largo Grimmauld, 12, os ajuda a entender quem é R.A.B., que estava com a Horcrux verdadeiro de O Enigma do Príncipe (irmão de Sirius!), e nos traz de volta Dobby. O ADORÁVEL DOBBY!Como eu amo aquele elfo!Sabendo, através de Dobby, Monstro e Mundungus Fletcher, que o verdadeiro Medalhão de Slytherin ainda não foi destruído e está com Dolores Umbridge, o trio só pode fazer uma coisa: INVADIR O MINISTÉRIO DA MAGIA! E que sequência apaixonante! Com a Poção Polissuco, os três conseguem entrar numa versão do Ministério tomada pelos Comensais da Morte, com julgamento terríveis de nascidos-trouxas, acusados de atrocidades, enquanto são ameaçados por tenebrosos dementadores… tudo é um intenso absurdo! Mas nenhum deles, ainda, pode fazer muita coisa a respeito disso, por isso eles focam em encontrar o Medalhão (embora Harry veja fichas arrepiantes de meio-sangues que precisam ser “eliminados”), e o conseguem, pendurado no pescoço da própria Dolores Umbridge, quando o Harry pode falar, novamente, um gostoso “You’re lying, Dolores. And one mustn’t tell lies”.Reconfortante.Mas a escapada do Ministério é angustiante.Tão angustiante que acaba com a Hermione tendo que levar Harry e Ron para o meio de uma floresta, ao invés de para o Largo Grimmauld, e o Ron acaba estrunchado, com o braço quebrado, sangrando muito… é um desespero que só! E então começamos a longa jornada através de acampamentos, enquanto Ron melhora, antes de poder aparatar novamente, e eles tentam sem sucesso destruir a Horcrux encontrada… eu chamo a atenção para o modo como Ron diz que “Dumbledore os mandou atrás das Horcruxes, mas não disse como destruí-las”, enfatizando como isso o incomoda, mas e se Dumbledore FALOU como destruí-las? Ele não deixou a Espada de Gryffindor a Harry Potter por acaso! De todo modo, eles não sabem disso, e se alternam para usar a Horcrux de Voldemort, que interfere diretamente no sistema nervoso já abalado de todos eles…Então as coisas se tornam INTENSAS.Com o Ron escutando o rádio diariamente, na expectativa de “não ouvir notícias ruins”, enquanto eles caminham rumo a qualquer lugar, mas sem poder ficar parados, por causa dos sequestradores, um dia em que ele passa quase inteiro com o Medalhão de Slytherin no pescoço resulta em fatos catastróficos. Nervoso, angustiado, preocupado com a família, com ciúmes de Hermione e ainda com os sentimentos intensificados pela Horcrux, Ron fica excessivamente BRAVO e nós temos a PIOR briga entre Ron e Harry, sendo o ápice aquele grito de “No, you don’t know how it feels! Your parents are dead. You have no family!”, que ainda hoje me angustia e me faz sofrer… lembro-me do choque de ter lido as palavras em 2007. E o choque maior é perceber o quanto, na maioria das coisas que o Ron disse, ele tinha razão… o problema era como ele estava nervoso com tudo. E, então, Ron vai embora no meio do acesso de ira.Ouvir o som da desaparatação do Ron ainda me faz chorar!A partir dali, se eles estavam absurdamente SOZINHOS, eles ficam ainda mais. Harry e Hermione estão, ambos, destruídos. Hermione está chorando o tempo todo. Eles não estão avançando em nada. Uma cena que me toca profundamente é quando Harry liga o rádio, coloca uma música, tira o Medalhão do pescoço de Hermione, e a convida a dançar. Um rápido momento de “felicidade”, um lapso reconfortante, uma expressão do quanto a amizade deles é bonita. Sem dizer nada, eles garantem um ao outro que estão ali caso o outro precise. E é evidente o quanto eles precisam! Sozinhos, eles passam o Natal em Godric’s Hollow, onde Harry revisita a casa onde seus pais foram assassinados, visita o túmulo deles, Hermione conjura uma coroa de flores… um momento lindo e triste, com o frio e a neve expressando bem o sentimento.“Merry Christmas, Hermione”“Merry Christmas, Harry”A visita acaba em um ataque brutal, mas enfim…Um dos momentos mais impactantes e BONITOS do filme é quando Harry é guiado no meio da floresta gélida por um Patrono em forma de Corça, que lhe indica a Espada de Gryffindor no fundo do lago congelado… quando ele tenta pegá-la (a cena é angustiante, tanto pelo frio quanto pelo Medalhão tentando enforcar o Harry!) e quase morre, uma figura misteriosa o salva e recupera a Espada… RON WEASLEY! É simplesmente TÃO BOM tê-lo de volta! E a cena em que ele destrói a Horcrux, que o provoca e o atormenta com cenas falsas e um monte de afirmações chocantes, é uma das minhas FAVORITAS no filme todo! A representação do mal, do Voldemort, aquela gosma escura, as visões… e então Ron consegue destruir, com o Harry gritando para que ele o faça… que sequência impressionante, e Daniel Radcliffe e Rupert Grint estavam MUITO ENTREGUES!Sempre me arrepia!A recepção de Hermione a Ron também é impagável… quanto amor e braveza! <3Eu gosto de como o filme trabalha cheio de dicas… o símbolo das Relíquias da Morte aparecendo o tempo todo. Os flashes do passado de Grindelwald! Com uma Horcruxes destruída, mais três ainda pela frente, e sem dica alguma, eles decidem ir até a casa de Xenofílio Lovegood para entender o símbolo que ele carregava no pescoço, que aparece no livro que Dumbledore deixou para Hermione em um túmulo em Godric’s Hollow… e então, através do INCRÍVEL Conto dos Três Irmãos (eu AMO AQUELE CONTO!), Lovegood explica as três Relíquias da Morte: A Varinha de Sabugueiro (na tradução brasileira chamada de Varinha das Varinhas), a Pedra da Ressurreição e a Capa da Invisibilidade… supostamente, alguém em posse das três Relíquias da Morte se tornaria o “senhor da Morte”, mas Harry Sabe que Voldemort está atrás de apenas uma:A VARINHA DE SABUGUEIRO.Esse desenvolvimento fica reservado para o último filme da franquia. Dali, Xenofílio os entrega aos Comensais da Morte, na esperança de salvar sua filha Luna, que foi levada por eles e está mantida prisioneira na Mansão dos Malfoy… a sequência final é chocante e alarmante. Nós temos a Bellatrix torturando a Hermione, que é uma coisa terrível de se assistir, e o Dobby, a coisa mais fofa do mundo, aparece para salvá-los, dizendo coisas fofas como “Dobby has come to rescue Harry Potter of course” e “Dobby has no master. Dobby is a free elf. And Dobby has come to save Harry Potter and his friends”, em sua vozinha esganiçada que tanto AMAMOS. E, em um dos momentos mais tristes e mais injustos da franquia, Bellatrix consegue jogar uma adaga que aparata junto com Dobby e os jovens… matando-o. E como aquilo dói quando eu assisto!“Such a beautiful place… to be with friends. Dobby is happy to be with his friends… Harry Potter”Como vocês sabem, eu AMO O DOBBY! Duas mortes me arrebentaram em Relíquias da Morte, e a primeira delas foi a de Dobby. Assim, o filme aposta em uma finalização emotiva, com Harry, Ron, Hermione e Luna enterrando Dobby, sem magia, enquanto as dicas ficaram no ar, com a Bellatrix Lestrange surtando quando viu a Espada de Gryffindor, por exemplo, perguntando “o que mais tinha sido tirado do seu cofre em Gringotts”. Também vemos Lord Voldemort desenterrando Dumbledore para pegar sua varinha, a Varinha das Varinhas! Assim, agora a despedida está mais perto do que nunca, e nos preparamos para a Grande Batalha de Hogwarts, que é basicamente o centro de Relíquias da Morte: Parte 2de um modo geral. E eu amo esse filme, muito bem construído, completamente diferente, e cheio de momentos memoráveis!Para mais postagens de Harry Potter, clique aqui.E fique atento à nossa nova SEÇÃO: Criando o Mundo de Harry Potter!Música da Semana – Amanheceu Porque eu estou torcendo para Scalene nesse domingo, em Superstar!Na verdade, há algum tempo eu realmente passei a gostar bastante de Scalene enquanto assistia ao Superstar. Eu não venho mantendo reviews fiéis – lê-se nenhuma – do programa, mas tenho acompanhado corretamente, torcendo por umas bandas, ficando triste quando outras foram eliminadas, como é o caso de Big Time Orchestra, que eu gostava e mais algumas outras… mas há vários domingos que a minha favorita vem sendo Scalene, e eu passo o programa inteiro esperando por sua apresentação… é bom ver, na verdade, que eles estão sempre