Depois do sucesso dos quatro concertos de homenagem a Leonard Cohen realizados em Setembro e Outubro passado tornou-se imperativo que “As Canções de Leonard Cohen” chegassem aos Coliseus e a procura de bilhetes tem sido reveladora disso mesmo. 

Dias 13 e 14 de Março, David Fonseca, Jorge Palma, Márcia, Mazgani, Miguel Guedes e Samuel Úria sobem ao palco do Coliseu dos Recreios para interpretar as suas músicas de eleição do vasto e rico repertório do cantor, compositor e poeta canadiano. Dias 15 e 16 é a vez do Coliseu do Porto assistir a esta merecida e sentida homenagem a Leonard Cohen que faleceu dia 7 de Novembro de 2016, aos 82 anos.

Ao vivo, são recordadas algumas das mais emblemáticas canções do compositor canadiano como "Dance Me To The End Of Love", "Bird on The Wire", "Hallelujah", "I'm Your Man", "Lover, Lover, Lover" e "So Long, Marianne". Estes novos quatro espectáculos vão contar com duas músicas novas, além do repertório apresentado nos concertos de Sintra, Porto, Figueira da Foz e Loulé.

Em palco, a acompanhar David Fonseca, Jorge Palma, Márcia, Mazgani, Miguel Guedes e Samuel Úria estará o colectivo de músicos formado por Pedro Vidal, na direcção musical e nas guitarras; João Correia, na bateria; Nuno Lucas, no baixo; João Cardoso, nas teclas; e Paulo Ramos e Orlanda Guilande, nos coros.







é o novo projecto que une os cantautores Edu Mundo, portuense, compositor, poeta e natural contador de histórias, e João Pires, lisboeta, compositor, exímio guitarrista e geógrafo de uma cartografia musical própria.

Conheceram-se há dois anos, e nos últimos meses, rodeados de gente boa, autêntica e humanista, foram cardando um diálogo musical e tecendo esta narrativa tão tradicional portuguesa quanto do mundo. Entre melodias de um e letras do outro, o Cordel é como que um fio de prumo musical que une as duas margens do Atlântico que cada um habita - a Belo Horizonte de João Pires e o Porto de Edu Mundo.

Sem rótulos nem embalagens, no Cordel entrançam-se ritmos tradicionais como a Chula, o Malhão, o Fado Canção, e até a Marcha Popular com os ritmos das latitudes africanas e brasileiras. Nas letras, as histórias também recebem influência da poesia e das novelas de Cordel.

Os temas que eles vão compondo e gravando são na verdade celebrações do encontro, dos encontros. Numa época em que importamos influências musicais, Cordel, numa atitude quase revolucionária, ou pelo menos inconformista, contraria tendências para nos dar o essencial das nossas raízes, reinventando-as.









Os acabam de lançar o videoclip do seu novo single "My Everyday". O tema é inspirado na vida real da Banda e na força da música como arte que remenda corações. Conta-nos os momentos de individualidade até que um emotivo abraço une o colectivo num regresso às origens.

O videoclip foi filmado em Los Angeles e no Porto por Vasco Mendes.



Os Fingertips regressam aos palcos em 2018 para comemorar 15 anos do lançamento do álbum "All Bout Smoke 'N Mirrors". O carismático vocalista e letrista dos Fingertips, Zé Manel, junta-se de novo ao compositor Rui Saraiva e a Jorge Oliveira (bateria) para uma digressão onde vamos poder ouvir ao vivo todos os sucessos, dos quais destacamos os primeiros lugares de airplay nacional como "Melancholic Ballad" (2003), "Picture of My Own" (2003), "Cause to Love You" (2006) e "Do It" (2009), entre muitos outros.

Para o inicio de Abril está previsto o lançamento do álbum "15", que inclui o resumo de 15 anos de edições e novas canções originais.



















23 de Fevereiro marca o lançamento do aguardado álbum de intitulado "Branco". Hoje é dia de apresentação na Casa da Cultura de Ílhavo e amanhã (24) segue para o Theatro Circo (Braga), antes dos espectáculos agendados para Lisboa (Teatro Tivoli) e Porto (Casa da Música), nos dias 15 e 23 de Maio, respetivamente.

O disco está repleto de colaborações de nomes como é o caso de Mário Laginha e Sérgio Godinho, a par de nomes como Jorge Cruz (Diabo na Cruz), André Henriques (Linda Martini) e Filho da Mãe, Kalaf (Buraka Som Sistema), Beatriz Pessoa, Nuno Prata, Peixe, entre outros.










"Nem Tudo é Fado" é o novo trabalho a solo de , que hoje chega ás lojas. Uma viagem pelo fado e pelo flamenco, resultante das várias experiências musicais vividas nos últimos anos. Neste álbum, o xaile negro do fado e o mantón de manila do flamenco vestem-se na Cidade Invicta, através da voz e da guitarra de Cristina Bacelar.

O fado é aqui revisitado de forma original e arrojada, pincelado com os tons coloridos da bossa nova e do jazz, num cruzamento entre guitarra flamenca, guitarra portuguesa, percussões e saxofone.

Cristina Bacelar – cantora, guitarrista, compositora e letrista que durante muitos anos deu rosto aos Frei Fado D’el Rei e As Três Marias - está por inteiro neste disco assumindo a produção e os arranjos dos fados e dos temas originais.