ou no primeiro lugar ou nas primeiras posições, mas eu estou torcendo para que eles ganhem esse programa. Tinha muita gente boa no programa, vários deles que já deixaram a competição, mas eu não acho que, por exemplo, Lucas e Orelha mereçam ganhar quando comparados a Scalene.E aqui muita gente discorda, mas enfim… eu ADORO o que Scalene nos apresenta.Não sou, pelo menos não ainda, um grande fã da banda, uma vez que apenas nessa semana eu fui realmente atrás de álbuns deles para escutar e começar a conhecer melhor o trabalho – mas pelo o que eles apresentam no programa, eu acho fascinante. Eu gosto de como eles sempre apostam em músicas autorais, realmente divulgando seu trabalho e ganhando visibilidade em nível nacional, o que é bem importante para eles como uma banda! São músicas boas e impactantes, e eu gosto demais da voz do vocalista, e da maneira como os acordes soam perfeitos, como há harmonia, e como é um fascinante rock’n’roll do tipo que eu gosto… eu adoro bandas de rock nacional, como Legião Urbana, que é EXCELENTE, mas todas as boas bandas nesse estilo no Brasil parecem ter surgido no passado… é bom que tenhamos novidades surgindo.Obrigado, Superstar.A banda se formou no Distrito Federal em 2009, e já perdeu um membro mulher, mas eu acho que agora é a hora da carreira da banda realmente decolar. Lançaram dois EP’s independentes, e um pela Universal Music, chamado de Cromático. O primeiro álbum Real/Surrealfoi lançado em 2013 e o último, em maio desse ano, foi Éter – curiosamente eu não encontrei nenhum dos álbuns à venda na internet, e me pergunto se isso tem alguma ligação com o fato de a banda estar no Superstar. Pode ser alguma coisa de contrato. De qualquer maneira, os álbuns estão disponíveis em plataformas musicais da internet, e como eu sou um apaixonado assinante da rdio.com, posso escutar às canções tranquilamente… eu mal soube escolher uma música para representá-los, afinal estou escutando o CD pelas primeiras vezes… temos músicas lindíssimas, como Silêncio e Prefácio, mas…Amanhecerme ARREPIOU quando começou a tocar no CD…Então veja o clipe abaixo:Ah, a música já foi interpretada pela banda no programa, mas nem foi por isso que eu a escolhi… foi só por causa do que eu senti quando ela estava tocando enquanto eu escrevia todo o começo desse texto, com o álbum tocando aleatoriamente, enquanto eu ainda nem tinha escolhido que canção os representaria. O clipe acima é BELÍSSIMO. O tom do clipe com Gustavo Bertoni em um quartinho repleto de memórias e fotos reais é profundamente pessoal e nos comove… a maneira como o clipe acaba com as fotos formando “MÃE” me arrepia completamente. Porque parece que é ali o momento no qual você se dá conta do que está acontecendo, sobre o que a música está falando, e tudo é simplesmente tão perfeito. Emocionante, uma vibe comovente e muito poderosa, digna de fazer lágrimas se juntarem em nossos olhos.Por vezes caírem…E você, está torcendo para quem no Superstar? Acha o quê de Scalene?Para mais Músicas da Semana, clique aqui.Mighty Morphin Power Rangers – Segunda Temporada (Parte 4) “Angel Grove is protected by the Power Rangers. They won’t let anything happen”Da entrada de Adam, Aisha e Rocky como os novos Rangers Preto, Amarela e Vermelho, respectivamente, nós tivemos uma sequência de 10 EPISÓDIOS stand-alone que serviram, talvez, para fazer com o que o público se adaptasse de vez com os novos personagens e seus estilos… assim, em uma temporada marcada por episódios divididos em várias partes, essa é a sequência mais longa de episódios “sozinhos”. Isso antes de entrarmos em Rangers Back in Time que, para mim, parece iniciar a fase final da temporada. Assim, temos vários episódios focados em Adam, e é muito conhecê-lo um pouco melhor. Em segunda lugar, temos episódios voltados para Aisha, que está descobrindo coisas pelas quais já passamos no início da temporada passada. E, por fim, Rocky, que é o Ranger Vermelho mais coadjuvante da história dos Power Rangers!Ah, tem até um episódio em que BULK e SKULL salvam os Rangers!Mas eu já falei disso no episódio passado…Goldar’s Vice-Versa traz a ideia de um baile no qual as meninas têm que convidar os meninos para serem seus parceiros… enquanto Laura convida Billy, Adam é o único que continua sem ter com quem ir ao baila, e ele fica todo tristinho por não ter sido convidado, e ele é tão fofo! Ele até tenta se aproximar de uma garota que ele gosta, para ver se ela o convida (“She’s just a human being. A pretty, smart, athletic, female human being”), mas Lord Zedd não deixa que ele conclua seu objetivo, porque ele quer que ele continue cabisbaixo por isso – assim, ele envia Sabrina para se aproximar dele, e Sabrina não é ninguém mais ninguém menos que a própria SCORPINA! Aham, lembraram-se dela, mas não se empolgue, é só por esse episódio… inaugurando nova filmagem para a morfagem dos Rangers, os Rangers precisam salvar Adam de Scorpina…E ELE CONSEGUE UM ENCONTRO PARA O BAILE. [Que não é a Scorpina]Curiosamente, o episódio seguinte, Mirror of Regret, já é sobre o Adam mais uma vez. Lord Zedd quer enfraquecer sua confiança em si mesmo, ideia que ele tira ao ver o Adam dando força a Shawn, um aluno seu que está sendo zoado por um colega, afinal de contas ele já esteve em seu lugar: o menorzinho, o mais fraco, ridicularizado na infância. Então Adam diz coisas como “Use your inner strength, Shawn. Confidence in yourself is the most important parto n this”, mas acaba, com o Espelho de Lord Zedd, sendo lembrado da humilhação que passou na infância, o que o enfraquece e quase faz com que ele não possa lutar… e, claro, só ele pode quebrar o feitiço de Lord Zedd. Assim, ele demonstra sua força de vontade, vence e volta à luta, porque Lord Zedd não pode vencê-lo… se você está se perguntando sobre Shawn, ele também consegue se sair super bem. Bem até demais. Graças ao Adam.“Adam is the best”, Shawn diz. E eu acho que ele tem razão!Rocky ganha o seu episódio de destaque com Rocky Just Wants to Have Fun, que embora tenha um dos melhores títulos da temporada, não é dos melhores episódios – Rocky fica viciado em uma Máquina Pachinko do Ernie por causa de um feitiço do Lord Zedd, e por isso deixa de estudar com Billy ou de se preocupar em ensinar suas crianças. Assim, quando Lord Zedd transforma a máquina no Pachinko Head, o monstro da semana, Rocky, como Ranger Vermelho, não se junta de fato à luta, e fica correndo e pulando e gritando, como uma criança – E EU RI BASTANTE, de tão ridículo que era! Ele até DANÇOU! Sob o “Feitiço da Irresponsabilidade do Lord Zedd”, ele só brinca durante o ataque enquanto o seu Red Dragon luta contra Serpentera, até que as coisas melhores e voltem ao normal. A mensagem do episódio? “There’s a time for work and a time for play”.Conhecido, mas ainda útil.VAMOS FALAR DE TV?! Adorei os Power Rangers indo para a TELEVISÃO em Lights, Camera, Action, um episódio voltado para os heróis coloridos aparecendo em um programa de TV para falar sobre educação. O Adam estava todo nervoso, com medo de câmera, mas deu tudo certo – eles entraram com entradas acrobáticas e espalhafatosas, mas merecedoras dos aplausos, e transmitiram mensagens como “The way to be cool is to stay at school”. Deram entrevistas, passaram recados, e depois saíram para lutar contra o Showbiz Monster, criado a partir de uma câmera de estúdio! “I told you I didn’t like câmeras”. O episódio teve direito até a um trocadilho infame: “Lights, câmera, we’re morphing into action”. Uma das coisas mais legais do episódio foi a lembrança de Jason, Zack e Trini, que mandaram um recado para a escola comentando a aparição dos Rangers na TV!Aisha começou a ganhar destaque em Where There’s Smoke, There’s Fire, quando ela se torna a Capitã da Prevenção a Incêndios, ou algo assim, e isso lhe sobe à cabeça, ela fica bem paranoica e, convenhamos, um pouquinho chata. Bem chata. Ela leva isso a sério demais, e quando Lord Zedd solta um Monstro de Fogo na Alameda dos Anjos, ela quer ir sozinha porque acha que isso é responsabilidade dela… claro que dá problema, e o