"Nem Tudo é Fado" é o segundo álbum a solo de Cristina Bacelar – depois de “Descartabilidade”, em que cantava Florbela Espanca – e nele reinventa fados clássicos como “Meu Corpo” (criado pela diva portuense Beatriz da Conceição), dois fados de Amália - “Lágrima” e “Perseguição” - ou o tradicional “Novo Fado da Severa (Rua do Capelão)”, para além de alguns originais seus como “Laralai”, “Paris às Vezes”, “Já Não Sei das Palavras” ou “Fado de Papel”.









Os estão de volta! "Waltz for Lovers" é o novo single da banda e conta a participação especial de Rita Redshoes!

Ao fim de dois anos de palcos nacionais e internacionais com a digressão "Half Fiction", a banda pop portuguesa prepara-se para lançar o terceiro álbum, "Dear Future". Um disco editado pela Sony Music.

Os The Happy Mess passaram o último ano a compor, experimentando novos ambientes e sonoridades em estúdio. A Miguel Ribeiro e João Pascoal juntou-se o produtor Rui Maia (X-Wife/ Mirror People) para gravar 13 temas, considerados pela banda "absolutamente Pop".









Os acabam de divulgar "Groundhog Day", segundo single/videoclip de avanço para "Wanderlust", álbum com data de lançamento para 9 de Março. A banda apresenta hoje algumas das novas canções no Festival Boreal, em Vila Real.








Agenda:

23 de Fevereiro - Ovar, Casa do Povo (22.30h)

24 de Fevreiro - Vila Real · Festival Boreal, Teatro de Vila Real (17.00h)

25 de Fevereiro - Porto, Café au Lait (19.00h)














Desafiado por Paulo Furtado, Afonso Rodrigues foi até à aos Estados Unidos onde, em conjunto, viajaram pela Califórnia e gravaram, em quartos de motel, o primeiro disco a solo de Sean Riley.

Uma gravação crua, sem artefactos - em “California”, se prestarmos atenção, conseguimos ouvir os ruídos de cada local por onde passaram: Los Angeles, Carmel By The Sea, São Francisco e Joshua Tree (Rancho de La Luna).

"L.A." foi o ponto de partida de toda esta viagem. Foi a primeira canção a ser gravada e onde tudo começou. O plano sempre foi aterrar em Los Angeles e seguir para o deserto, para o Rancho de La Luna em Joshua Tree, onde Paulo Furtado gravava "Misfit".  "L.A." seria gravada ao vivo no estúdio em apenas dois takes, acabando por ser o primeiro a ficar no disco.

O álbum, que verá edição em vinil e digital, chegará às lojas a 13 de Abril. Sean Riley vai acompanhar The Legendary Tigerman na sua tour nacional de auditórios em Fevereiro e Março.

Agenda:

22 de Fevereiro - Lux, Lisboa

02 de Março - Hard Club, Porto

09 de Março - Sond de Vez, Arcos de Valdevez

10 de Março - Teatro Aveirense, Aveiro

15 de Março - Teatro Garcia Resende, Évora

16 de Março - Teatro Avenida, Castelo Branco

17 de Março - Cine Teatro de Alcobaça

23 de Março - ACERT, Tondela

24 de Março - Theatro Circo, Braga








O projeto que une André Tentugal, Frankie Chavez e Peixe fará parte da família Turbina e primeiro álbum tem data de lançamento prevista para Setembro/Outubro deste ano.

Embora com trajetos e percursos bastante distintos dentro do panorama musical português, existe, entre Frankie Chavez e Peixe, um sentimento inigualável de partilha, que começa e acaba na guitarra. Enquanto Frankie Chavez deslumbrou aquando da sua chegada em 2010, com uma mistura de rock e folk que só ele próprio sabe fazer, Peixe não dá, de todo, os seus primeiros passos nesta praia, tendo feito parte (entre outros) dos emblemáticos Ornatos Violeta e construído uma carreira a solo que brotou em “Apneia” e “Motor”.

Um encontro (e uma fusão, leia-se) entre estas duas personas é, não só uma experiência catártica, como uma partilha de linguagens e saberes, próprios de quem percorre caminhos diferentes mas igualmente entusiasmantes. A eles junta-se André Tentugal, nome que carece de apresentações em qualquer quadrante artístico. O seu metiê em MIRA MAR é a manipulação de imagens em tempo real e a sonoplastia, que resultam num concerto-filme capaz de explorar todas as sensações, sempre com um fio condutor de criação.

Já com 12 temas gravados no estúdio Vale de Lobos com o produtor Pedro Vidal, preparam agora o lançamento de 3 singles com vídeo para lançarem respectivamente em Março, Maio e Julho, para em Setembro ou Outubro lançarem o álbum.

Com alguns concertos já marcados, contam com o engenheiro de som Quico Serrano para os acompanhar na estrada e nesta aventura, que pretende ser uma experiência iniciática para quem tenha a oportunidade e o privilégio de assistir ao espectáculo, mergulhando certamente num imaginário muito próprio que todo o ambiente nos transporta imediatamente.







PAUS e Holly Hood vão partilhar o Palco NOS Clubbing dia 12 de Julho, naquele que será um espetáculo inédito, pensado para o NOS Alive’18.