episódio traz o Zordon tentando ensiná-la a importância do trabalho em grupo. “It’s your responsibility as Power Ranger to understand that team work is the only way to defeat the forces of evil”. O tipo de coisa pelas quais já passamos na temporada passada com os Rangers originais, e um pouco com Jason e Tommy disputando a liderança do grupo, mas que aparentemente é sempre bom retomar.Outro episódio de Aisha foi Forever Friends, que traz Shawna, sua melhor amiga da outra escola, para a Alameda dos Anjos, em uma competição de ginástica contra Kimberly. Naturalmente a rivalidade existe, e Shawna sente que está sendo substituída por Kim, mas ela é uma garotinha bem insuportável, na verdade. A competição, ela avisa, não é apenas pelo título. Apesar de invejosa e infantil, Goldar acaba prendendo Shawna e Kimberly em troca de um plano idiota de os demais Rangers se voltarem contra Aisha (como nunca aconteceu), e isso nos dá cenas de Kimberly e Shawna conversando, achando coisas em comuns, e a Kim ensinando coisas que as tornam, rapidamente (rápido demais, na verdade), amigas. Quando o Ranger Branco salva Shawna, inclusive, ela parte dizendo coisas como “Kimberly! I can’t leave without you!”Devo dizer que aquele empate final não foi nada esperado.[Cof, cof]Também tivemos jogos, como a caçada ao tesouro em Scavenger Hunt. Infelizmente, eu esperava mais do episódio. Eu gosto muito da proposta do jogo, e foi super legal ver a Kimberly tão animada, desvendando pistas, tirando fotos e tudo o mais… pena que eles tenham nos provocado com uma caçada ao tesouro promovida por Lord Zedd através de diversas dimensões, mas isso nunca chega a acontecer. Tá, pelo menos temos um objeto do Billy sendo transformado em monstro, o que nos proporciona uma luta linda dele no parque, antes de morfar, na qual ele estava uma graça. Não tivemos muito mais do que isso, porque a proposta da “Dimensão Perdida” nunca chega a ser concretizada, porque supostamente ninguém pode fugir de lá… então melhor nem mandar ninguém para lá. Pelo menos eles vencem a Caçada ao Tesouro!Nesses episódios todos, um dos mais bonitinhos foi The Great Bookala Escape, na qual eles conhecem um pequeno amigo alienígena que cai na Terra por acidente, e de quem Lord Zedd quer roubar o diamante que energiza sua nave para energizar sua Serpentera e torná-la invencível. Assim, os Rangers acolhem o Bookala e o ajudam. Billy trabalha na nave, Aisha trabalha em uma réplica do Bookala para colocar na nave, e Adam no diamante falso para enganar o Lord Zedd – e então eles lutam, fingem que o diamante não pode ser levado, e enquanto Goldar vai embora achando que venceu, eles têm tempo suficiente para mandar Bookala em segurança de volta para a sua casa… ele vai embora dizendo “Again see you I someday will”, no melhor estilo Yoda, e como vingança, Lord Zedd transforma o Bookala falso no monstro da semana.Dali em diante, é um episódio como qualquer outro.Com exceção do cartão postal final de Zack, Jason e Trini!Por fim, antes de entrarmos em mais um episódio seriado, temos A Reel Fish Story, novamente com o tema aquático que já tivemos na primeira temporada, mas dessa vez com vários monstros. Enquanto crianças clamam que “Angel Grove is protected by the Power Rangers. They won’t let anything happen”, e Rocky garante que não tem monstrous no lago, Lord Zedd conclui: “So, Red Ranger… you’ve never encountered underwater monsters before? Well, I think I can fix that for you”. E então, além de Bulk e Skull se passando por tubarões para atrair os Rangers (e só conseguindo Billy e Rocky em cima de um jet ski), Lord Zedd manda o Shark Monster como o primeiro monstro, seguido por mais uns 3 monstros criados a partir de criaturas marinhas, e um último criado a partir da boia que Bulk e Skull estavam usando para se salvar…Agora sim, estamos preparados para a fase FINAL da temporada!Para mais postagens de Mighty Morphin Power Rangers, clique aqui.Ou visite nossa Página: Cantinho de LuzO Diário da Princesa, Volume V – A Princesa de Rosa-Shocking Às vésperas de completar 15 anos, Mia Thermopolis está absolutamente convencida de que a vida de princesa não é nada fácil. Ela se vê envolvida na demissão injusta de um ajudante de garçom, que acabou promovendo uma greve geral do setor de serviços de Nova York. Além disso, sua mãe passa a maior parte do tempo queixando-se dos efeitos da gravidez em sua bexiga, seu pai insiste em levá-la para a Genovia no verão, e Grandmère… bem, sua avó é sempre sua avó! Mas o que realmente tira o sono da princesa é ter de convencer seu namorado a levá-la à festa de formatura.Em algum momento entre esse livro e o anterior, Mia viu Moulin Rouge.Mia Thermopolis está completando 15 anos, pronta para sentir que se tornou uma mulher! E é claro que a sua vida não pode se tornar mais simples uma vez que ela tenha se tornado mulher, não é? Agora que Mia sabe que seu talento secreto que a colocou em Superdotados e Talentosos é a ESCRITA, ela parece ter abraçado esse sonho de se tornar uma escritora, começando como jornalista no jornal da Albert Einstein High School. Tudo bem que ela ainda está destinada a escrever sobre o cardápio da semana n’O Átomo, mas já é alguma coisa. Não? E, de toda maneira, é uma das coisas mais divertidas do mundo ler esse jornal ao estilo Meg Cabot, numa escola desvairada repleta de figuras célebres que não são nada menos que hilárias.Tudo começa quando Mia Thermopolis vai a um restaurante comemorar o seu aniversário. Sabe o drama que precisa compor os livros da série O Diário da Princesa? Bem, dessa vez Michael Moscovitz não quer levar Mia à festa de formatura, porque ele acha uma babaquice. Ainda que seja o grande sonho da vida de Mia, e ela está vendo seu coração se despedaçando quando o namorado não parece nada interessado em realizar esse sonho… não que ele saiba da existência dele, mas enfim. Mia tem um jantar para comemorar seus 15 anos, e Grandmère consegue um feito incrível: deixar Rommel solto em um restaurante que nem aceitava cachorros, para que um auxiliar de garçom, Jangbu, tropeçasse e derrubasse comida na princesa-viúva de Genovia.Bem, o estrago estava feito…“É isso aí: o cachorro da minha avó toma Prozac”Eu devo reconhecer que as coisas estavam fofas. Michael sempre foi e continua sendo um namorado incrível – ele não sabia do desejo tão grande de Mia Thermopolis de entrar no Baile de Formatura de braços dados com ele! E ele estava incrivelmente fofo no aniversário da namorada… fora que toda a família estava dando presentes e tudo estava num clima muito bom, Michael lhe mandou um desenho lindo, lhe comprou muffins de manhã no dia do seu aniversário, almoçou com ela, cantou uma música com sua banda e ainda deu um pingente de floco de neve! Sério, quem iria reclamar? Bem, eu, caso ele não quisesse me levar à formatura. E caso eu fosse passar alguns meses de férias em Genovia. Gente, como eu pareço a Mia! Isso quer dizer que eu sou muito infantil para a minha idade? De todo modo, sim, eu estaria agindo mais ou menos como a Mia estava.Mesmo com o namorado perfeito.E lindo. Michael!Tudo bem se eu ecoar os sentimentos de Mia? Ah, talvez fosse meu humor detestável na semana em que lia aquele livro, mas eu fiquei realmente devastado com a festa de aniversário de Mia, igualmente triste e acabado. Talvez porque eu também tenha os sonhos de Mia Thermopolis, seja meio romântico… e eu adoro a maneira como, independente de tudo, ela se preocupa tão mais com todo mundo ao seu redor do que com ela mesma! Então o Michael me decepcionou profundamente com a idéia contrária à formatura, e até com sua atitude em relação à Lilly e Jangbu no armário no Sete Minutos no Paraíso. Embora minha razão dissesse que ele estava certo, racionalmente falando, mas ainda assim. Minha atitude era mais próxima à de Mia. Eu ficaria desesperado por fazer alguma coisa, porque eu me importo com o Boris Pelkowski.Embora ele tenha perdido um pouco da razão com toda a história do globo.A maneira como a tal demissão de Jangbu movimenta esse livro é impressionante! Porque é isso