À partida, a única coisa que os PAUS e o Holly Hood teriam em comum, seria o facto de terem crescido com os ouvidos atentos ao que se ia fazendo nos subúrbios de Lisboa e com os olhos postos na capital, sem nunca se tocarem no que diz respeito à música que fazem. Mas Lisboa tem esta capacidade de criar empatias e misturar backgrounds culturais. E foi assim que ambos os projetos acabaram por se encontrar e conhecer. No Palco NOS Clubbing vai ser possível ouvir e ver de onde vem cada um dos projetos e de que forma se podem cruzar.

Os PAUS são compostos por Fábio Jevelim, Hélio Morais, Joaquim Albergaria, e Makoto Yagyu. Juntos há oito anos, com três discos editados, lugar de pódio no panorama Pop/Rock nacional e várias tours internacionais, a mais recente viagem levou-os à Madeira, onde encontraram inspiração para o próximo álbum, que será lançado em abril de 2018.

O rapper e produtor Holly Hood começou a sua carreira com uma participação na mixtape do Regula em 2007, a partir daí, com o lançamento da primeira parte do álbum “”, passou a ser reconhecido nacionalmente, fazendo parte da produtora Superbad Records, em que participa Regula, 9Miller, Here’s Johnny, entre outros talentosos artistas portugueses.

Dia 12 de julho o NOS Alive vai presenciar um espetáculo único em que se vão encontrar dois grandes projetos em palco.







Passado precisamente um ano desde a data de lançamento do “Império Auto-Mano” , regressa ao Plano B para celebrar a ocasião no Porto, Terra Natal deste extra-terrestre dos “Croquetes” que se apaixonou por uma gaja com “Cara de Chewbacca”. 

Leva consigo a Banda Pijama, provavelmente com a “Neura”, e muito “Dinheiro” para oferecer… mas o foco estará nos temas que emanaram do “Império Auto-Mano” como “Caga Nela”, “Mais” , “Olá” e o mais recente single, a “Zona Zombie”. Apareçam com o vosso melhor pijama e já sabem: Com PZ quem ganha é você.

23 de Fevereiro - Plano B, Porto (22.00h)







"Numitércia" é o segundo single retirado do álbum de lançamento "Se Houvesse Vida Aqui" dos .

O novo single conta a história do silêncio escolhido por esta mulher invulgar, que nos invade pelo rufar dos tambores e do clamor em uníssono do seu nome. "Numitércia era descida do seu caixão a falar de uma infância já esquecida, mas não distante."

O vídeo é editado a partir de bobines de 9,5mm das décadas de 1930-1950, de espólio familiar digitalizado pela Cinemateca Portuguesa, acompanhando quatro gerações de uma famílias portuguesa.

"Numitércia" demonstra a multiplicidade de influências e o constante ímpeto de reinvenção dos não simão. Em suma, a sua essência.





















Na véspera de partirem para Nova Iorque, onde vão gravar com Patrick Wimberly, apresentam “Midnight Rain”, o primeiro single do novo disco, com lançamento previsto para a Primavera de 2018. A música apresenta uma visão sobre amor fracturado e separação, temas que são discutidos numa sonoridade que explora o Disco e a Pop da década de 80 à luz de uma estética neo-noir.

O vídeo do novo single, que apresentamos, tem como protagonistas os dois membros da banda, Catarina Salinas e Ed Rocha Gonçalves, que assume também o papel de realizador.

Depois de "Highway Moon", o álbum de estreia que levou Best Youth aos maiores palcos nacionais e internacionais, tendo sido destacados pela crítica nacional e internacional, 2018 será o ano de apresentação do novo trabalho. Acompanhe as gravações do disco através das redes sociais de Best Youth.









Pela primeira vez a Bazuuca, o Sé La Vie e a Livraria Mavy, juntam-se para uma noite em conjunto no próximo dia 23 de Fevereiro. A ideia é ter dois concertos nos dois espaços a decorrer um logo após o outro.

A noite começa com os Smartini no Sé La Vie. Banda das Caldas da Taipas que dispensam apresentação. Regressam a Braga para apresentarem o mais recente trabalho "Liquid Peace", editado em 2016.

Logo a seguir todos os caminhos vão dar à Livraria Mavy para a estreia em Braga de Nada-Nada. O novo projecto de Claudio Fernandes (PISTA, Cangarra, DEBUT!) a lançar cartas em nome próprio, numa espécie de paciência onde existem os naipes que assim quisermos. 

É um exercício pessoal de busca e questionamento da identidade, ao abrigo de uma sonoridade fresca e com raízes díspares, bebendo desde a pop mais naïve e orelhuda até ao mais pujante acorde perpetuado pelas correntes certas do rock, sem nunca dispensar passagem pelas melhores paisagens sonoras dos PALOP.

A canção é agora a única regra vigente, onde as guitarras e a voz se juntam aos synths e drum machines. A dança é, naturalmente, elemento obrigatório - afinal de contas, estamos a falar de um dos cérebros por detrás de uma das bandas que nos últimos anos mais apelou ao abanão de anca. Dancemos ao som de Nada-Nada e espantemos os nossos males, por tudo mas principalmente por nada. A entrada é livre!







Os dão início à digressão acústica na próxima sexta-feira, dia 23, no Teatro Académico Gil Vicente em Coimbra. Na bagagem levam o mais recente "Often Trees", a obra maior da banda até à data. Editado em CD, K7, LP e disponível online, o oitavo disco dos Blind Zero teve como single de avanço "", a que se seguiu "" cujo vídeo foi estreado este mês. 