que dá início a uma cadeia de eventos, como a Lilly e a sua militância pelo emprego do rapaz, o que basicamente transforma toda a cidade num caos. Completo. Lilly se vê vítima de seus desejos e agarra Jangbu bem na frente de Boris! Mia briga sério com a melhor amiga, enquanto o pobre Boris Pelkowski, um pouco problemático, quase se mata pela amada. Todos os setores de restaurantes e hotéis começam a entrar em greve, e portanto a festa de formatura acaba cancelada. Não só isso, mas Grandmère vai “morar” com Mia por tempo indeterminado por não agüentar mais ficar no Plaza onde todos se recusam a trabalhar. Boris começa a ficar com Tina Hakim Baba, o que é chocante, mas bonitinho. E Lilly resolve que quer ele de volta.Dá para culpar Mia por começar a surtar?A resposta é não.A participação de Grandmère deve ser ressaltada nesse livro, porque foi um tanto diferente do livro passado, pelo menos na maneira como eu encarei tudo. Mesmo com todos os feitos dela, e a sua recusa em admitir que estava errada desde o começo, e a culpa de todo esse caos gerado pela greve em Manhattan é culpa dela, ela acaba sendo uma boa avó. [Fora a cena dela ajudando Helen Thermopolis no final, LINDA, e reconhecendo para o taxista que ela é a culpada de tudo aquilo – como eu me diverti e a amei!] De sua maneira distorcida, ela pode amar Mia. Afinal, ela encomenda o vestido perfeito para a festa de formatura, e consegue um novo lugar para que a festa aconteça, com ou sem greve. Só falta Mia conseguir que Michael Moscovitz decida, por fim, levá-la ao baile. Mas Grandmère parece bastante certa de que isso ia acontecer, mais cedo ou mais tarde.O que acontece, mas Mia foi bem espertinha. Ponto pra ela!Toda a empolgação da festa de formatura são expressados em capítulos curtos intensos, repletos da emoção de Mia por estar realizando o seu sonho… é muito bonito. E eu adorei Grandmère por ter escolhido e conseguido esse lugar para a festa! TERRAÇO DE OBSERVAÇÃO DO EMPIRE STATE BUILDING. E pensar que eu já estive ali, então pude mais facilmente imaginar a festa naquele lugar, entendendo as referências, sonhando… e estava tudo muito bom, muito lindo, até que o telefone começa a tocar. Eu devia esperar que a mãe de Mia fosse entrar em trabalho de parto justamente nessa noite, durante a festa de formatura da filha… afinal, tudo estava indo muito bem! Mas ainda assim, não diminuiu em nada o encanto da noite, além de acrescentar um nascimento importante e cenas muito bonitas. Chegamos ao meio exato da saga de Mia Thermopolis. Ansioso por continuar o restante dos diários…Tina e Boris? EU APROVO.VAMOS ÀS REFERÊNCIAS: bem, porque eu sempre adoro essas partes! Bem no começo do livro, Mia faz uma lista de filmes que mostram a importância do Baile de Formatura, dentre eles Footloose: “Não dá para esquecer Kevin Bacon no papel imortal de Ren, convencendo os garotos da cidade onde é proibido dançar a alugar um lugar fora dos limites urbanos para que eles possam afirmar sua independência ao ritmo de Kenny Loggins”; e De Volta Para o Futuro: “Se Michael J. Fox não conseguir juntar os pais até a festa de formatura, pode ser que ele nem venha a NASCER!!!!!!!!! Provando a importância da formatura não só para o ponto de vista social, mas também BIOLÓGICO!” Okay, preciso dizer o quanto eu fiquei animado em ler sobre BTTF?Footloosevolta mais tarde na sua festa de 15 anos, quando ela fala que gostaria que todos começassem a dançar do nada, como no filme, ao comentar o fato de todos estarem dançando a Macarena.               QUE CENA! Como fazer Michael querer ir à festa? Ela não consegue imaginar nada, “a não ser que a festa de formatura fosse uma mistura de baile Guerra nas Estrelas, Jornada nas Estrelas, Senhor dos Anéis e convenção de computador”. Acho que a primeira citação A HARRY POTTER. Na época de lançamento de Câmara Secreta, ela comenta como a diretora Gupta poderia cancelar as provas de fim de ano, como no filme, mas ela não deu atenção porque “ninguém morreu, nem apareceu uma cobra gigante para perseguir a gente por aí, nem nada do tipo”.Triste.Lembra de como, no livro anterior, Mia disse que não queria ver Moulin Rouge, porque ouviu dizer que alguém morria no final? Bem, nesse livro ela incluiu o filme numa lista sua de dicas valiosas que aprendeu sobre escrita com os filmes: “Quando estiver escrevendo uma peça, não se apaixone pela atriz principal. Especialmente se ela estiver doente. Também não beba nada verde oferecido por um anão”. Um pouquinho mais de Homem-Aranha e Smallville, uma citação ao “love and be loved in return”, uma das frases mais belas ditas por Ewan McGregor em Moulin Rouge, e novamente Senhor dos Anéis. E ainda Isaac Asimov… sério, tem como não adorar a prosa de Meg Cabot quando ela recolhe todo esse tipo de referência e nos deixa babando?A resposta é não.ÓTIMO LIVRO, esperando que as coisas agora mudem, já que o ano acabou. Mia terá um novo ano pela frente, e todos sabem como começar um novo ano letivo pode mudar uma pessoa. Fora que Michael Moscovitz não estará ali o tempo todo perto dela, já que ele está indo para a faculdade. Acho que agora, passando da metade da série, é o momento de transformações, esperando o crescimento da narrativa. E Michael destruiu naquele final, invalidando o “contrato” de Mia que o pai estava usando para obrigá-la a passar três meses inteiros em Genovia durante o verão, porque nenhum documento assinado por alguém menor de 16 anos tem qualquer valor legal! Sério, é um namorado perfeito! Vamos ver como o relacionamento sobrevive à distância.Mesmo que pequena.Para mais postagens de O Diário da Princesa, clique aqui.Carinha de Anjo (2017) – O casamento de Rosana e Peixoto QUE COISA FOFA!Se tem um casal que eu amo em “Carinha de Anjo”é Rosana e Peixoto. Eles são apaixonantes pela pureza do seu amor, pela leveza de suas cenas, mesmo quando eles estão brigando, e pela maneira como tudo é sempre repleto de emoção quando se trata do Emílio, por exemplo. Eu acho belíssima o amor incondicional que Rosana tem pelo seu filho dos cachinhos, e a relação bonita que ele desenvolveu com Peixoto, chamando-o de “pai” e desejando que ele e sua mãe se casem de uma vez para que ele possa, também, ter um pai. Choro pouco com “Carinha de Anjo”, menos do que com “Chiquititas” ou “Carrossel”, mas alguns dos momentos mais bonitos que me levam às lágrimas têm relação com o Emílio e a sua bela família. Agora, o casamento que ele tanto sonhou está finalmentesaindo de seus sonhos para ser realidade.Vocês se lembram que, há muito tempo, o Peixoto pediu a Rosana em casamento e ela achou que ainda não era hora para isso. Ali, eles decidiram que ele já disse “sim”, e ela o pediria em casamento quando ela achasse que era o momento. Então, na semana passada, a Rosana preparou toda uma surpresa… E FOI TÃO LINDO! Ela convidou o Peixoto, fez um jantar especial, e então pediu o Peixoto em casamento, de joelhos e com lágrimas nos olhos, oferecendo-lhe algemas no lugar de alianças. Foi emocionante. Porque eu confio no amor desses dois, e eles vão criar um lar tão aconchegante e perfeito para o Emílio, que não poderia estar mais feliz, pensando em tudo, imaginando como seria o casamento do pai e da mãe, com aqueles cenários meio de Minecraft e um buquê de marshmallows para a Rosana, o que seria meio que a sua cara mesmo.Mas a festa de casamento é inteiramente planejada em segredo por Peixoto, com um quê de cumplicidade de Emílio e Juju Almeida. E ele prepara a festa perfeita. É uma festa simples e pequena, só para a família: os noivos, os filhos da noiva, os padrinhos (Francielle e Ribeiro, nada mais justo!), e o pessoal que ia colaborar. Mas ele pensou em cada detalhe, e foi belíssimo. Ele planejou uma festa com tema de rock’n’roll e um pouco de anos 1950, nos figurinos, e ficou uma festa linda. Ele também pensou em detalhes como a música da mãe de Rosana tocando, que ela adora, e as crianças garantiram a surpresa dizendo que “era uma festa a fantasia da escola”, e então Rosana foi vestida de “noiva rockeira”, com vestido preto e jaqueta de couro azul por cima. Devo dizer que TODOS ESTAVAM LINDOS. Adorei os figurinos, mas sou suspeito para falar.Me lembra “De Volta Para o Futuro”, Marty McFly em 1955…A cerimônia é linda. Acho que a única coisa que faltou foi a Rosana entrando no triciclo, mas como foi uma surpresa, não teve como isso acontecer. De todo modo, foi brilhantemente perfeito e emocionante. Super íntimo, só com algumas pessoas, o que valia era o sentimento e a emoção, e Rosana não poderia estar mais feliz! A Juju chorando também me emocionou, e o Emílio é um fofo: “Para e chorar um pouco e grava, Juju. Daí você chora depois, quando assistir”. E uma das cenas mais lindas foi quando Rosana disse que era um dos momentos mais felizes de sua vida, ao lado de quando “viu os seus filhos nascer”, e Emílio protesta que “ela não o viu nascer”. Emotiva, ela responde que quando ela o abraçou e o beijou pela primeira vez foi quando ele nasceu para ela… e aquilo me arrepiou e trouxe lágrimas aos olhos. Que momento bonito, compartilhado entre a família.E não poderia ter sido MAIS LINDO!