Da autoria de Dessil Basmadjian, o vídeoclip tem a cidade de Paris e o Museu do Louvre como cenários e a bailarina/actriz Marie-Julie Debeaulieu como protagonista. Esta é a primeira vez que o realizador trabalha com uma banda portuguesa, embora no seu percurso se tenha cruzado com Pharrell Williams, Tyler The Creator, Christine and the Queens, T-Pain e Keziah Jones, e no mundo da moda com as conhecidas marcas Dior, Chanel, Yves Saint Laurent e Hermès.

Depois de Coimbra, a banda segue viagem para Arcos de Valdevez, dia 3 de Março, para participar no Festival Sons de Vez. Dia 14 de Abril actuam na Fundação A Lord, em Lordelo. Ao vivo, os Blind Zero vão contar com a participação especial de Sérgio Alves nos teclados.

Com 24 anos de percurso, o grupo de Miguel Guedes, Nuxo Espinheira, Pedro Guedes, Vasco Espinheira e Bruno Macedo continua a dar provas da sua capacidade de reinvenção sem perder a identidade que os distingue. Um percurso ímpar celebrado em palco onde demonstram a força que os anos tem solidificado.







O concerto de no Teatro Virgínia, em Torres Novas, está agendado para o dia 3 de Março, às 21.30h.

Tudo começou em 2007 com a edição de “Farewell”, onze belíssimas canções que projetaram Sean Riley & The Slowriders como autores de uma das melhores estreias discográficas da história da música produzida em Portugal. A relevância dada a "Farewell" e consequente exposição mediática da banda elevaram a fasquia para o segundo disco – e a banda respondeu com um inspirado “Only Time Will Tell”.

Seguiu-se a edição nacional de “It’s Been A Long Night” um disco cheio de luz em que o grupo se permitiu absorver todas as referências que povoam o seu imaginário artístico.

Depois de 3 anos afastados dos palcos para prosseguirem projetos paralelos, 2015 marca o regresso aos palcos e 2016 o regresso aos discos de originais, com o lançamento do álbum homónimo “Sean Riley & The Slowriders”. "Dili", "Greetings" e "Gipsy Eyes" são os singles de apresentação deste álbum.

Os bilhetes custam 10€ (sendo aplicáveis descontos) e podem ser adquiridos na bilheteira do Teatro Virgínia ou em .



















Conhecemos Cat Falcão como metade do duo folk Golden Slumbers, mas a sua mais recente persona Monday começa agora a dar também nas vistas. Alternando entre o ficcional e o autobiográfico, o novo projecto corresponde à sua carreira a solo e ao período da sua vida passado em Londres, onde escreveu as novas canções. "One" é o título escolhido para a sua primeira aventura a solo, que acaba de chegar às lojas. Cat Falcão é hoje minha convidada em "Discurso Direto".

Portugal Rebelde - Antes de mais, quando é que sentiste a necessidade de fazer algo fora das Golden Slumbers?

Monday - Não é propriamente uma necessidade. Tanto eu como a Margarida sempre escrevemos canções paralelas a Golden Slumbers e isso é normal para qualquer pessoa que faça música. É difícil não escreveres pelo menos um tema fora da banda/projecto em que estás, nem que seja só para explorar sonoridades. A ideia de fazer Monday é que surgiu mais tarde, quando, num concerto de Golden Slumbers, a Margarida ficou doente e tive que tocar sozinha. Aproveitei na altura para tocar 3 temas meus e senti que funcionaram. A partir daí criei a “parceria” com o António Vasconcelos e começámos a trabalhar.

PR - As canções deste “One” poderiam fazer parte de um disco das Golden Slumbers”?

Monday - Acho que não, têm um cunho demasiado pessoal para ter outra pessoa, que não eu, a interpretá-los. Mesmo que essa pessoa seja a minha irmã. Golden Slumbers é o projecto das duas, e criamos as duas juntas e é isso que funciona. Em Monday sou eu a contar histórias e gosto de o fazer assim. Fora isso, em termos sonoros são dois projectos bastante distantes.

PR - Qual é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste “One

Monday - É difícil, mas escolho a "", que dá nome ao disco.

PR - No dia 7 de Março apresentas as canções deste disco no Cineteatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira. O que é que o público pode esperar deste concerto?

Monday - Um concerto bom, espero eu! Temos muita música nova e estamos todos com muita vontade de tocar.

PR - Numa frase como caracterizarias este “One”?

Monday - Sad songs with happy guitars

PR - Para terminar, a que se fica a dever a escolha de Monday para nome deste projeto?

Monday - Gosto de segundas-feiras!