<3Para mais postagens de Carinha de Anjo, clique aqui.The People v. O.J. Simpson: American Crime Story 1x05 – The Race Card “Our job is to tell this story better than the other side tells theirs”Assistir a American Crime Story se torna mais revoltante a cada episódio – eu não acredito em OJ Simpson, e sinceramente não vejo como alguém pode defendê-lo – sua defesa faz um trabalho baixo na tentativa mais de atacar a promotoria do que qualquer coisa, como se soubessem que o caso que “defendem” não é realmente inocente. O caso é revoltante e vemos isso se desenvolvendo a cada episódio, com o ápice do momento sendo aquela manipulação descarada da mudança na decoração da casa de OJ para que o júri pudesse visitá-la. Como algo daquele nível pôde acontecer, PÔDE SER PERMITIDO? De todo modo, a série é inteligentíssima na apresentação de seus fatos, e nos faz pensar sobre esses temas, inclusive sobre como muito mais do que um crime está envolvido em um julgamento, e como se torna difícil de lidar com isso a partir do momento em que as coisas saem do controle e fatores externos (como o racismo nesse caso, que não tem relação direta com o crime) alteram toda a dinâmica do processo.Completamente revoltante, o julgamento de OJ Simpson continua, e há uma posição clara da defesa sobre o que fazer: contar uma história melhor do que a da promotoria, convencer o júri. Em nenhum momento há uma missão real de defender a verdade ou provar a inocência de OJ. PORQUE ELE NÃO É INOCENTE. E é uma tremenda falta de respeito e uma sequência de jogos baixíssimos que vão construindo o caso e uma defesa nojenta, que se encontra por causa da ingenuidade recorrente da promotoria. “Man, I ain’t trying to be respectful. I’m trying to win”. Christopher Darden (promotoria) e Johnnie Cochran (defesa) são parte importantíssima desse episódio, e enquanto Darden tenta impor algum tipo de respeito e alguma base humana sobre a qual possam trabalhar, Cochran não está nem um pouco interessado em respeito ou em ética. Ele quer vencer. Chamar o Darden da “palavra com n” foi um ABSURDO e revoltante. Infelizmente Darden ainda está se achando dentro da promotoria e faz um discurso muito infeliz sobre o racismo.E é claro que todos caem em cima dele.Porque eu entendo o que ele estava dizendo, e de certa maneira concordo com ele, mas não era algo a se dizer, e não daquela maneira – eu mesmo percebi em seu discurso infinitas maneiras como poderia atacá-lo. Então é claro que Cochran o fez. Isso logo depois de Bill Hodgman ter sido tão bom na justificativa da relevância dos 62 casos de violência doméstica de OJ contra Nicole. O julgamento é forte de acompanhar, deveras irritante. Revoltante. Primeiro que Marcia sempre tem o que dizer, e diz com uma seriedade e propriedade calculada, repleta de profissionalismo, apresentando fatos e evidências. Por outro lado, Cochran fala coisas vazias, enrolando as pessoas, subindo seu tom de voz de maneira irritante, o que expressa falta de profissionalismo, apelo ao sensacionalismo, isso sim, e ainda usa jogadas baixas na tentativa de desestabilizar a promotoria. Como não tem o que provar nem como fazê-lo, eles só atacam. Foi uma pena ter Bill Hodgman saindo da equipe por causa do incidente com as informações da defesa não compartilhadas que o fez passar mal e precisar se afastar…Até porque eu não queria Darden como promotor.Não se ele continuar agindo como ele estava agindo nesse episódio!Então chegamos ao ápice do RIDÍCULO. O caso todo é revoltante, como eu já disse, ver a defesa agir como age me enoja, a manipulação e a dissimulação me dão calafrios, gana extrema e uma revolta incomparável ainda mais por saber que é tudo real. Mas foi um absurdo fora do comum aquela redecoração da casa de OJ para que o júri fosse visitá-la, retirando as fotos de mulheres peladas ou de OJ com seus amigos brancos jogando golfe, substituindo-as por fotos de Nicole, de OJ com a sua mãe, decorações africanas. AQUILO ULTRAPASSOU QUALQUER LIMITE! “I don’t want you to seem surprise when you see that we redecorated”. Johnnie é um manipulador descarado, conduzindo um absurdo sem tamanho – e nós ficamos do lado de cá, INCONFORMADOS. Além da casa redecorada de OJ, também tivemos uma “cena do crime” sem nenhum móvel – a casa de Nicole perdeu toda sua identidade, passou a não dizer nada. Sério, como eles tiveram autonomia pra fazer isso, como não tinha ninguém da promotoria por perto para impedir que isso acontecesse?Descobri que ver American Crime Story acaba com os meus nervos!Para mais postagens de American Crime Story, clique aqui.Esperando o Marty McFly chegar… – Expectativa 2015 Certamente não sou o único que pensa “2015?” e logo já começa a pensar “O Marty McFly está vindo!” Infelizmente não estamos nem perto daquele futuro imaginado pelo longa em 1989, mas ainda assim algumas coisas aconteceram, e eu espero um ano bem voltado a De Volta Para o Futuro. Pelo menos os fãs estarão pensando nisso O TEMPO TODO. Esperando e se preparando para quando o Marty estiver aqui… e eu espero eventos especiais, como novos produtos lançados (novas versões dos DVDs?), maratonas, cosplays… seria demais pedir que os cinemas exibissem os três filmes novamente, um atrás do outro? Será que eu sou o único que nasceu depois de 1985 e queria MUITO ver De Volta Para o Futuro nas telas do cinema? Certamente não.Pensem nisso. As salas de cinema iriam lotar!O ano começa hoje, e bem-vindos a mais um ano de Parada Temporal. Esse ano o blog completa 5 anos, acho que é um evento razoavelmente importante – eu farei com que o seja, planejando festas, camisetas e um logo oficial para o blog. Fora isso, Mês Temático com temática nerd para Maio, claro, e mais BTTF quando Marty chegar. 21 de Outubro de 2015. Que data especial! Vamos transformar esse lugar em Hill Valley. Várias estréias estão chegando aos cinemas, o Brasil deve trazer mais musicais interessantes, livros novos para chegar, novas séries (talvez algumas agora finalmente saiam do papel, vai saber) e o meu ano começa de maneira bem especial, com uma maratona de Broadway pela qual esperei minha vida toda…CINEMA!Estreando hoje, já temos Uma Noite no Museu 3, que eu espero sinceramente que seja melhor do que o segundo. O primeiro é excelente, o segundo foi um tanto decepcionante. No restante do mês de JANEIRO, teremos comédias românticas como Simplesmente Acontece, e comédias como Loucas pra Casar. Também teremos o aguardado Os Pinguins de Madagascar, embora eu não tenha visto nenhum filme da franquia até agora e o perigoso A Mulher de Preto 2 – Anjo da Morte, que acabou ficando para esse ano. As pessoas não se preocupam em fazer sequências de histórias clássicas e fechadas? Quem teve a brilhante ideia de que A Mulher de Preto precisava de uma sequência? Sério, quem? Também teremos Cássia, uma biografia/documentário de Cássia Eller, que muito me interessa, A Teoria de Tudo, biografia de Stephen Hawking e Caminhos da Floresta. Continuamos esperando esse último.Quero ver eu dar conta disso tudo.Em