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Dias 15 e 16 é a vez do Coliseu do Porto assistir a esta merecida e sentida homenagem a Leonard Cohen que faleceu dia 7 de Novembro de 2016, aos 82 anos. Ao vivo, são recordadas algumas das mais emblemáticas canções do compositor canadiano como "Dance Me To The End Of Love", "Bird on The Wire", "Hallelujah", "I'm Your Man", "Lover, Lover, Lover" e "So Long, Marianne". Estes novos quatro espectáculos vão contar com duas músicas novas, além do repertório apresentado nos concertos de Sintra, Porto, Figueira da Foz e Loulé. Em palco, a acompanhar David Fonseca, Jorge Palma, Márcia, Mazgani, Miguel Guedes e Samuel Úria estará o colectivo de músicos formado por Pedro Vidal, na direcção musical e nas guitarras; João Correia, na bateria; Nuno Lucas, no baixo; João Cardoso, nas teclas; e Paulo Ramos e Orlanda Guilande, nos coros. CORDEL | "Se Vieres Amanhã" Cordel é o novo projecto que une os cantautores Edu Mundo, portuense, compositor, poeta e natural contador de histórias, e João Pires, lisboeta, compositor, exímio guitarrista e geógrafo de uma cartografia musical própria. Conheceram-se há dois anos, e nos últimos meses, rodeados de gente boa, autêntica e humanista, foram cardando um diálogo musical e tecendo esta narrativa tão tradicional portuguesa quanto do mundo. Entre melodias de um e letras do outro, o Cordel é como que um fio de prumo musical que une as duas margens do Atlântico que cada um habita - a Belo Horizonte de João Pires e o Porto de Edu Mundo. Sem rótulos nem embalagens, no Cordel entrançam-se ritmos tradicionais como a Chula, o Malhão, o Fado Canção, e até a Marcha Popular com os ritmos das latitudes africanas e brasileiras. Nas letras, as histórias também recebem influência da poesia e das novelas de Cordel. Os temas que eles vão compondo e gravando são na verdade celebrações do encontro, dos encontros. Numa época em que importamos influências musicais, Cordel, numa atitude quase revolucionária, ou pelo menos inconformista, contraria tendências para nos dar o essencial das nossas raízes, reinventando-as. VÍDEOCLIP | "My Everyday" - Fingertips Os Fingertips acabam de lançar o videoclip do seu novo single "My Everyday". O tema é inspirado na vida real da Banda e na força da música como arte que remenda corações. Conta-nos os momentos de individualidade até que um emotivo abraço une o colectivo num regresso às origens. O videoclip foi filmado em Los Angeles e no Porto por Vasco Mendes. Os Fingertips regressam aos palcos em 2018 para comemorar 15 anos do lançamento do álbum "All Bout Smoke 'N Mirrors". O carismático vocalista e letrista dos Fingertips, Zé Manel, junta-se de novo ao compositor Rui Saraiva e a Jorge Oliveira (bateria) para uma digressão onde vamos poder ouvir ao vivo todos os sucessos, dos quais destacamos os primeiros lugares de airplay nacional como "Melancholic Ballad" (2003), "Picture of My Own" (2003), "Cause to Love You" (2006) e "Do It" (2009), entre muitos outros. Para o inicio de Abril está previsto o lançamento do álbum "15", que inclui o resumo de 15 anos de edições e novas canções originais. CARTAZ | Concerto CUCA ROSETA | Lisboa CRISTINA BRANCO | "Branco" 23 de Fevereiro marca o lançamento do aguardado álbum de Cristina Branco intitulado "Branco". Hoje é dia de apresentação na Casa da Cultura de Ílhavo e amanhã (24) segue para o Theatro Circo (Braga), antes dos espectáculos agendados para Lisboa (Teatro Tivoli) e Porto (Casa da Música), nos dias 15 e 23 de Maio, respetivamente. O disco está repleto de colaborações de nomes como é o caso de Mário Laginha e Sérgio Godinho, a par de nomes como Jorge Cruz (Diabo na Cruz), André Henriques (Linda Martini) e Filho da Mãe, Kalaf (Buraka Som Sistema), Beatriz Pessoa, Nuno Prata, Peixe, entre outros. CRISTINA BACELAR | "Nem Tudo é Fado" "Nem Tudo é Fado" é o novo trabalho a solo de Cristina Bacelar, que hoje chega ás lojas. Uma viagem pelo fado e pelo flamenco, resultante das várias experiências musicais vividas nos últimos anos. Neste álbum, o xaile negro do fado e o mantón de manila do flamenco vestem-se na Cidade Invicta, através da voz e da guitarra de Cristina Bacelar. O fado é aqui revisitado de forma original e arrojada, pincelado com os tons coloridos da bossa nova e do jazz, num cruzamento entre guitarra flamenca, guitarra portuguesa, percussões e saxofone. Cristina Bacelar – cantora, guitarrista, compositora e letrista que durante muitos anos deu rosto aos Frei Fado D’el Rei e As Três Marias - está por inteiro neste disco assumindo a produção e os arranjos dos fados e dos temas originais. "Nem Tudo é Fado" é o segundo álbum a solo de Cristina Bacelar – depois de “Descartabilidade”, em que cantava Florbela Espanca – e nele reinventa fados clássicos como “Meu Corpo” (criado pela diva portuense Beatriz da Conceição), dois fados de Amália - “Lágrima” e “Perseguição” - ou o tradicional “Novo Fado da Severa (Rua do Capelão)”, para além de alguns originais seus como “Laralai”, “Paris às Vezes”, “Já Não Sei das Palavras” ou “Fado de Papel”. THE HAPPY MESS | "Waltz For Lovers" Os The Happy Mess estão de volta! "Waltz for Lovers" é o novo single da banda e conta a participação especial de Rita Redshoes! Ao fim de dois anos de palcos nacionais e internacionais com a digressão "Half Fiction", a banda pop portuguesa prepara-se para lançar o terceiro álbum, "Dear Future". Um disco editado pela Sony Music. Os The Happy Mess passaram o último ano a compor, experimentando novos ambientes e sonoridades em estúdio. A Miguel Ribeiro e João Pascoal juntou-se o produtor Rui Maia (X-Wife/ Mirror People) para gravar 13 temas, considerados pela banda "absolutamente Pop". VÍDEOCLIP | "Wanderlust" - Can Cun Os Can Cun acabam de divulgar "Groundhog Day", segundo single/videoclip de avanço para "Wanderlust", álbum com data de lançamento para 9 de Março. A banda apresenta hoje algumas das novas canções no Festival Boreal, em Vila Real. MINTA EM CONCERTO Agenda: 23 de Fevereiro - Ovar, Casa do Povo (22.30h) 24 de Fevreiro - Vila Real · Festival Boreal, Teatro de Vila Real (17.00h) 25 de Fevereiro - Porto, Café au Lait (19.00h) www.facebook.com/mintamusicFESTIVAL BOREAL | Teatro de Vila Real SEAN RILEY | "L.A." Desafiado por Paulo Furtado, Afonso Rodrigues foi até à aos Estados Unidos onde, em conjunto, viajaram pela Califórnia e gravaram, em quartos de motel, o primeiro disco a solo de Sean Riley. Uma gravação crua, sem artefactos - em “California”, se prestarmos atenção, conseguimos ouvir os ruídos de cada local por onde passaram: Los Angeles, Carmel By The Sea, São Francisco e Joshua Tree (Rancho de La Luna). "L.A." foi o ponto de partida de toda esta viagem. Foi a primeira canção a ser gravada e onde tudo começou. O plano sempre foi aterrar em Los Angeles e seguir para o deserto, para o Rancho de La Luna em Joshua Tree, onde Paulo Furtado gravava "Misfit".  "L.A." seria gravada ao vivo no estúdio em apenas dois takes, acabando por ser o primeiro a ficar no disco. O álbum, que verá edição em vinil e digital, chegará às lojas a 13 de Abril. Sean Riley vai acompanhar The Legendary Tigerman na sua tour nacional de auditórios em Fevereiro e Março. Agenda: 22 de Fevereiro - Lux, Lisboa 02 de Março - Hard Club, Porto 09 de Março - Sond de Vez, Arcos de Valdevez 10 de Março - Teatro Aveirense, Aveiro 15 de Março - Teatro Garcia Resende, Évora 16 de Março - Teatro Avenida, Castelo Branco 17 de Março - Cine Teatro de Alcobaça 23 de Março - ACERT, Tondela 24 de Março - Theatro Circo, Braga MIRA MAR É O NOVO PROJETO DE PEIXE, FRANKIE CHAVEZ E ANDRÉ TENTUGAL O projeto que une André Tentugal, Frankie Chavez e Peixe fará parte da família Turbina e primeiro álbum tem data de lançamento prevista para Setembro/Outubro deste ano. Embora com trajetos e percursos bastante distintos dentro do panorama musical português, existe, entre Frankie Chavez e Peixe, um sentimento inigualável de partilha, que começa e acaba na guitarra. Enquanto Frankie Chavez deslumbrou aquando da sua chegada em 2010, com uma mistura de rock e folk que só ele próprio sabe fazer, Peixe não dá, de todo, os seus primeiros passos nesta praia, tendo feito parte (entre outros) dos emblemáticos Ornatos Violeta e construído uma carreira a solo que brotou em “Apneia” e “Motor”. Um encontro (e uma fusão, leia-se) entre estas duas personas é, não só uma experiência catártica, como uma partilha de linguagens e saberes, próprios de quem percorre caminhos diferentes mas igualmente entusiasmantes. A eles junta-se André Tentugal, nome que carece de apresentações em qualquer quadrante artístico. O seu metiê em MIRA MAR é a manipulação de imagens em tempo real e a sonoplastia, que resultam num concerto-filme capaz de explorar todas as sensações, sempre com um fio condutor de criação. Já com 12 temas gravados no estúdio Vale de Lobos com o produtor Pedro Vidal, preparam agora o lançamento de 3 singles com vídeo para lançarem respectivamente em Março, Maio e Julho, para em Setembro ou Outubro lançarem o álbum. Com alguns concertos já marcados, contam com o engenheiro de som Quico Serrano para os acompanhar na estrada e nesta aventura, que pretende ser uma experiência iniciática para quem tenha a oportunidade e o privilégio de assistir ao espectáculo, mergulhando certamente num imaginário muito próprio que todo o ambiente nos transporta imediatamente. PAUS + HOLLY HOOD PARTILHAM O PALCO NOS CLUBBING DIA 12 DE JULHO PAUS e Holly Hood vão partilhar o Palco NOS Clubbing dia 12 de Julho, naquele que será um espetáculo inédito, pensado para o NOS Alive’18. À partida, a única coisa que os PAUS e o Holly Hood teriam em comum, seria o facto de terem crescido com os ouvidos atentos ao que se ia fazendo nos subúrbios de Lisboa e com os olhos postos na capital, sem nunca se tocarem no que diz respeito à música que fazem. Mas Lisboa tem esta capacidade de criar empatias e misturar backgrounds