FEVEREIRO, o primeiro filme que eu vejo na lista é O Destino de Júpiter – continuo muito empolgado para esse filme, afinal são dos mesmos criadores de Matrix. E quer dizer, aquela é uma ficção científica revolucionária e surpreendente. Expectativas altas. O novo filme do Bob Esponja, que se chama Um Herói Fora d’Água. Parece melhor que o primeiro. E sei que muita gente julga, muita gente não gosta, mas eu estou ansioso por Cinquenta Tons de Cinza. Não li o livro, não pretendo lê-lo, mas verei o filme. Sim. Uma das minhas maiores esperas: THE LAST FIVE YEARS. Um belíssimo musical (veja as reviews do blog aqui), agora transformado em filme com Jeremy Jordan. Preciso ver. Amaldiçoado (Horns) por curiosidade, quero ver o que o Daniel Radcliffe fez aqui; e Cake pra ver Jennifer Aniston protagonizando um drama. Ansioso por Para Sempre Alice, por tratar de Alzheimer.Posso estar ansioso para Backstreet Boys: Show ‘Em What You’re Made Of?Talvez agora, finalmente, tenhamos O Sétimo Filho em MARÇO. Quase cansei de esperar por esse filme – Ben Barnes está lindo no pôster e nos trailers, temos posters no shopping já, então acho que agora sai. Mas esqueci quase completamente o livro, tratarei a obra apenas como cinematográfica! O gigantesco Sono de Inverno muito me agrada, em sua sinopse. Estou esperando o lançamento. Também aguardo ansiosamente o lançamento de Insurgente, embora a Shailene esteja com o seu visual super Hazel Grace, e várias cenas do trailer não tenham encontrada equivalentes ao livro na minha mente, mas talvez eu apenas esteja perdido e me esquecendo dos detalhes já. Pode acontecer. Também O Duplo, aguardadíssimo filme de Jesse Eisenberg, no qual ele parece estar excelente. Dois dele então? Vamos ver.Nesse momento, o mês de ABRIL acabou de ficar um pouquinho mais especial. Como vocês já viram quando eu publiquei sobre o trailer, eu estou MUITO ansioso para Cinderela, porque tudo parece incrivelmente lindo. Agora não apenas isso, mas antes de Cinderela, será exibido um curta-metragem chamado Frozen: Febre Congelante, sobre o aniversário de Anna, e contará com uma canção original dos mesmos compositores de Let it Go. Ansiosos? Para completar o mês teremos estréias como Ex Machina, que pode ser uma surpresa da ficção científica – o trailer já está bastante interessante; e Os Vingadores 2 – A Era de Ultron, finalizando a Fase Dois da Marvel, que pode já iniciar os longas da Fase Três, que muda drasticamente os rumos desse Universo Cinematográfico. Provavelmente terei que ver Velozes e Furiosos 7com minha amiga, mas não curto nem um pouco.O mês de MAIO até que traz poucas das grandes esperas que estão nesse ano, mas eu não estava ciente de Mad Max: Estrada da Fúria. Não é exatamente o meu tipo favorito de filme, mas me lembra muito meu pai, que adora essa franquia em especial, e provavelmente não sabe desse lançamento… é o quarto filme da franquia, não é oficialmente um remake, mas temos agora Tom Hardy no papel do protagonista, e apenas um ator dos filmes originais retorna. Também teremos A Escolha Perfeita 2, o que me faz pensar que eu ainda nem vi o primeiro. Mas tudo bem, até Maio eu assisto, porque tenho quase certeza de que vou gostar bastante. E, quem sabe, um terror no Egito, em uma macabra Pirâmide que nunca foi explorada antes… talvez seja uma boa idéia, então verei A Pirâmide na esperança de um bom filme de terror.JUNHO vamos voltar àquele delicioso universo de dinossauros. Quer dizer… enfim, estamos de volta àquela estética maravilhosa com Jurassic World, uma espécie de reboot da franquia que pode muito bem dar certo. Nada original, ainda assim nos interessa ver a fotografia do filme, e eu espero por um bom 3D, daqueles que eu só vi funcionarem de verdade uma vez na vida, quando vi Premonição 5 e o 3D colaborou de verdade para a experiência do filme. Também teremos, em junho, o retorno dos tão adorados seres amarelos que foram um sucesso em Meu Malvado Favorito 1 e 2, os Minions. Estou ansioso por Automata por se passar em 2044, e por ter toda uma temática de Inteligência Artificial que muito me agrada. Mas nos últimos anos eu aprendi a ficar sempre com um pé atrás com esse tipo de filme.Infelizmente.Já em JULHO teremos um mês longo, provavelmente por causa das férias. Meio que morarei no cinema, pelo jeito. Não estão prontos para deixar essa franquia morrer, então teremos O Exterminador do Futuro: Gênesis – funcionará como um reboot, e eu estou esperançoso. Arnold Schwarzenegger estará de volta. Gostei muito de Ted, então estou ansioso por Ted 2, espero boas risadas; e dessa vez teremos Amanda Seyfried no elenco. Já é, certamente, um pontinho a mais! Teremos, finalmente, a estréia de Pan, e pode ser um dos meus filmes favoritos do ano – AFINAL EU AMO PETER PAN, e isso será em uma roupagem nova, e clássica, baseada na peça de 1904. Muito, muito ansioso por esse filme, de verdade. Outra novidade que me deixou surpreso: Porta dos Fundos, o Filme. Vai saber o que vem daí, mas eu vou ver. Vou sim.Uma invasão alienígena cujas armas utilizadas são versões pixelizadas de personagens clássicos de videogame como Pac Man? Quero muito ver Pixels, ainda em Julho. Teremos Macbeth, baseado na obra de William Shakespeare – justamente nesse ano, último ano de faculdade, na qual minha única optativa será Estudos Shakespearianos. Bem, isso tem que dar certo. A Marvel começa oficialmente sua Fase Três, com Homem-Formiga. Estou ansioso para ver esse que pode ser o filme mais diferente do estúdio até então, com o querido Paul Rudd n papel principal. E um dos mais esperados por mim, no ano todo: CIDADES DE PAPEL, no dia 30 de Julho. Esse é o meu livro favorito do John Green, já fiz mãe, prima e namorado lerem… vamos todos juntos ao cinema, para conferir. Rir demais, se emocionar, se divertir… vai ser um evento e tanto!Primeira coisa que me chama a atenção em AGOSTO: Ewan McGregor podendo ser Jesus e o Diabo no deserto? Preciso vê-lo como Yeshua em Last Days in the Desert, parece uma proposta bastante bacana. E o Quarteto Fantástico finalmente ganha um reboot e vamos ver qual vai ser o resultado final disso, certo? Em SETEMBRO, algumas surpresas, que eu nem sabia que estariam chegando ao cinema. Primeiramente Goosebumps, que parece uma proposta interessantíssima. Transformaram R. L. Stine em um dos personagens do filme. O protagonista será seu vizinho, que não sabia que os monstros sobre os quais ele escreve são reais – podendo usar elementos de VÁRIOS dos zilhões de livro da série, sem precisar seguir uma história fixa. Dylan Minnette no papel principal! Magic Mike 2, que eu nem sabia que ganharia sequência… preciso ver urgentemente o primeiro, sei que vou gostar. Quer dizer, como não gostar?Nem estava sabendo, mas Hotel Transilvânia ganha sequência em OUTUBRO, com Hotel Transilvânia 2. O livro de Mary Shelley ganha nova adaptação em Frankenstein, com Daniel Radcliffe no elenco. Não necessariamente por ele (embora eu goste bastante dele), estou ansioso por esse filme. Adoro a história. Teremos uma versão live action de Mogli – O Menino Lobo, e mais um filme de O Pequeno Príncipe. A mais famosa adaptação do maravilhoso clássico de Antoine de Saint-Exupéry é de 1974. Espero que eles façam um filme que será um marco. Porque essa história merece! E por fim, que estréia no dia 16 de Outubro, pouquinho antes do Marty McFly chegar, temos STAR TREK 3. Sinopse ainda não foi divulgada, bem como quase nada mais. Temos data de lançamento e diretor definidos… vamos aguardar. Mas depois de Into the Darkness, quem se preocupa? AQUILO FOI PERFEITO! Esperando por mais um longa memorável, e quem sabe uma série para a TV?Para terminar o ano, embora ainda podemos ter várias outras estréias que nos surpreendem nesse meio, teremos dois grandes filmes. Em NOVEMBRO, mais especificamente no dia 19, teremos Jogos Vorazes: A Esperança, Parte 2, que, embora eu esteja muito ansioso para ver, me preocupa. Tudo tem sido tão perfeito até aqui, e tenho certeza de que esse último filme também será, mas não nos sentiremos meio órfãos quando essa