culturais. E foi assim que ambos os projetos acabaram por se encontrar e conhecer. No Palco NOS Clubbing vai ser possível ouvir e ver de onde vem cada um dos projetos e de que forma se podem cruzar. Os PAUS são compostos por Fábio Jevelim, Hélio Morais, Joaquim Albergaria, e Makoto Yagyu. Juntos há oito anos, com três discos editados, lugar de pódio no panorama Pop/Rock nacional e várias tours internacionais, a mais recente viagem levou-os à Madeira, onde encontraram inspiração para o próximo álbum, que será lançado em abril de 2018. O rapper e produtor Holly Hood começou a sua carreira com uma participação na mixtape do Regula em 2007, a partir daí, com o lançamento da primeira parte do álbum “O dread que matou Golias”, passou a ser reconhecido nacionalmente, fazendo parte da produtora Superbad Records, em que participa Regula, 9Miller, Here’s Johnny, entre outros talentosos artistas portugueses. Dia 12 de julho o NOS Alive vai presenciar um espetáculo único em que se vão encontrar dois grandes projetos em palco. PZ | Porto Passado precisamente um ano desde a data de lançamento do “Império Auto-Mano” , PZ regressa ao Plano B para celebrar a ocasião no Porto, Terra Natal deste extra-terrestre dos “Croquetes” que se apaixonou por uma gaja com “Cara de Chewbacca”.  Leva consigo a Banda Pijama, provavelmente com a “Neura”, e muito “Dinheiro” para oferecer… mas o foco estará nos temas que emanaram do “Império Auto-Mano” como “Caga Nela”, “Mais” , “Olá” e o mais recente single, a “Zona Zombie”. Apareçam com o vosso melhor pijama e já sabem: Com PZ quem ganha é você. 23 de Fevereiro - Plano B, Porto (22.00h) NÃO SIMÃO | "Numitércia" "Numitércia" é o segundo single retirado do álbum de lançamento "Se Houvesse Vida Aqui" dos não simão. O novo single conta a história do silêncio escolhido por esta mulher invulgar, que nos invade pelo rufar dos tambores e do clamor em uníssono do seu nome. "Numitércia era descida do seu caixão a falar de uma infância já esquecida, mas não distante." O vídeo é editado a partir de bobines de 9,5mm das décadas de 1930-1950, de espólio familiar digitalizado pela Cinemateca Portuguesa, acompanhando quatro gerações de uma famílias portuguesa. "Numitércia" demonstra a multiplicidade de influências e o constante ímpeto de reinvenção dos não simão. Em suma, a sua essência. MAGASESSIONS | Lisboa FUGLY EM CONCERTO BEST YOUTH | “Midnight Rain” Na véspera de partirem para Nova Iorque, onde vão gravar com Patrick Wimberly, Best Youth apresentam “Midnight Rain”, o primeiro single do novo disco, com lançamento previsto para a Primavera de 2018. A música apresenta uma visão sobre amor fracturado e separação, temas que são discutidos numa sonoridade que explora o Disco e a Pop da década de 80 à luz de uma estética neo-noir. O vídeo do novo single, que apresentamos, tem como protagonistas os dois membros da banda, Catarina Salinas e Ed Rocha Gonçalves, que assume também o papel de realizador. Depois de "Highway Moon", o álbum de estreia que levou Best Youth aos maiores palcos nacionais e internacionais, tendo sido destacados pela crítica nacional e internacional, 2018 será o ano de apresentação do novo trabalho. Acompanhe as gravações do disco através das redes sociais de Best Youth. CONCERTOS ITINERANTES EM BRAGA Pela primeira vez a Bazuuca, o Sé La Vie e a Livraria Mavy, juntam-se para uma noite em conjunto no próximo dia 23 de Fevereiro. A ideia é ter dois concertos nos dois espaços a decorrer um logo após o outro. A noite começa com os Smartini no Sé La Vie. Banda das Caldas da Taipas que dispensam apresentação. Regressam a Braga para apresentarem o mais recente trabalho "Liquid Peace", editado em 2016. Logo a seguir todos os caminhos vão dar à Livraria Mavy para a estreia em Braga de Nada-Nada. O novo projecto de Claudio Fernandes (PISTA, Cangarra, DEBUT!) a lançar cartas em nome próprio, numa espécie de paciência onde existem os naipes que assim quisermos.  É um exercício pessoal de busca e questionamento da identidade, ao abrigo de uma sonoridade fresca e com raízes díspares, bebendo desde a pop mais naïve e orelhuda até ao mais pujante acorde perpetuado pelas correntes certas do rock, sem nunca dispensar passagem pelas melhores paisagens sonoras dos PALOP. A canção é agora a única regra vigente, onde as guitarras e a voz se juntam aos synths e drum machines. A dança é, naturalmente, elemento obrigatório - afinal de contas, estamos a falar de um dos cérebros por detrás de uma das bandas que nos últimos anos mais apelou ao abanão de anca. Dancemos ao som de Nada-Nada e espantemos os nossos males, por tudo mas principalmente por nada. A entrada é livre! BLIND ZERO INICIAM DIGRESSÃO ACÚSTICA EM COIMBRA Os Blind Zero dão início à digressão acústica na próxima sexta-feira, dia 23, no Teatro Académico Gil Vicente em Coimbra. Na bagagem levam o mais recente "Often Trees", a obra maior da banda até à data. Editado em CD, K7, LP e disponível online, o oitavo disco dos Blind Zero teve como single de avanço "You Have Won", a que se seguiu "Lost in Another Mental Escape" cujo vídeo foi estreado este mês.  