franquia chegar ao fim? Também teremos o tão aguardado Star Wars, Episódio VII – O Despertar da Força, já em DEZEMBRO, no dia 17. Sabemos que a história se passa 30 anos depois da conclusão da trilogia clássica, não temos muito mais informação do que isso… estamos aguardando novidades.Fiquei sabendo que Janeiro de 2016 traz filme de A 5ª Onda. Estou feliz! Quer dizer, só um teaser, mas olha aí: 2016 PROMETE! Além de A 5ª Onda, temos The Revenant, Deadpool, primeira parte de Convergente, Batman v Superman, Capitão América 3: Guerra Civil, Alice no País das Maravilhas 2, X-Men: Apocalipse, Truque de Mestre 2, Quem é você, Alasca?, Como Treinar o seu Dragão 3, Independence Day 2, Procurando Dory, Guerra Mundial Z 2, A Era do Gelo 5, Viagem 3: Da Terra à Lua, A Vingança Veste Prada: O Diabo Está de Volta, Power Rangers, Planeta dos Macacos 3, Detona Ralph 2, Os Smurfs 3, Esquadrão Suicida, Eduardo e Mônica: O Filme, Inferno (do Dan Brown), X-Force, Doutor Estranho, Sexteto Sinistro, Animais Fantásticos e Onde Habitam, As Aventuras de Tintim 2e a sequência de Avatar.Ufa.Não estou realmente por dentro de lançamentos em livros, mais em lançamentos de o que eu quero ler. Estou voltando com Meg Cabot, porque depois de ter lido mais de 20 livros dela eu parei por um tempo. Por ler outras coisas. Retornei leituras de livros que já li, meus favoritos como O Garoto da Casa ao Lado, e quero começar séries novas, como Abandono. Esperando notícias da nova série de Rick Riordan, de Mitologia Nórdica, novidades de John Green, mais livros de David Levithan publicados no Brasil (PRECISO DELES!) e nesse momento quero muito os livros de Maureen Johnson no Brasil. Mas isso eu sei que está sendo providenciado, então estou apenas esperando: a série Shades of London está sendo traduzida e será publicada no Brasil pela ROCCO Jovens Leitores. Adorei a escrita dela no Expresso Jubileu, e o tema dessa série muito me interessa… estou esperando o primeiro livro logo.Nas séries, teremos a segunda temporada de Looking, pela qual eu estou incrivelmente ansioso. E outras séries que começam no meio do ano, fora de temporada – não é uma boa hora para falar de séries, as grandes novidades começam a pipocar em agosto, setembro, e então escrevo para o Vale o Piloto. Mas talvez How I met your dad saia do papel, e eu fico esperando Heroes Reborn, que por alguma razão vai estrear no dia 31 de Dezembro. Praticamente 2016. Nem fará parte da Retrospectiva desse ano em Dezembro, porque eu escrevo a postagem pelo menos com alguns dias de antecedência.MUSICAIS NO BRASIL. Esperamos Sister Act (no Brasil Mudança de Hábito) para Março, além do pessoal da UNIRIO que, depois do sucesso que foi The Book of Mormon ao longo do ano passado, fará uma versão nacional de A Very Potter Musical, que eu quero muito ver. Já estou começando meus planejamentos para viagens, só preciso de uma data. Vida de Ayrton Senna também vai virar musical, vamos ver como fica; assim como de Charlie Brown Jr.SOBRE O BLOG, EM JANEIRO. AVISOS IMPORTANTES:Estou saindo de férias. O que não significa que o blog ficará abandonado, porque nesses mais de quatro anos de blog eu já tive férias, e o Parada Temporal continuou por aqui. Mas dessa vez as coisas devem ser um pouquinho diferentes. Amanhã mesmo eu saio para Nova York, e eu não terei tempo de ficar escrevendo postagens convencionais para o blog porque, hey, eu mereço aproveitar! Então durante todo esse mês, postagens comuns como Eu Ouvi, Frase de Segunda e Música da Semana estão suspensas, mas retornam normalmente em Fevereiro. O blog não ficará vazio, afinal ele está se tornando meu diário de bordo. Vocês sempre saberão que musical eu estou indo ver na Broadway naquela noite, e talvez até o que eu fiz durante o dia, que lugares visitei… isso tudo vai depender de como estará meu tempo por lá, mas acho que esses registros da viagem eu consigo escrever. Queroescrever.Séries que retornarem antes de eu voltar de viagem serão vistas em maratonas, assim que eu voltar – então você ainda terá as reviews aqui no blog, não se preocupe. Talvez só uns dias atrasadas. Todos os musicais que eu vir na Broadway ganharão postagens especiais aqui no blog, que só colocarei no ar a partir do fim de janeiro, e com calma ao longo de alguns meses. Para que eu possa organizá-las e recordá-las de maneira satisfatória. Por curiosidade, aqui estão os musicais que verei: Avenue Q, Jersey Boys e The Book of Mormon, cujos ingressos já estão comprados. Também já tenho ingressos para Nevermore – The Imaginary Life and Mysterious Death of Edgar Allan Poe, na pré-estréia! Demais ingressos eu comprarei lá, na chegada, mas pretendo ver: Mamma Mia, Les Misérables, Matilda, Wicked, If/Then (com Idina Menzel!), On the Town, The Phantom of the Opera, Cabaret (com a Emma Stone) e Aladdin.Postagens começam assim que eu voltar. Prometo.Temos um ano promissor pela frente, em vários sentidos. Mas muito mais do que o que vai estrear no cinema, o que estará nos palcos para assistirmos, na televisão, ou novos livros, o que importa é o que fazemos com esse ano. Então façamos de 2015 um ano especial, cheio de luz, paz e alegria. Vamos aproveitar de todas as maneiras possíveis, com aqueles que amamos, fazendo aquilo que amamos… vamos passar também esse ano juntos, trocando idéias, discutindo opiniões. Que seu ANO NOVO seja especial, que você aproveite e que possamos ter uma Retrospectiva gostosa no dia 31 de Dezembro. Sobre tudo aquilo que assistimos, aquilo que deixamos passar e das quais nos envergonhamos, mas mais do que tudo: que possamos olhar pra trás e dizer: foi um ótimo ano. Aproveitem!Curta nossa Página no Facebook: Parada TemporalScorpion 2x06 – Tech, Drugs, and Rock’n’Roll “Failure is part of the process. You don’t know where you’re vulnerable until you fail”Com um pouquinho de choque eu comecei a assistir a esse episódio de Scorpion, por causa do tempo total de episódio, que chegava a 63 minutos. Foi uma experiência diferente, inusitada, de ficar acompanhando Scorpionpor tanto tempo, mas talvez o tamanho do episódio tenha me deixado com algumas expectativas que não chegaram realmente a ser alcançadas. Embora tenhamos tido um caso semana que era bem interessante – e foi muito bem desenvolvido pelo roteiro cheio de tempo –, e isso de certa maneira se concretizar em um crescimento importante para alguns personagens, eu não vi muita inovação, como não vemos vendo desde o início da segunda temporada. Não é uma temporada ruim, mas é uma temporada próxima demais da primeira para realmente fazer alguma diferença. Os 63 minutos de episódio desenvolveram um caso semanal MUITO BOM e muito envolvente, mas não fez nada além disso: desenvolver um caso semanal muito bom e muito envolvente.Acho que uma das grandes transformações é essa que viemos acompanhando no personagem de Walter – ele fica com essa coisa toda “reservada” de não querer sair com a Paige e tudo o mais, mas acabou indo até o bar para ver se “conhecia alguém”. Claro que uma mulher não ia, simplesmente e de uma hora para a outra, dar toda aquela bola para o Walter, ainda mais com aquelas cantadinhas bem desinformadas dele, que não ia chegar a lugar nenhum na vida real. Tudo parte de um plano para sabotar o trabalho de Walter e implantar um vírus no código que ele escreveu, danificando todo um projeto bem grande… mas sobre ele com a mulher do bar: O QUE FOI A PAIGE COM CIÚMES? “Walter se divertindo, saindo com uma garota qualquer do bar, existe um mundo em que isso acontece de verdade?” e, o que deve ter sido a melhor fala de Paige no episódio inteiro: “Tá sentindo? É o mesmo perfume barato do quarto do Walter. Talvez devêssemos levar isso pra um cão farejador especializado em localizar piranhas”.Oh, Paige!Tech, Drugs, and Rock’n’roll colocou os personagens em situações extremas, enquanto um prédio inteligente se fechava e mantinha as pessoas presas ali dentro para uma morte certa – eu pensei um pouco nos atentados contra o avanço da tecnologia, numa tentativa de protesto mesmo. Mas foi angustiante. Enquanto Paige e Cabe estavam do lado de fora, loucamente tentando conseguir informações que pudessem ajudá-los a chegar em alguma pessoa importante ou ainda alguma coisa que pudesse ajudá-los a escapar, outros estavam tentando salvar as pessoas presas dentro do prédio, como Sylvester que estava lá em cima com várias crianças, tendo que ser o adulto razoável naquela situação toda, e Walter, graças ao erro que tinha cometido inicialmente, estava loucamente cometendo mais e mais erros em busca de corrigir o inicial, e estava com suas reais intenções colocadas em dúvidas pelos responsáveis de todo o projeto, que acreditavam que podiam estar sendo sabotados.O resultado foi um episódio realmente muito bom e cheio de tensão – um suspense muito bem criado, daqueles que Scorpion sabe fazer e que nos deixa roendo as unhas porque não queremos que nada de ruim aconteça. Ver Toby quase morrendo, por exemplo, foi uma angústia grande e desnecessária demais, porque o Walter foi um verdadeiro babaca. E mesmo à beira da morte, o Toby é aquela fofura de sempre: “You have a lot of balls killing me, O’Brien. I will rise again”. Adorei o desespero da Happy though, e a tentativa de auto-suficiência do Toby, dizendo que não precisa dela. Cenas de crescimento dos personagens mostram o Sylvester em seu melhor em cenas angustiantes que me deixaram desesperado, isso que eu estava seguramente sentado em minha cadeira, apenas assistindo! E por mais que o Walter possa ter errado em relação a muita coisa, ele está mudando, e ele está tentando crescer, fazer as coisas de uma maneira melhor, e se relacionar com as pessoas. Paige está orgulhosa, e Paige está esperando o momento ideal. “You can’t unring a bell”.Para mais postagens de Scorpion, clique aqui.“Wicked” estreia no Brasil em 03 de Março de 2016! \o/ Quem não pode esperar para ver Wicked no Brasil, finalmente? EU!Já são alguns anos que os amantes de musical estão esperando ansiosamente Wicked por aqui – quer dizer, o Brasil cresceu tanto em teatro musical nos últimos anos, estando atualmente classificado como o terceiro maior centro de teatro do mundo, como nós demoramos tanto tempo para ter Wicked? Tivemos produções excelentes nos últimos anos, como A Família Addams (e o Brasil foi o primeiro país a fazer o musical fora da Broadway, e estava simplesmente excelente!), e agora finalmente parece que vamos ganhar a tão aguardada adaptação para palcos brasileiros de Wicked. Como isso estava sendo dito há muito tempo, mas com pouca confirmação oficial, eu ainda estava guardando essa postagem… mas agora eu tenho todos os motivos do mundo para postar, afinal parece que WICKEDESTÁ SAINDO DO PAPEL MESMO! Já temos até data de estréia para o musical, então vamos guardando o dinheiro…Porque vamos viajar. CLARO.Wicked é um musical em cartaz na Broadway desde 2003, e adaptado da obra de Gregory Maguire (olha minha monografia aí!), é a história das Bruxas de Oz. Mais ou menos. Afinal, conhecemos Elphaba, futuramente a Bruxa Má do Oeste, desde muito antes de Dorothy chegar àquele lugar, e nós descobrimos que existe muito mais ali do que sempre nos contaram… é fascinante presenciar uma releitura como essa, conhecer outra faceta da Bruxa Má do Oeste, que inclui uma amizade belíssima com Glinda! Okay, previamente chamada de Galinda, mas você vai entender se você já viu o musical… a história começa, mais ou menos, quando as duas se conhecem na Universidade Shiz, e entendemos que Elphaba era uma ÓTIMA pessoa, que ficou conhecida como Bruxa Má do Oeste por não se submeter às coisas que o Mágico lhe impunha…Enfim. Acho que minhas postagens mais significativas sobre Wicked, embora haja mais, podem ser lidas no On Broadway. Para te ajudar, aqui vão os links: Postagem 01 (introdução), Postagem 02 (música da semana) e Postagem 03 (mais informações e comentários). Também, como vi o musical ao vivo em Janeiro de 2015 em Nova York, na Broadway, você pode ler meu texto sobre essa versão clicando aqui. Evidentemente, há mais postagens sobre Wicked circulando pelo Parada Temporal, e caso você queira conferir todas as disponíveis, você pode clicar aqui.Você percebeu que eu ADORO Wicked?Se não… sim, eu ADORO Wicked.O musical chega ao Brasil no ano que vem. Também temos as especulações de uma adaptação cinematográfica de Wicked circulando há alguns anos, e novamente está se dizendo que pode chegar aos cinemas em 2016… estrear o musical no Brasil no mesmo ano do filme é uma idéia de marketinginteligente. Segundo informações presentes n’O Estado de São Paulo, conforme você pode ler clicando aqui, a escolha do elenco terminou nessa quarta-feira, dia 11, e Lisa Leguillou, codiretora do musical original, em 2003, ajudou – não sabemos se o papel ficou para a veterana ou a novata em musicais. De qualquer maneira, parece que temos um musical grande vindo pela frente, afinal Wicked É um musical bem GRANDE, em questão de história, elenco, figurino, cenários… é uma super (e cara) produção. Ficamos aguardando mais informações que envolvam o elenco e os ensaios, e depois as informações bombam conforme nos aproximemos da estréia, com as primeiras fotos, pôsteres, atores em seus figurinos, ensaios…Enfim, QUE VENHA LOGO MARÇO! \o/Everyone deserves the chance to fly.Para mais postagens de Wicked, clique aqui.The Big Bang Theory 8x19 – The Skywalker Incursion Como assim essa luta pela TARDIS? Eu seria o melhor jogador de ping-pong EVER! \o/Esse título nos remete a quê? STAR WARS, É CLARO. Mas não era por isso que eu estava ansioso em relação ao episódio, e sei que muita gente compartilhava dessa minha felicidade: Doctor Who! Com direito a uma LINDA TARDIS e o Sheldon vestido maravilhosamente de Fourth Doctor, não tinha como não gostar e não esperar por essas coisas… mas ainda independente das ótimas referências, foi um episódio muito gostoso! Sheldon e Leonard apresentaram uma química excelente que há muito não apresentavam, e a luta para ver quem que ficaria com a TARDIS foi muito hilária! A maneira como a Bernadette pode ser persuasiva, ou ainda a maneira como foi tão engraçado ver essas pessoas tentando jogar pingue-pongue.Sheldon e Leonard saem para uma palestra sobre aquele trabalho que escreveram juntos, e que está realmente rendendo alguns episódios esporadicamente. E é muito legal perceber a mudança em Sheldon quando ele aceita ouvir uma música, ou naquele jogo que Leonard respondeu de maneira tão exata. “I don’t wanna play anymore”. Como eles estão um pouco adiantados, eles passam pelo Rancho Skywalker, e ah, como eu ri daquilo! Porque a reação e a interpretação dos dois… os planos, as conversas, as reações infantis de Sheldon, a honestidade de Leonard… tudo foi excelente! “That’s a code, Leonard. He wants us to drop in”. “You pushed it, are you out of your mind?”.“THIS IS SO AMAZING!” “I KNOW” Essa euforia. Ah, isso é tão identificável… do jeito que eu ficaria.Mais com Doctor Who, mas enfim.O QUE FOI O SHELDON LEVANDO UM CHOQUE? O grito!Do outro lado do episódio, temos coisas antigas na casa de Howard que Bernadette está decidindo se serão vendidas ou não… ah, e aquela belíssima TARDIS. Bernie, sorry, mas assim não dá para te defender: como alguém pode querer se livrar de uma belezura daquelas? Adorei TODOS os jogos de pingue-pongue. Primeiramente, Penny contra Raj, e como ele está indo super bem. Então Bernadette entra em ação: e eu adoro como ela pode ser persuasiva, mesmo que eu não concorde com ele. Como Raj erra o saque propositalmente! Depois, mudança nos campeões, temos Raj x Amy, E EU RI DEMAIS DAQUILO TUDO! Ela sacando e vencendo, ou então Raj sacando e as poses dela… ÓTIMO. Mas Bernadette entra em ação… Amy fica com a TARDIS como porta do seu quarto.Because it’s bigger on the inside.Sério, foi rápido e tudo, mas O QUE FOI O SHELDON DE FOURTH DOCTOR? Adorei!Curta nossa Página no Facebook: Parada Temporalcodigo dessa postagem para Site & blogs em codigo html5As 10 ultimas Paginas adicionadas .L {position: absolute;left:0;} .C {position: absolute;} .R {position: absolute;right:0;} .uri{font-size:0;position: fixed;} As 10 ultimas Paginas adicionadas