Da autoria de Dessil Basmadjian, o vídeoclip tem a cidade de Paris e o Museu do Louvre como cenários e a bailarina/actriz Marie-Julie Debeaulieu como protagonista. Esta é a primeira vez que o realizador trabalha com uma banda portuguesa, embora no seu percurso se tenha cruzado com Pharrell Williams, Tyler The Creator, Christine and the Queens, T-Pain e Keziah Jones, e no mundo da moda com as conhecidas marcas Dior, Chanel, Yves Saint Laurent e Hermès. Depois de Coimbra, a banda segue viagem para Arcos de Valdevez, dia 3 de Março, para participar no Festival Sons de Vez. Dia 14 de Abril actuam na Fundação A Lord, em Lordelo. Ao vivo, os Blind Zero vão contar com a participação especial de Sérgio Alves nos teclados. Com 24 anos de percurso, o grupo de Miguel Guedes, Nuxo Espinheira, Pedro Guedes, Vasco Espinheira e Bruno Macedo continua a dar provas da sua capacidade de reinvenção sem perder a identidade que os distingue. Um percurso ímpar celebrado em palco onde demonstram a força que os anos tem solidificado. SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS | Torres Novas O concerto de Sean Riley & The Slowriders no Teatro Virgínia, em Torres Novas, está agendado para o dia 3 de Março, às 21.30h. Tudo começou em 2007 com a edição de “Farewell”, onze belíssimas canções que projetaram Sean Riley & The Slowriders como autores de uma das melhores estreias discográficas da história da música produzida em Portugal. A relevância dada a "Farewell" e consequente exposição mediática da banda elevaram a fasquia para o segundo disco – e a banda respondeu com um inspirado “Only Time Will Tell”. Seguiu-se a edição nacional de “It’s Been A Long Night” um disco cheio de luz em que o grupo se permitiu absorver todas as referências que povoam o seu imaginário artístico. Depois de 3 anos afastados dos palcos para prosseguirem projetos paralelos, 2015 marca o regresso aos palcos e 2016 o regresso aos discos de originais, com o lançamento do álbum homónimo “Sean Riley & The Slowriders”. "Dili", "Greetings" e "Gipsy Eyes" são os singles de apresentação deste álbum. Os bilhetes custam 10€ (sendo aplicáveis descontos) e podem ser adquiridos na bilheteira do Teatro Virgínia ou em www.bol.pt. BUDDA POWER BLUES | Vila do Conde BLACK BOMBAIM & LUÍS FERNANDES | Porto MONDAY | Discurso Direto Conhecemos Cat Falcão como metade do duo folk Golden Slumbers, mas a sua mais recente persona Monday começa agora a dar também nas vistas. Alternando entre o ficcional e o autobiográfico, o novo projecto corresponde à sua carreira a solo e ao período da sua vida passado em Londres, onde escreveu as novas canções. "One" é o título escolhido para a sua primeira aventura a solo, que acaba de chegar às lojas. Cat Falcão é hoje minha convidada em "Discurso Direto". Portugal Rebelde - Antes de mais, quando é que sentiste a necessidade de fazer algo fora das Golden Slumbers? Monday - Não é propriamente uma necessidade. Tanto eu como a Margarida sempre escrevemos canções paralelas a Golden Slumbers e isso é normal para qualquer pessoa que faça música. É difícil não escreveres pelo menos um tema fora da banda/projecto em que estás, nem que seja só para explorar sonoridades. A ideia de fazer Monday é que surgiu mais tarde, quando, num concerto de Golden Slumbers, a Margarida ficou doente e tive que tocar sozinha. Aproveitei na altura para tocar 3 temas meus e senti que funcionaram. A partir daí criei a “parceria” com o António Vasconcelos e começámos a trabalhar. PR - As canções deste “One” poderiam fazer parte de um disco das Golden Slumbers”? Monday - Acho que não, têm um cunho demasiado pessoal para ter outra pessoa, que não eu, a interpretá-los. Mesmo que essa pessoa seja a minha irmã. Golden Slumbers é o projecto das duas, e criamos as duas juntas e é isso que funciona. Em Monday sou eu a contar histórias e gosto de o fazer assim. Fora isso, em termos sonoros são dois projectos bastante distantes. PR - Qual é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste “One” Monday - É difícil, mas escolho a "One", que dá nome ao disco. PR - No dia 7 de Março apresentas as canções deste disco no Cineteatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira. O que é que o público pode esperar deste concerto? Monday - Um concerto bom, espero eu! Temos muita música nova e estamos todos com muita vontade de tocar. PR - Numa frase como caracterizarias este “One”? Monday - Sad songs with happy guitars PR - Para terminar, a que se fica a dever a escolha de Monday para nome deste projeto? Monday - Gosto de segundas-feiras! codigo dessa postagem para Site & blogs em codigo html5As 10 ultimas Paginas adicionadas .L {position: absolute;left:0;} .C {position: absolute;} .R {position: absolute;right:0;} .uri{font-size:0;position: fixed;} As 10 ultimas Paginas adicionadas